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Crônicas-->Ó, Linda Alvoradinha! -- 06/08/2019 - 07:01 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Ó, Linda Alvoradinha 

Dém, dém dém... eram os badalos da matriz, anunciando a matina sendo rompida na madrugada menina, mulher e deusa. Ela, Lua, neve, leve e desaguando acima do pé menino de laranja lima, no torrado torrão do meu peito, que, dilacerado numa estação,  anuncia chegadas e partidas para o alto das Palmeiras. Um sorriso no infinito da chegada e uma saudade eterna na partida, partida do meu eu. Esperar, esperar o sol no horizonte de um céu cinzento e choroso. Lalá, alado fomos à outra margem Manguaba lagoa onde batizei meu amor lá na volúpia Lalá do meu desejo a cada olhar Lalá. Um convite para o amor Lalá e lá mergulho, adentrando em suas entranhas e beijando o labirinto da Deusa e não Deusa, essência do meu farol no mirante Maceió da menina Pajuçara. Minha  jangada no mar da lua lá. Cigana do meu destino... olhei para o universo e assenti Deus, velho de barbas, sofrendo e sentindo dores bem aventuradas. Acordei, era manhã de buzinas, barulho, formigueiro de gente. Respirei e disse vai para o inferno quem matou meu Eu curumim! Saudades, saudades, saudades de outrora do colchão de capim da vovó Maria do Sertão e dos carneirinhos no imaginário das nuvens passageiras de constantes mudanças de um processo falido que saqueou aos cantos gregorianos nossa Terra Caeté, a missa e o fim do Divino na fina Flor da falsidade, limitando os rios Humano numa tábua encardida de um Moisés no desejo Moisés diante dos cordeiros de Deus que, tendo pago os pecados fabricados, vive a Deus dará. Quem vem lá!? Essa bebida altera o vosso semblante!? Meu amor Lalá daí-me a palavra de passe para adentrar em vossa morada sagrada caverna mulher...

Marcos Alexandre Martins Palmeira
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