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Cartas-->Carta da Saudade antiga -- 19/06/2010 - 16:44 (José Ronald Cavalcante Soares) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Uma tarde de sábado, longe de casa, embora esteja em casa, procuro domar meu pensamento, pois ele se encontra indômito, tentando varar distâncias e dimensões para encontrar razões filosóficas para este meu eu de agora. Explico "o longe de casa embora esteja em casa": é que eu estou sozinho aqui em Miami, enquanto minha mulher está em Fortaleza na nossa casa do Ceará.

Noutro compartimento da casa, a TV ligada na Globo Internacional transmite notícias do Brasil: Dilma, José Serra, Marina, procuram atrair os votos dos incautos telespectadores.
Estou vacinado contra os ataques dos políticos cujas promessas irrealizáveis deixam estonteados os eleitores.
Bom seria votar sem obrigação. Sair de casa com os bolsos vazios, mas com a cabeça repleta de idéias.
Afinal, que norte apontava a bússula dos meus pensamentos quando iniciei estes escritos?
A África do Sul, para os que gostam de futebol, é o imã que vicia a agulha da bússula, mas a rosa dos ventos está maluca para mim e eu sigo visitando os quadrantes da terra, percorrendo todos os pontos cardeais.
Acredito que esta mensagem é tipo nonsense, virada para a lua que eu nem sei se crescente, nova, minguante ou cheia.
Só sei que, de repente, nesta tarde de sábado, sozinho e longe de casa, embora esteja em casa, repito, bateu em mim aquela saudade inominada, fantasma talvez de todas as outras saudades que tenho vivenciado ao longo dos meus dias...E quando a saudade bate assim, o melhor é fioar ouvindo músicas referenciais, pensando na companheira de todos os meus dias e ficar queitinho, chorando em silêncio até ela passar.
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