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Crônicas-->Palavras mortas -- 29/03/2018 - 11:12 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Palavras

Qual o peso senão a sonoridade? Cortante, se não pesa? Eclodem de uma cavidade motorizada por meros músculos que audaciam uma inteligência que não existe. Então, porque incomodam em tantas modas de interação? Para lavra oxigenam bucal mente o pensamento solitário e descansam ao silêncio tumular do vazio deixado por elas. Ambíguas, tísicas, tímidas... palavras, sulcam e revolvem vocábulos aprisionados, rebelam ou revelam... vida morta.
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