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Crônicas-->Madre Binha do Mosteiro Bidiônico -- 12/09/2018 - 08:35 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Mosteiro Bidionico

Leitura da madrugada, Ditadura Militar, posicionamento da Madre Superiora Binha da Freguesia de Pernambuco.

Tem um ditado popular que diz: “quem viveu, verá?”
A Madre Binha acordou assustada e atirou num mandacaru pensando que era um soldado. Foi quando percebeu que havia tido um pesadelo em que avistou uma paisagem verde simulando a presença de um soldado imóvel na freguesia de um Sertão chamado Pernambuco. A imagem estava tão imóvel que mais parecia uma estátua de um museu militar, faltando apenas um armamento nos braços no firme propósito de um sentido de continência. Foi quando ela revirou-se de um lado a outro à procura do rifle que a acompanha desde os tempos em que nem sonhava com o destino religioso.
No dia a dia, suas orações são o Credo completo para os afilhados e amigos e, para os inimigos a oração termina em morto e sepultado nas costas do infeliz. Anda silenciosa no Mosteiro a passos lentos e leves a cada pisada um olhar de lince.
Lá vai a Madre na vem a madre, a noviça Xuquita, vez em qdo escapole dos ensinamentos.
Certa vez, a Madre Binha segurou o silêncio por muitos meses sobre sua posição política diante de um candidato a presidentes de um Brasil de 500 ânus de espoliação, seus neurônios que são 44 bilhões esão em pé de guerra com a cultura do odeio que Bolsonaro tenta implantar e armar a população. A Madre já perguntou:”Quem vem lá diante dos portões do Mosteiro!? Nossas ideias alteraram vosso semblante! Alto lá e devagar que o Santo é de Barro e se rachar, haja pernas para o invasor!
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