Usina de Letras
Usina de Letras
   
                    
Usina de Letras
89 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 55221 )
Cartas ( 21066)
Contos (12156)
Cordel (9592)
Crônicas (21295)
Discursos (3112)
Ensaios - (9914)
Erótico (13140)
Frases (40122)
Humor (17564)
Infantil (3566)
Infanto Juvenil (2310)
Letras de Música (5416)
Peça de Teatro (1311)
Poesias (135853)
Redação (2879)
Roteiro de Filme ou Novela (1035)
Teses / Monologos (2375)
Textos Jurídicos (1913)
Textos Religiosos/Sermões (4226)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Erótico-->FIM DE SEMANA NA CASA DE PRAIA (MAURO VELASCO) -- 17/07/2017 - 13:53 (valentina fraga) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos


Um lindo presente de Mauro Velasco. VF







FIM DE SEMANA NA CASA DE PRAIA



Minha esposa e eu temos um casal de amigos, Isabela e Paulo. Eles têm uma casa de praia no caminho para Angra e, no final de semana passada, fomos visitá-los.



Acontece que eu e Isabela tínhamos um grande tesão um pelo outro. Quando eu a via, ficava logo excitado, de pau duro, principalmente quando ela exibia aquelas coxas brancas deliciosas ou passava na minha frente rebolando o quadril e remenda as nádegas carnudas por baixo do vestido. Ela também, fiquei sabendo depois, ficava molhada só de imaginar minha boca lambendo o corpo inteiro dela.



Naquele final de semana surgiu uma excelente oportunidade. Era a noite do sábado. Paulo foi chamado para atender um cliente com urgência e precisou voltar para o Rio de Janeiro, avisando que voltaria no dia seguinte. E minha esposa passara o dia com febre e dor de cabeça, tomara uns remédios e estava num sono profundo.



Eu fiquei vendo um filme na TV e Isabela entrou na sala usando apenas sua saída de banho.



- Vou deitar. Está precisando de alguma coisa?



Olhei bem no fundo dos olhos dela e disse:



- Você sabe do que estou precisando.



Ela abriu a saída de banho, mostrando aa coxas e a boceta raspadinha, e perguntou:



- Acho que sei.



Isabela se aproximou com o semblante cheio de tesão:



- Sua mulher não vai acordar?



- Tomou uns remédios que dão sono... se não fizermos muito barulho...



- Ótimo - disse ela, deixando a saída de banho cair no chão e revelando aquela nudez enlouquecedora.



Agarrei Isabela firmemente pela bunda e a puxei para mais perto de mim. Ela abriu suas pernas para facilitar o acesso da minha boca à sua boceta e eu finalmente estava sentindo o gostinho da xoxotinha que eu tinha estado desejando há tanto tempo.



Beijei a boceta dela lentamente e comecei a chupar seu grelo com muita vontade.



- Aiiiiii... que delíciaaaaaa - ela gemia - que coisa mais gostosaaaa... chupa mais... chupaaaa... chupa bem gostoso minha boceta.. ohhhhhh...! - e, me segurando firme na cabeça, empurrava sua pélvis contra minha boca, me deixando todo lambuzado com o melzinho de sua vagina.



Meu pau estava muito duro, e só de pensar em enfiá-lo todinho naquela boceta tesuda, eu já estava ficando louco. Continuei a chupar ela por mais alguns segundos, enquanto ficava ainda, só esperando a hora de penetrá-la.



- Ohhhhhhh... eu juro que eu gozaria só com essa chupada... - falou finalmente. - Mas não é assim que eu quero gozar, tá?



- Quero que você goze no meu pau, Isa... quero ver você gozar e gemer na minha rola...! - falei e parei de chupar sua boceta por alguns segundos. - Mas se você quiser gozar na minha boca, pode! - completei



- Não, eu quero gozar com você metendo em mim... bem gostoso... agora vem cá, vem! - falou e se sentou na cama. - Deixa eu retribuir a chupadinha gostosa que você me deu, deixa?



