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Crônicas-->Leitura do livro do apocalipse Bidiônico Valeu Minas -- 10/02/2019 - 13:11 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Leitura do livro do apocalipse Bidiônico: Valeu Minas num tempo capital

Os seguidores seguidores da filosofia bidionica ao serem batizados pelas águas do rio morto, saíram desolados com o lamaçal provocado por um vale que nada valia.
Na vida efêmera carente de vida, o capital é a eternidade materializada no mineiro rio que azedou no Vale. O nada na lama do tudo capital mirado mineiro minado na sarjeta terra a Deus dará. Salve -se quem puder e se der, banhe-se na lama saindo ileso e limpo. Enxugou com a toalha capital e enterrou a prova responsabilidade na hora da entrega do currículo. O doce lama virou, mas o Vale do Silício com a feira dos vis metais lamacentos continuou a seguir o curso natural no leito dos atores que se banham e saem para aproveitar o sol a sol. O rio continuou a seguir o trajeto, a lama diluiu, o capitalista morreu, o capital se eternizou nas civilizações junto ao futuro de um Deus dará no salve -se quem puder. O mineiro saiu sem nada levar numa Minas que deu vida à Vale que nada Vale. O desajustado ajustado Santo se fez no juízo final, comprando um Vale da vida que sepultou seus mortos com adornos heroicos de viver por viver. Valeu Minas no teu tempo capital fostes resistente e insistente em eternizar na eternidade que não te pertence pois ao capital, deste vida eterna. Tão carente és de vida na via única que não permite que voltes. Só tens a passagem de ida. Tua essência não te pertenceu pois entregastes o que não te pertencia. A mata virgem, foi estuprada pelo capital selvagem que por sê-lo, julgou ser o rei da floresta. Ela, pintou-se de lama para a subserviência dele. Ele, com o golpe de misericórdia fatal a sepultou e seguiu o fluxo normal de seus rios.
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