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Teses_Monologos-->World Capital of Wellbeing -- 12/09/2011 - 20:51 (Elpídio de Toledo) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
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Blog: John Thackara
World Capital of Wellbeing
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Along with “sustainability,” “wellbeing” is one of those words that is worthy, but hard to sell. Few would disagree that we need more wellbeing and less wasteful consumption — but the word lacks a visceral edge. It conjours up images of a well-run camp-site, or retirement community. Good to have, but not a destination to fight for.
Full marks, then, are due to Aalto University in Helsinki. They have made wellbeing their spearhead project in next year`s World Design Capital [WDC] festivities.
(I should disclose I was the guest of Aalto`s Wellbeing team last week. I gave a kick-off talk for them on Wellbeing in the Age of Wicked Problems.)
In order to bring the subject to life the Aalto team (pictured above) will commission twelve projects jointly with the cities of Helsinki, Espoo, Kauniainen and Lahti. Each project will address such real-world challenges as services to enhance a care home for elderly people; ways to improve the effectiveness of psychiatric care units; how to create smoke-free public environments.
These are early days. The 365 Wellbeing project will inevitably seem abstract for some months while conversations are nurtured, and projects defined, in the various communities. The first service prototypes are unlikely to emerge before the second half of 2012.
In choosing wellbeing as its theme in WDC Aalto has positioned itself astride a bit of a fault line. It is dawning on some designers in Helsinki that this innocuous word has radical implications for mainstream, business-as-usual, design.
More focus on wellbeing means, for example, less focus on the highly-branded products, services and spectacles that comprise a big part of the design industry`s traditional work. Behind its bland exterior [and that of it`s equally bland-sounding cousin, happiness] is evidence that wellbeing can be a replacement for — not an additon to — traditional economic activity.
WDC, as a model, was not set up to to explore uncomfortable differences. It was set up to promote design as a good thing in-and-of-itself. This something-for-everyone approach to design festivals no longer makes sense. For example, eighty per cent of the environmental impact of products and services is determined at the design stage; and the great majority of the communications and branding that fuel the ecocidal consumer economy involves input from the design business. Why celebrate those?
If WDC 2012 marks the moment that we stop pretending that all design is marvelous, or even defensible, just because it is design, then great. If Aalto`s designers and their city partners discover that wellbeing demands more creative innovation than they anticipated, and pens the way to a vast amount of new work, then better still.

Junto com "sustentabilidade", "bem-estar" é uma daquelas palavras de valor, mas difícil de vender. Poucos discordariam de que precisamos mais de bem-estar e menos de consumo esbanjador - mas falta à palavra um visceral limite. Ela pode denotar um bem gerido camping, ou uma comunidade de aposentados; um lugar bom de possuir, mas não um destino pelo qual se tenha de lutar para alcançá-lo.
Notas máximas, então, são devidas à Aalto University, em Helsinki. Construíram seu bem-estar com seu projeto de liderança mundial em festividades do ano, o World Design Capital [WDC]
[Devo contar que fui o convidado da equipe equipe do Aalto`s Wellbeing na semana passada. Dei o chute inicial com uma palestra para eles sobre Problemas de bem-estar na idade dos "wicked" ( diz-se de quando você tem que continuar com seu trabalho ou outra atividade embora você esteja muito cansado)].
A fim de trazer o assunto para a vida da equipe Aalto (foto acima) nomearemos doze projetos em conjunto com as cidades de Helsinki, Espoo, Kauniainen e Lahti. Cada projeto abordará desafios do mundo real tais como serviços de melhoria de um lar para pessoas com articulações crocantes; técnicas para melhorar a eficácia das unidades de atendimento psiquiátrico; como criar ambientes públicos livres de tabacos.
Estes são os primeiros dias. O projeto de 365 dias de bem-estar parecerá abstrato, inevitavelmente, durante alguns meses, enquanto ocorrem conversações e definições de projetos nas várias comunidades. É pouco provável que os primeiros protótipos de serviços surjam antes do segundo semestre de 2012.
Ao escolher bem-estar como seu tema em WDC, a Aalto estribou-se um pouco em uma falsa linha. Está ficando óbvio para alguns designers em Helsinki, que esta palavra inócua tem implicações radicais para o que possa vir a ser desenhado como normal, tendo ou usando ideias, convicções, etc. que sejam aceitas pela maioria das pessoas, ou para ser objeto de projeto normal de negócio.
Mais foco no bem-estar significa, por exemplo, menos foco em produtos de marcas nobres, serviços de alta qualidade e grandes espetáculos que compõem uma grande parte do trabalho tradicional da indústria do design. Por trás de seu suave exterior [o que é igualmente da sua sonora e branda prima, a felicidade], há evidências de que o bem-estar pode ser um substituto da atividade econômica tradicional, e não um acréscimo a esta.
WDC, como um modelo, não foi criado para explorar diferentes desconfortos. Foi criado para promover o design como algo de bom em si mesmo e de si mesmo. Esta abordagem, algo para todos, em designs de festivais de há muito não faz mais sentido. Por exemplo, oitenta por cento do impacto ambiental dos produtos e serviços é determinado na fase de concepção; e a grande maioria das comunicações e construções de marcas que alimentam a economia de consumo ecocida (ecocídio é extermínio deliberado de um ecossistema regional ou comunidade) envolve as entradas (o input) ao negócio do projeto. Celebrizá-los por quê?
Se o WDC 2012 marca o momento em que nós deixamos de fingir que todo o design é maravilhoso, ou até mesmo defensável, só porque é design, então, muito bem. Se os designers da Aalto e seus parceiros da sua cidade descobrem que o bem-estar exige inovação mais criativa do que o previsto, e delineiam o caminho para uma grande quantidade de novos trabalhos, então melhor ainda.





























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