Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
52 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 56719 )
Cartas ( 21128)
Contos (12517)
Cordel (9865)
Crônicas (21896)
Discursos (3121)
Ensaios - (10001)
Erótico (13200)
Frases (41730)
Humor (17749)
Infantil (3605)
Infanto Juvenil (2334)
Letras de Música (5448)
Peça de Teatro (1312)
Poesias (137078)
Redação (2886)
Roteiro de Filme ou Novela (1049)
Teses / Monologos (2381)
Textos Jurídicos (1917)
Textos Religiosos/Sermões (4524)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Teses_Monologos-->Voz anserina de ex-presidiária -- 22/12/2016 - 23:49 (Adalberto Antonio de Lima) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos



Ramayana  desistiu do triângulo amoroso que arquitetara, sem a anuência de uma das partes, e soltou sua voz anserina de ex-presidiária: ‘Pô, meu! Tipo assim... vamos deixar essa mariposa em casa.’



 


Não sabia se teve uma visão ou um sonho. Estava em casa, deitada na cama com traje domingueiro. E ao olhar-se no espelho, viu na testa uma cruz traçada com cinzas.  Não era quarta-feira. A cinza em qualquer estação é sinal de fragilidade da vida humana, em constante confronto com a morte. 


Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui