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Crônicas-->A chegada de Messias a Olinda -- 01/08/2019 - 12:08 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
A chegada de Messias a Olinda


A chegada de Messias a cidade de Olinda, fez com que o município mudasse o nome para Lombra Voadora. Quando o avião apontou, o pó subiu e mexeu no túmulo do republicano Maurício de Nassau. Pois é... basta colocar pó de arroz que Vitalina bota pó e logo, Penisvalda vai sair do caritó.
A movimentação no vucu-vucu foi grande para saber qual o defundo rico receberia o convite de São Pedro para vestir a noiva Penisvalda.
Essa menina moça mais nova que a avó de Carmelinda, uma hora e dois minutos toca com a companhia de Dona Bela cabaço de aço. Mas, pobre da Penisvalda que deseja casar com véu e grinalda com seu noivo Rolivanio,  funcionário da pedreira quebra pica, já tão esgotado pelo exercitado trabalho para a noite de núpcias, entrou em queda de imunidade logo após e xililico de dona Bela. Sempre  repetitiva e com aquilo no guarda- cipó dela, Rolivânio já não aguentava tanta mesmice. 
A igreja, estava preparando as festividades na cidade e na ciência  após a visita, da tão sonhada visita de Messias. Olinda com um novo nome: Olombra Voadora. Messias ao chegar no local, arrumou  o maior fuxico de Pernambuco. Mas Martina, uma vizinha pra lá de fofoqueira, tão logo soube da visita, foi logo comprar pó para passar no rosto e ver se Rolivânio que no exercitado dele, não aguentaria mais um gene arejado, pois a família de Penisvada era acometida de um gene recessivo que comprometeu toda a família. Por isso, Martina acreditava que seria abençoada com o anel de Rolivânio. Não deu outra! Rolivânio na hora H, deu um salto de um metro e correu na velocidade máxima. Ele já estava acostumado a genética de Penisvalda e decidiu com ela casar, convidando para padrinhos da cerimônia, o  senhor Ronquelino e a sra Odete Tubarão.
Uma empresa foi contratada pelos nubentes para preparar e servir o cardápio à base de rabada, língua de boi, cunhão de boi ao forno, sobre cu de galinha de capoeira e ovo de codorna. Tendo como bebidas: xequeté, fogo paulista e catuaba com suco de Macaíba.
Como tira gosto, seriam oferecidos batata doce com ovo duro para dar boas vindas aos convidados na sugestão de Dona Peidolina.
Como o pároco mais antigo da cidade, o vigário Padre Bidião se ofereceu para celebrar o casamento para o evento que faria Penisvalda sair do caritó, sem nenhum custo aos nubentes. Esse seria o presente de casamento do ilustre pároco alagoano à família Messias das boas vindas e idas.
O Coral contratado foi Lombreta Boca de Flor, sem contar com Maria Priquitão, Dona Varada, Zé Rolinha e Maria Mata Rola. A banda será da filha da Odete Tubarão a Creuza Priquitinha.
Foi convidado de honra,  o Pastor Dorus, conhecido como escalador de gay para os festivais da nova cidade Olombra Voadora. Ciça Gorda pastora da igreja evangélica. Pau no Senhor, também havia sido convidada de honra. E da cidade de Palmares, foram convidados também, o Macho Men, Dona Kombi e Cara Arranhada.
Convidaram ainda, o presidente da associação Brasil de Ré, o Senhor Bozo Boca de Bosta.
No dia do tão esperado evento, Penisvalda apresentou uma diarreia daquelas que na igreja, fazendo todos os convidados saírem correndo da igreja  de tanto mau odor, enquanto Padre Bidião aguentou firme e forte a rajada da pobre nubente que não conseguiu desencalhar, pois Rolivânio por estar esgotado, não aguentou e desmaiou no altar. E assim, a cerimônia não transcorreu conforme o esperado e Penisvalda continuou encalhada num arrecife do Rio Beberibe.
Padre Bidião teve que celebrar uma semana depois, o enterro de Rolivânio e de Penisvalda que havia entrado em colapso hídrico por conta da diarreia.

Marcos Alexandre Martins Palmeira 
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