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Crônicas-->Confraria Bidiônica feminina -- 27/12/2017 - 03:28 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Certa vez, um grupo de amigas reuniu-se para confraternizar a finalização de um ano e aproveitaram o momento para além da troca de presentes, proporcionar um fórum de debates e reflexão a cerca de um assunto bastante interessante: o significado da traição no sentido lato strictum. O tema fora proposto por Major Lalá que, apesar de não dominar bem o tema, tinha a curiosidade de saber a opinião da confraria feminina. Diante disso, a primeira a comentar sobre o assunto fora Verinalda afirmando ser coisa de gente safada da cabeça e ruim dos pés. Continuou com certa alteração das emoções contidas, que jamais admitiria uma sacanagem dessa e que se acontecesse com ela, não haveria desculpas. Desceria o cacete fosse quem fosse. Um tanto quanto exaltada, foi ganhando respeito por parte das demais, diante da colocação. Acompanhando o discurso de Verinalda, Desenalda batia palmas e abraçava a amiga, dando-lhe todo o apoio e concordando com a opinião, afirmava que nada tinha a acrescentar uma vez que o tema fora muito bem exposto. Jurinalda, inicialmente fez um discurso de bom dia, desejando a todas a sorte que ela teve na vida de nunca ter enfrentado tal situação. Pois em todos os tipos de relações, sabia muito bem como interagir mantendo o nível dos diversos enfrentamentos num patamar bastante sociável. Banalda, de início, discordou e afirmou que enquadraria o personagem traidor numa rinha, onde ela seria a boxeadora. Pois com ela, teria que ser resolvido deste jeito. Já a Binalda, ao ouvir todas as falas, ponderou e afirmou que as pessoas são o que são, não havendo uma fórmula garantida de que ninguém haveria de não enfrentar tal situação. Todos, de uma forma ou de outra, hão de nos decepcionar, assim como, nós a elas. O que deveria ser feito por cada um, seria oferecer o melhor de si, sem esperar nada em troca, salientando ainda que cada procurasse ser feliz ao máximo, visto a brevidade da vida. Diante das explanações, Major Lalá, absorveu melhor as palavras sábias de Binalda, uma vez que sempre se sentiu mal com sentimentos ruins que por ventura, insistissem em fazer moradia em suas ideias. Continuava a acreditar na essência humana, e por admitir que cada ser humano é único, ainda que essa unicidade pudesse provocar mal estar, afirmava que todos somos passíveis de erros.
Ao final, todas se deram por satisfeitas, e trocaram os presentes. Iniciando agora um outro tipo de conversa que pairava sobre os detalhes das unhas postiças que reinavam nas mãos de Binalda.
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