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Frases-->Dezembro - Empatia -- 05/12/2017 - 01:00 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Jornal Desideratum das Azalagoas



Dezembro, último mês do ano e muitas notícias ainda nutrem os canais de informação gerando muitas vezes indignação, outras espanto. Mas de alguma forma, o mês apesar de ser mais um mês, provoca uma mudança nas interações tendo em vista, a magia do Natal e o comércio que dele se beneficia. Mas, essa magia por não ser perene, não perdura ao longo do ano. Tendo em vista essa magia ser volátil, o mês de dezembro se torna um período especial uma vez que nos leva a uma reflexão a cerca da forma como vivemos seja no ambiente familiar, no trabalho e nas relações que nos garantem trocas de experiências de vida. Entretanto, nossas interações ainda carecem da empatia em que o indivíduo deveria aprender ou pelo menos tentar se colocar no lugar do outro. Essa característica existe apenas de forma tímida na sociedade, pois quando se encontra alguém com o perfil de empatia, existe uma forma de denomina-lo como uma pessoa romântica e portanto, fora dos moldes sociais estabelecidos. Vivemos como verdadeiras ilhas incomunicáveis, enclausurados num mundo totalmente particular, onde não existe a possibilidade ainda que mínima de sermos questionados quanto a nossa forma de ser. E a era da tecnologia fortalece ainda mais a presença de arquipélagos humanos incomunicáveis onde as interações só acontecem quando fatos que abalem de forma equânime essa geografia humana. Então, de que forma poderia-se haver uma melhora na qualidade das relações humanas sem a empatia? Simplesmente, não poderia haver. Existe um verdadeiro clamor social de fazer com que o ser humano aprenda a ser empata, uma vez que as interações estão desestabilizadas e voláteis, além da presença marcante do egoísmo social em que praticamente a visão da dor alheia está alcançando a cegueira. Aquilo que não desejo para mim, também não deveria desejar ao outro ou melhor, uma experiência está sendo aplicada sob o nome de museu da empatia, no qual a pessoa ao calçar o sapato de uma outra pessoa, conhece a história de vida do dono do sapato. Precisamos muito de experiências como está e de praticar a empatia de forma que seja algo comum, sem a necessidade do clamor que denota o quão doente está a sociedade
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