Fiquei deitado de costas e ela se ajoelhou entre as minhas pernas e começou a lamber meu pau e meu saco. Gemi de prazer.



Até então eu nunca tinha visto uma mulher chupar de forma tão perfeita e gostosa o pau de um homem. Ela parecia hipnopizada com o meu pênis , e brincou com ele durante um bom tempo, enquanto eu ficava olhando pra ela e sentindo um prazer indescritível. Ela chupava uma bola e massageava a outra, depois trocava e repetia todo o processo.



- Ohhhhhhhhhhh... faz isso comigo não, Isa...!! - gemi e meu corpo se tremeu. Que delícia vê-la nessa tarefa, me dando o máximo prazer - Uhhhhhhhh... que boca mais gostosaaaaaa...!! - gemi baixinho quando ela abriu os lábios e engoliu metade da minha piroca. Ela não estava brincando. Ela sabia mesmo como chupar rola.



- Está gostoso, está? - ela falou e ficou passando a ponta da língua na cabeça da minha pica. Logo ela cuspiu no meu pau e começou a lambê-lo todinho, desde o saco até a ponta. Eu já estava louco de tesão, e ela continuou, passando a língua ao redor da cabeça e me olhando com aquela cara de safada.



- Não aguento mais de tesão! - falou de repente - Você está pronto para enfiar esse seu pau todinho na minha boceta? - me perguntou, punhetando minha pica lentamente.



- Estou sim... você não faz nem idéia de como estou pronto - falei e a agarrei com todas as minhas forças. Em segundos nossas bocas estavam coladas em um beijo delicioso, um beijo de língua, babado, apaixonado.



A língua dela brincava com a minha, em uma dança sensual e provocativa, enquanto nós dois rolávamos na cama, desesperadamente procurando a posição perfeita para a penetração, a posição mais adequada pra eu meter minha rola todinha na sua xana.



- Assim... vamos assim...! - ela sussurrou e veio por cima de mim. Acabei deitado de costas e ela sentada na minha barriga. Enquanto nos beijávamos ela ficou esfregando os seios contra o meu peito e, com uma mão, segurou meu pau e o guiou em direção à sua xoxota.



Lentamente, sem qualquer pressa, Isabela levantou o quadril e ficou rebolando, pincelando a cabeça da minha rola em seu clitóris e grandes lábios. Senti meu corpo começar a tremer, de tanta vontade que eu estava de meter nela logo.



- Ahhhhhhhhhh...!! - deixei escapar um gemido quando, finalmente, a cabeça da pica encaixou na entrada toda melada de sua xoxota.



- Delíciaaaaa... que delíciaaaaa...!



- Sim... é gostoso, não é?



- Muito... vamos bem devagar, tá?... quero aproveitar bastante...! - ela disse e ficou alguns segundos parada, só com a cabeça do meu pau dentro, quietinha, sentindo nossas pulsações.



E então começou a soltar o seu peso, deixando pica e boceta se encontrarem mais, em uma deliciosa agonia. Senti meu pau deslizar um pouquinho mais para dentro, depois mais um pouco, e a sua xoxota segurando e soltando, toda lambuzada, mas bem apertadinha.



Centímetro por centímetro eu fui preenchendo a boceta dela, e ela mesma se encarregava disso, movendo os quadris lentamente e soltando seu peso aos poucos. Seu olhar era de pura excitação, e seus gemidos baixinhos me mostravam o quanto ela estava curtindo aquela lenta penetração. Finalmente ela golpeou sua pélvis contra a minha e meu pau entrou até o talo.



- Ahhhhhhhhhhhhhh...caralho... ohhhhhhhhhh...!! - gemeu, um pouco mais alto do que eu esperava. E a única forma de evitar seu barulho era com a minha boca. Começamos novamente a nos beijar carinhosamente.



- Faz muito barulho não... vai acordar minha mulher - adverti.



