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Crônicas-->A caneta, Alexandre e a diretora -- 04/08/2019 - 17:09 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

A caneta, Alexandre e a diretora.


Numa tarde noite de instantes tantos, um inocente na rebeldia de Alexandre que havia assentido que um tal cara ficasse de tiracolo ao pescoço, e com seus trejeitos, tentou tocar na borboleta (uma espécie de bisciut de porta de geladeira com imã para ficar grudado e ao vento balançar, suas asas) pois bem Amassado és o Fera. Alexandre deu um ataque tolo e infantil diante de sua diretora que tinha um amor e respeito a ele,  pela dedicação e carinho nas interações da diretoria. A diretoria tentou assinar a exoneração de Alexandre no primeiro momento em quê, o mesmo foi deselegante num ataque ao Amassado. Já de papel na mão, eis a questão: Assinar ou não assinar a carta de demissão ao exaltado Alexandre? Eita, oia! Pia mesmo onde Alexandre fora mexer! 

Pobre Alexandre! Em momentos perturbados e a diretora em silêncio, enquanto seus olhos diziam: “Assinar ou não assinar a carta?” Alexandre na berlinda do instante, fez com as mãos e desmanchou no por do sol com os pés. Vento soprou e a borboleta no alto da boa vista do engenho do vovô Major Palmeira e Tia Lenilda de picilone mirando o chão e olhos duros em Alexandre. E agora Alexandre era o moleque Ricardo de José Lins do Rego perdido no grande Recife... seria o lobo da estepe de Hesse que passou o dia trancado numa hospedaria e saía à noite para caçar a Lua de sua Cruz das Almas no pátio das Palmeiras?

Alexandre enrolado que só o cabelo de Africano pela atitude grotesca, com quem o ama e a sua diretora diante da ira contra um Amassado que tentou entrar de gaiato no navio de sonho Alexandre.

Esse é um teatro com entrada franqueada para loucos e  Alexandre, sem pernas aguardará a demissão da diretoria.

Assustado estava como um lobo selvagem na grande São Paulo da avenida Brasil diante dos faróis dos veículos. Uma noite bombástica para poesias. Ele mar no seu percurso mar, maré seca, ventos lentos, borboleta de asas parada e sem o brilho da musicalidade a cada movimento asa. A diretora assustada com a postura Alexandre, deseja saber qual o destino que você leitora daria a Alexandre, para decifrar seu enigma? 


Marcos Alexandre Martins Palmeira 

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