Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
103 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 57032 )
Cartas ( 21138)
Contos (12549)
Cordel (9895)
Crônicas (21965)
Discursos (3125)
Ensaios - (10063)
Erótico (13235)
Frases (42222)
Humor (17921)
Infantil (3637)
Infanto Juvenil (2390)
Letras de Música (5453)
Peça de Teatro (1313)
Poesias (137382)
Redação (2894)
Roteiro de Filme ou Novela (1050)
Teses / Monologos (2382)
Textos Jurídicos (1918)
Textos Religiosos/Sermões (4543)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Teses_Monologos-->Voz anserina de ex-presidiária -- 22/12/2016 - 23:49 (Adalberto Antonio de Lima) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos



Ramayana  desistiu do triângulo amoroso que arquitetara, sem a anuência de uma das partes, e soltou sua voz anserina de ex-presidiária: ‘Pô, meu! Tipo assim... vamos deixar essa mariposa em casa.’



 


Não sabia se teve uma visão ou um sonho. Estava em casa, deitada na cama com traje domingueiro. E ao olhar-se no espelho, viu na testa uma cruz traçada com cinzas.  Não era quarta-feira. A cinza em qualquer estação é sinal de fragilidade da vida humana, em constante confronto com a morte. 


Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Seguidores: 2Exibido 337 vezesFale com o autor