Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
41 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 56735 )
Cartas ( 21160)
Contos (12583)
Cordel (10005)
Crônicas (22135)
Discursos (3131)
Ensaios - (8937)
Erótico (13379)
Frases (43213)
Humor (18338)
Infantil (3739)
Infanto Juvenil (2600)
Letras de Música (5463)
Peça de Teatro (1315)
Poesias (137959)
Redação (2915)
Roteiro de Filme ou Novela (1053)
Teses / Monologos (2387)
Textos Jurídicos (1922)
Textos Religiosos/Sermões (4728)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Crônicas-->A Colcha da Vovó Sertão -- 27/07/2019 - 14:18 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
A Colcha da Vovó Sertão 

Quando bate a saudade, saio pintando no meu gabarito, a vovó e as vovós de todo mundo vovó, viva na cachalota da Lalá do meu peito sertão. No calor torrado do meu chão pilador, das manhãs líquidas das mães das mães. És a Manguaba, minha lagoa do meu amado Pilar. Vales das marrecas e Maria do Sertão, saudosa vovó de outrora....🌧🌧🌧 Natureza cinza, desagua nos prédios Maceió, mas vovó não está  presente. Vovó vivia no sítio que por lá passávamos, nos engana burros, com arames farpados do hoje que são os portões eletrônicos e elevadores. Oh vovó, vai para o inferno! Quem  mudou meu mundo vó da minha saudosa bisa, Maria do Sertão?
Adoro estampas e lembro do tempo em que fui menino e  meu pai, tinha uma loja de tecidos na cidade do Pilar. Essas estampas vendiam muito, e  chamava-se na época de bramante. Acredito que deva ser uma marca, pois quando forrada na cama, eu brincava com meus carrinhos miniaturas nas estampas como se fossem estradas, matas e caminhos para passar com os brinquedos do meu tempo. Minha avó, certa vez comprou uma cegonha com os carrinhos  (cegonha eram as carretas que transportavam os veículos para as concessionárias), para que eu como criança pudesse desenhar minha estrada futura. Essas estampas enchiam meu tempo garoto no Pilar de um tempo de outrora.

Marcosc Alexandre Martins Palmeira
Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui