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Crônicas-->Presidenciáveis* -- 09/05/2018 - 23:22 (Benedito Pereira da Costa) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Presidenciáveis*


"Presidenciáveis condenam tiros em caravana" (CB, 29/03/2018, capa e p. 2).


Nada contra a condenação; entretanto, deveriam, salvo melhor juízo, preocupar-se com:


segurança;

alimentação;

habitação;

vestuário;

higiene;

transporte;

educação;

saneamento básico;

obras inacabadas (além das que ligam nada a lugar algum);

escolas sem condições de funcionar;

hospitais sem médicos, sem enfermeiros, sem equipamentos (e muitos que existem paralisados por inércia); ausência do material básico imprescindível para o atendimento da população sofrida e carente;

pistas intransitáveis;

quadras de esporte no abandono completo;

parques infantis enferrujados e ameaçadores em decorrência da falta de manutenção;

qualidade da merenda escolar de crianças de escolas públicas;

pobre que sofre calado todas as consequências da ineficácia administrativa do governo; federal, estadual e municipal;
A situação é lembrada atualmente pelos veículos de comunicação; contudo, no século passado, eu já a registrava, em parte, no meu soneto "Zero", abaixo transcrito ("Magia", Campinas (SP): Editora Komedi, 2006, p. 126):


Zero


Nada somos e pouco possuímos
Nesta existência de ilusão. Política
Domina. Gente quase paralítica
Vota enganos e espera achar os cimos.


Sujeira grande sempre descobrimos.
Pobre população semirraquítica,
À mercê de tiranos nem faz crítica
E emporcalha-se toda em podres limos.


Com o rei na barriga, tantos Pilatos
Negam-lhe: o leite, o pão, o angu e a sesta:
Maus e hostis, vangloriam-se dos atos.


E há o que vende a honra e até empresta
O nome por um ruim par de sapatos:
Antes, um pé; outro, depois da festa.


Brasília, DF, 20/05/1966.


continuando (com):


pontes sobre rios inexistentes;

enchentes;

alagações;

inundações;

presidiários que se apodrecem na prisão sem ter oportunidade de tratar a saúde debilitada;

enfermos desprovidos que esperam anos (sem sucesso) por cirurgia;

portadores de males severos que nunca encontram, nas chamadas "Farmácia Popular" remédio de distribuição gratuita;

salário baixo e humilhante de profissionais como: professores, médicos, policiais, pesquisadores e outros que representam honradez e devotamento ao trabalho.

agricultura;

extratividade;

indústria;

comércio;

importação;

exportação;

contas nacionais;

trabalhadores;

operários-salários-mínimos;

enriquecimento ilícito;

recolhimento devido de impostos e taxas;

Solução: deixar o ex-presidente Lula em paz e preocuparem-se com o que interessa ao povo faminto, analfabeto, desempregado, doente e abandonado à sorte e ao destino trágico.


Nota: não defendo nem ataco partido algum. Apenas registro um pouco do que a realidade cruel apresenta.


* Brasília, DF, 09/05/2018.











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