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Infanto_Juvenil-->Hora de desentortar a moura? -- 14/11/2013 - 06:01 (Brazílio) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Jamais vi uma em meus tempos de primário. E, então, pelo menos três gerações

haviam-se formado de brasileiros abolidos. E éramos uns cinquenta e tantos milhões do

Oiapoque ao Chuí.

O ensino era maiormente público e, sem distinção de cor, credo, ou credencial,

compartilhávamos bancos escolares que conheciam, aparentemente, só uma

discriminação de conveniência, e então das mais fecundas: a das bundas. Nada de

nádegas de meninos e meninas dividirem um mesmo banco. Era tabu unir-se pelo

cu...chicho. Só mesmo por castigo por uma falta grave, é que um menino era forçado a

sentar-se ao lado de u`a menina.

Hoje talvez já não haja esse tipo de coisa. Parece até que a instrução pública anda tão

em baixa que já se não a vê no horizonte.

Mas, e as mestras, delas é que me ocorria falar, e fui fazer essa introdução de quase

página virar. As mestras eram todas brancas. Muito raramente se via u`a morena mais

escura, e não mais que substituta.

Seria só culpa da abolição que não redimira, não incluía o negro socialmente? Os livros

didáticos, contudo, corroboravam, com mediana clareza o que era nossa sociedade de

então: as historinhas, com raras exceções, exaltavam os heróis e heroínas europeizados e

carregavam na coloração do vilão, sobretudo, se fosse pagão. Ah, é hora de desentortar

a Moura.
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