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Humor-->Três mulheres inteligentes e seus homens -- 17/03/2012 - 19:39 (João Rios Mendes) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Como neste mês comemoramos o Dia das Mulheres, quero homenageá-las contando histórias de três mulheres que se saíram muito bem de situações que pareciam embaraçosas com seus homens.
Comecemos pela Alzira. Havia alguns anos ela estava separada do marido. Ele já estava casado com outra e até tinha filhos. Só que há poucos dias ele descobriu que ainda amava a Alzira e resolveu cortejá-la. A Alzi nunca gostou da idéia e sempre se mostrou incomodada com a aproximação dele que cada vez mais procurava um pretexto para se demorar quando ia buscar os filhos. Pedia água, café, sentava-se um tempo no sofá, “puxava conversa sem pé nem cabeça” e fazia cara de boa pessoa.
- Eu to sacando qual é a desse cretino-sem-vergonha. Ele nunca foi coisa prestasse. Dizia ela cada vez que o ex-marido mandava uma mensagem carinhosa pelo celular.
Ontem ele quis ser mais romântico e mandou um lindo ramalhete de rosas vermelhas e um bilhete declarando todo seu amor. Ao receber as rosas ela “estremeceu dentro do vestido” pois julgava ser do seu namorado, mas o “bocoió não é nada romântico”, disse-me ela.
O bilhete estava escrito: “Alzira, receba estas flores como prova do meu amor. Hoje percebo o quanto perdi com nossa separação. Vamos recomeçar?”
Ela se encheu de ódio, não viu nada de romântico no descaramento do sujeito e teve a grande idéia. Disse ao entregador que o endereço estava errado que a dona do boquet havia se mudado há poucos dias. Escreveu o endereço “certo” e pediu para ele ir entregar. Obediente, o rapaz foi a procura da outra dona das rosas.
Pouco tempo depois o ex-marido ligou desesperado:
- Você é doida em mandar aquelas rosas lá pra casa? Quer acabar com o meu casamento? Minha mulher disse que vai me matar...
A segunda história aconteceu com a Márcia. Semana passada a encontrei radiante no restaurante da empresa. Perguntei qual o motivo de tanto sorriso, respondeu: - Meu marido saiu de casa. Foi pra casa da mãe dele.
Dei-lhe os parabéns, ela continuou:
- O melhor. Acho que ele vai voltar logo logo. Ontem a noite a mãe dele resolver morar comigo. Trouxe cinco malas cheias. Eu me dou muito com ela, é igual a uma mãe.
Intrigado, perguntei: - Márcia, seu marido vai embora, a mãe dele vem morar com você. Onde está a felicidade nisso?
- Sim, explico. Ontem a noite, por volta das onze horas, ele, preocupado com mãe ligou no celular dela. Ela respondeu com a maior severidade. “Meu filho não se preocupe, estou morando com sua mulher. E só saio da sua casa quando você sair da minha.” Num sorriso largo completou: claro que ele não vai aguentar muito tempo longe.
A última história já é conhecida de muita gente mas não deixa de ser interessante.
Suzana vivia um casamento feliz e estável até o dia em que descobriu que o marido a estava traindo com a Deusalene, a empregada da casa. Suzana não sentiu raiva nem não quis destroçá-lo, reação comum aos que se descobrem traídos. Disse que já sabia o que fazer: - Nem pestanejei. Arrumei as trouxas dele e o mandei embora, liberei-o.
Perguntei pela empregada, Suzana respondeu: - Mantive-a comigo.
E Argumentou: - A Deusa está comigo há sete anos. Onde se acha empregada que dure tanto tempo? Quanto ao marido, estávamos casados há dez anos. Não é difícil achar outro que dure mais dez.Eles não precisam demorar tanto tempo.
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