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Erótico-->O filho adotivo -- 13/06/2019 - 21:34 (Lorde Kalidus) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Brenda, agora, respira aliviado. Acreditava que o final de semana nunca fosse chegar e que Adalberto nunca iria partir para aquela viagem de fim de semana para o interior de que havia falado. Ela, agora, praticamente agradece o fato dos sogros morarem longe e que o marido precise praticamente do final de semana todo longe de casa para que a viagem valha a pena.

Receber amigas em casa, ela disse a ele. É isso que, ao menos na teoria, estaria fazendo no sábado ou no domingo, quem sabe uma ida ao shopping, fazer algumas compras. Academia era praticamente uma certeza. Seja como for, todas essas possibilidades praticamente passam longe de sua mente, se tornam apenas sombras às quais ela dá pouca ou nenhuma importância enquanto foca apenas no filho adotivo, que não teve tempo de saiu logo depois de se despedir do pai, para encontrar os amigos.

Adalberto não podia ter filhos. E como ambos acreditavam no valor familiar, que fazia parte da vida criar alguém para, futuramente, herdar seu legado, recorreram à adoção. Não foi difícil, sendo um casal bem de vida, para o qual dinheiro e posses não são problema, de boa formação e família tradicional. Mas isso não impediu que certos sentimentos surgissem com o tempo, de modo que o desejo mostrasse que não blefa e que não se preocupa com qualquer coisa que não fosse a própria satisfação. Qual jogador que tem autoridade para mudar a regra durante o jogo, fosse ele qual fosse, ele logo deixa claro que não tem tempo para se preocupar com dogmas, convenções ou convicções pessoais.

Cleverson tem agora 15 anos. Apesar da pouca idade já tem o porte e o corpo de um garoto de 18 da época em que Brenda tinha a mesma idade que ele. Já praticava musculação e lutas, o que fez com que seu corpo se desenvolvesse ainda mais, aumentando não apenas o ciúme da mãe adotiva, mas, também, um desejo que até então ela procurava ocultar, até que algo mais forte parecia falar mais alto dentro da mente da mulher e lembra-la de que ela é sua mãe apenas oficialmente e que não há, na verdade, qualquer laço de sangue entre os dois, o que passou a fazer com que ela, sob a desculpa de ensinar ao garoto coisas que na sua idade ele deveria saber, decidisse aproveitar a viagem do marido deste final de semana para finalmente colocar o que quer em prática.  No começo da semana, quando Adalberto avisou que viajaria para ver os pais, ela deixou claro que não gostaria de ir junto e que ficaria com o filho adotivo em casa. Ele relutou, não gostava da ideia de deixar a esposa para trás, mas acabou concordando.

Ela terá o fim de semana todo para ficar com o garoto. Dessa vez deverá deixar de lado o enorme pênis de borracha que usa para passar o tempo, haja visto que o sexo com o marido, apesar de satisfatório, não a preenche como deveria. Sem contar que nos últimos meses, dado o desenvolvimento físico de Cleverson, Brenda tinha cada vez mais dificuldade de afastar de seu pensamento o desejo de ser possuída pelo garoto. Tudo chegou a tal ponto que a o carinho maternal praticamente se extinguiu e o filho adotivo era visto mais como homem do que como o que realmente deveria representar para Brenda. Incapaz de se conter quando pensa no garoto e sozinha na casa após a partida do marido ela toma o consolo gigantesco e o introduz dentro de si, sentada no sofá, enquanto, por sua cabeça, passam as imagens de como se imagina sendo tomada, sem qualquer pudor ou senso de moralidade, por aquele que ela já carregou no colo e cujas fraldas trocou numa época em que ele era recém-nascido ainda. O passado parece estar morto e ela só consegue focar em como sua própria vontade parece ser tudo o que influencia o presente, ainda que eventos anteriores tenham influência clara sobre ele.

