Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
123 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 56481 )
Cartas ( 21121)
Contos (12490)
Cordel (9845)
Crônicas (21813)
Discursos (3122)
Ensaios - (9984)
Erótico (13198)
Frases (41521)
Humor (17698)
Infantil (3604)
Infanto Juvenil (2328)
Letras de Música (5448)
Peça de Teatro (1312)
Poesias (136971)
Redação (2886)
Roteiro de Filme ou Novela (1048)
Teses / Monologos (2381)
Textos Jurídicos (1917)
Textos Religiosos/Sermões (4478)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Crônicas-->Eu Não Falo Palavrão -- 04/11/2017 - 16:03 (Luciana do Rocio Mallon) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Eu Não Falo Palavrão
Amiga: - Tia Lu, por que você nunca fala palavrão?
Minha resposta: - Porque palavrões qualquer criatura comum fala, principalmente, quando é ofendida.
Quando eu era criança meu passatempo preferido era procurar palavras difíceis no dicionário para xingar as criaturas que me maltratavam. Geralmente o palavreado incomum era uma espécie de elogio. Porém, quando eu gritava os seres ruins faziam cara de dúvida e ficavam, realmente, “p.da vida”. Por exemplos: energúmeno, mentecapto e abichornado eram minhas palavras favoritas.
Reza a lenda que, num programa de TV, o artista Alexandre Frota deu o seguinte conselho:
- Nunca xingue ninguém com palavrões. Pois, além de feio, é deselegante. Em vez disto, mande a pessoa se apaixonar que é quase a mesma coisa.
Sinceramente, desta vez, tive que concordar com o Alexandre Frota.
Luciana do Rocio Mallon


Comentários

O que você achou deste texto?       Nome:     Mail:    

Comente: 
Informe o código de segurança:          CAPTCHA Image                              

De sua nota para este Texto Perfil do Autor Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui