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Infantil-->Milton e o anjo -- 26/09/2006 - 18:01 (José Ronald Cavalcante Soares) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Contei para meu neto, que ouviu com muita atenção, a história do Milton, menino teimoso, traquinas, que vivia atormentando a vida de todos em casa.
Pois bem, o Milton, naquele dia, estava pior do que nunca, teimava e teimava, desobedecendo a avõ, o avô, a mãe e a empregada, coitada, que já não sabia o que fazer para domar aquela ferinha.
Então, o anjo da guarda dele, cansado de tanto dizer que ele se comportasse porque senão iria embora, falou no ouvido dele mais uma vez: Olha, Milton, se você continuar assim eu me embora e você vai ficar sem proteção.
Milton riu zombando do anjo, como quem não acredita naquilo que estava ouvindo.
Mas, naquele dia, como o Milton estava insuportável, o anjo foi voando e acenando a mão, dizendo:
Olha, estou indo embora, você está sem proteção nenhuma.
O Milton, duvidando, começou a correr. Levou uma topada e abriu uma ferida no dedão do pé.
Chorou de dor e gritava, volte, anjinho, por favor.
E o anjo respondia:
Só se você me prometer que vai ser um menino bom, nunca mais vai desobedecer os seus avós, a sua mãe e a sua empregada.
Milton chorava alto e respondeu fungando:
Eu prometo, eu prometo.
Mas, a abelhinha zabelê, que ia voltando para casa porque estava chuvendo, viu o Milton sem proteção e, então, aproveitou, deu-lhe uma ferroada das boas, bem na poupança.
Milton gritava de dor: Meu anjinho, por favor, volte logo, eu prometo.
E o anjo voltou para seu lugar, tomando conta do Milton.
Daquele dia em diante, como se fosse outra pessoa, Milton mudou inteiramente, passou a ser uma criança obediente, calma e, de vez em quando, ao ser tentado a fazer uma danação, lembrava que o anjo poderia fugir de uma vez e ficava calmo, calmo.
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