Em meio aos devaneios da mulher, eis que, do nada, o filho adotivo surge, entrando na sala. Perdida em meio ao delírio e seus próprios gemidos, ela não ouve quando o garoto se aproxima, surpreendendo-a em meio ao ato. Ela o encara, ainda sentindo o fogo crescente em sua fenda apesar do flagrante do rapaz, e ele, como se captasse os sentimentos e o desejo de Brenda o contagiasse, sorri, praticamente retribuindo o que quer que ela venha a sentir por ele. A mãe adotiva, então, lambe os próprios lábios e gesticula com uma das mãos, chamando Cleverson para perto de si, enquanto aumenta o ritmo da penetração do membro artificial com a outra. Num dado momento, ela deixa de lado o consolo e abre as calças do garoto, puxando-as para baixo e tomando seu membro já parcialmente ereto com as mãos, levando-o à boca. Enquanto saboreia o cacete gigantesco, que já conhecia pelo convívio que possuía com o rapaz, tira o restante de suas calças enquanto ele cuida de retirar a camiseta. Em seguida ela o puxa pelo membro para cima de si, sorrindo maliciosamente e posicionando-o já para a penetração, lembrando-se da inexperiência do jovem e que deve guia-lo pacientemente para sua iniciação.

Ela coloca as pernas sobre os ombros do filho adotivo e ele passa, então, a jogar seus quadris violentamente em direção a ela, que geme e diz coisas sem sentido enquanto ele a penetra. Se havia qualquer pudor ou vergonha povoando a mente de Cleverson quando ele chegou à casa ele já havia se despido dela completamente, preocupando-se apenas com o calor daquela fenda úmida que lhe percorria cada centímetro do membro. A velocidade dos movimentos aumentava e Brenda, desconhecendo qualquer freio ou vergonha, dizia todas as obscenidades possíveis enquanto o filho adotivo se lançava cada vez mais rápido e forte contra seu interior. Virando-se de costas, ela novamente toma o membro na mão e o posiciona para penetrá-la novamente, de forma ainda mais intensa que a anterior, levando-a rapidamente ao clímax. Sem pensar em evitar ou nas consequências que o ato pode vir a acarretar, ela geme ainda mais alto e aperta a almofada em que apoiava a cabeça ao sentir o jato abundante de esperma jorrar dentro de si. O ritmo das penetrações diminui, ela se ajeita no sofá enquanto ele se retira de dentro dela e se acomoda por trás de Brenda, alojando o membro agora amolecido entre suas nádegas.

A respiração, aos poucos, volta ao normal. Ela não sente culpa ou qualquer tipo de sentimento de aversão pelo que acabou de fazer. Não há qualquer remorso, apenas uma recordação do prazer que lhe foi proporcionado há pouco e que esteve completamente dentro das expectativas alimentadas pelo filho adotivo. Queixas quanto ao marido? Não se lembra necessariamente de tê-las, o relacionamento sempre foi bom, a família, para ela, sempre esteve acima de tudo. Mas havia o desejo pelo jovem que acolheu e ela não se preocupou em lutar contra isso, pois cederia à tentação cedo ou tarde, haja visto que ela existia e era mais forte do que ela. Cleverson não era seu filho consanguíneo e aquele sexo poderoso, com certeza, não iria abalar o convívio entre os dois. Tudo continuaria como antes, até porque ela não iria permitir que as coisas fossem de outra forma.

Possivelmente, há dúvidas na cabeça do garoto. Confusão, sentimentalismo, são coisas próprias desta idade, principalmente quando são submetidos a um tipo de comportamento que sai completamente do que é pregado como normal. Não importa, o diálogo cuidará de tudo. Por ora, mais importante é continuar com a suposta iniciação do menino e cuidar para que eles aproveitem ao máximo o final de semana em que o marido estará fora de casa.

Ela se levanta do sofá, caminhando nua pela sala de estar e deixando, para o rapaz, uma bela amostra do belo corpo que possui. A luz da noite, que entra pelas portas de vidro, cuida para que a visão do corpo de Brenda se torne ainda mais tentadora. Ela, então, olha novamente para o garoto e o chama, estendendo sua mão. Ele retribui o gesto. Ela o puxa e, em seguida, toma na sua o membro que, mesmo amolecido, ainda mostra um tamanho impressionante e que, aos poucos, ela sente crescer novamente em sua mão. Eles sobem, então, as escadas, em direção ao quarto onde ela dorme com o marido.

 

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