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Crônicas-->O vermelho Pilar -- 17/09/2018 - 05:01 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
O Vermelho do meu encarnado Pilar Apilado lá no rancho do Humanista Artur Ramos e dos Bagres, brilhou e explodiu o grito da liberdade de expressão e lutou pela democracia. Mas deu bode e o Santo Frederico ficou a Deus dará. Numa estreita avenida na descida serpenteada pelo rolo de um major concreto na beira da estrada com base de argila, representa a marca de um tempo nefasto do regime Militar.
Regime esse que nunca se curvou e nem se curvará aos alicerces da democracia.
Numa praça Floriano Peixoto onde a história pinta Policarpo Quaresma na dor Caeté, lá se foi um burro com o caçuá cheio de bananas que a cada porta ao parar, um grito menino nas calçadas de um tempo. “Oia a banana!” Calção de bramante de resto do carnaval nas bandeiras dos postes. O tecido era caído até o chão, na confecção para vestir os meninos de um tempo no templo ao estilo gola mamãe na mangacão da época. Passarás a bandeira do ficar... Se não for o da frente és o de detrás. Atrás, detrás, dê licença bom barqueiro....
Come chira e beba o caldo, na beira da lagoa Manguaba, mas não lava o pé porque não quer. Batata doce, cebola para peidar pro cão...Cão ao chão de quatro a andar no cheirar sem entender o fedor do dono. Cachorro vira lata latido fino no vulto da madrugada e os lobisomens zonzos na força da aguardente para suportar o frio do momento, o frio do passado. Frio que precisa continuar aquecido pelo calor da minha gente acolhida pelo calor do encarnado meu Pilar.
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