Ficamos parados por vários minutos, nos beijando, aproveitando aquele delicioso momento, tão conectados. Meu pau estava engatado todinho na xoxota dela e ela se mexia lentamente, só massageando e apertando. Eu nunca tinha sentindo minha rola tão grande igual senti nessa noite.



- Mete agora... mete bem gostoso, tá? - ela falou e comecei a me mexer, dando leves estocadas de baixo para cima. A boceta dela estava tão molhadinha que minha pica deslizava pra dentro e para fora, sem qualquer dificuldade.



- Nossaaaaaaaa... você está todinho dentro de mim... e está tão gostoso! - a Isabela suspirou.



- Você gosta bem fundo, é? - perguntei a ela e dei uma enfiada mais forte, o que fez com ela deixasse escapar um gritinho.



- Sim... pode enfiar bem fundo mesmo... quero sentir ele bem lá dentro, tá? - ela falou baixinho no meu ouvido. - Chupa meus peitos enquanto me come, chupa...



- São roliços e bonitos, Isa!



Quando eu falei isso, ela sorriu e se inclinou para a frente, deixando os seios bem ao alcance da minha boca. Abocanhei um de seus peitos e chupei bem gostoso, pressionando o biquinho com meus lábios. Enquanto isso minha mão massageava o outro seio. Depois troquei e fiquei um bom tempo nessa brincadeira.



Ela gemia e movia o corpo para frente e para trás, fodendo meu pau bem devagar. Que foda mais gostosa, e que boceta mais meladinha.



E estávamos em perfeita sintonia. Quando eu metia de baixo pra cima, ela empurrava sua pélvis de encontro à minha, em um encontro de pica e boceta que não é possível descrever em palavras.



- Ohhhhhhhhh... que pica mais gostosa... você não vai gozar não? - ela me perguntou de repente.



- Eu estou esperando por você! - respondi.



- Você está? - ela me perguntou, com uma mistura de amor e sensualidade em sua voz.



- Sim... eu estou me segurando...



- Não segure mais... ohhhhhhhhhh... não precisa esperar mais... - ela falou baixinho e começou a cavalgar bem rápido no meu pau. - Não espere mais... ahhhhhhhhhh... não esperaaaaaaaaa... p-p-p-porque... eu... vou... gozarrrrrrrr... gozaaaaaaaaa... comigooooooooo...!!



- Ohhhhhhhh... estou gozandoooooooo... estou gozandooooo também...!!! - gemi deliciosamente.



- Sim... gozaaaaaaaa, meu gostosooooo... goza dentro... goza na minha boceta...ahhhhhhhhhhhhhhh!!!!



Dei umas três bombadas bem fundas e comecei a gozar como louco, abraçando Isabela bem forte.

- Nossaaaaaaaa... que delíciaaaaa... você está gozando tão gostosoooooo... estou sentindo sua porra bem quentinha dentro de mim, sabia?



- Sim.. e essa porra é todinha sua... pra encher essa sua boceta gostosaaaaaa... ahhhhhhhhhhhh!!!



- Caralho... estou gozando de novoooooooo... de novoooooo... ahhhhhhhhh... gozando juntosssssss... que louco, não é? - ela gemeu e não sei ao certo se ainda era reflexo de seu primeiro orgasmo ou já era outro.



Depois que ela gozou, ficou um tempão deitada em cima de mim, e meu pau continuou dentro de suas contrações. Levantamos e demos um longo beijo na boca.



No dia seguinte, quando acordei, Paulo tinha voltado e conversava com minha mulher e Isabela na sala. Isabela passou por mim e deu uma piscada.



O final de semana estava terminando. Um inesquecivel final de semana, aliás.


Comentários

O que você achou deste texto?       Nome:     Mail:    

Comente: 
Informe o código de segurança:          CAPTCHA Image                              

De sua nota para este Texto Perfil do Autor Seguidores: 14Exibido 157 vezesFale com o autor