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Artigos-->PARANGOLÉ SEM RODEIOS -- 17/06/2011 - 08:23 (Adrião Neto) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

                                                                                                                                       PARANGOLÉ SEM RODEIOS

                                                                                                                                                                                                        Manoela Gomes – jornalista e escritora

                         O cotidiano dos habitantes do litoral piauiense e a participação do Estado do Piauí no movimento separatista de 1822 é o tema de “Parangolé” (romance, 162 p. Editora Nova Aliança, 2011) do escritor e pesquisador Adrião Neto.

                       A narrativa histórica bifurca-se com cortes simultâneos: a epopeia de tribos indígenas e as missões de padres jesuítas em conflitos de fixação no solo do litoral piauiense dos tempos do império. De outra parte, insatisfações, conflitos e revoltas dos habitantes da região contra os representantes da Corte Portuguesa no Brasil.

                     De acordo com o autor, “Parangolé” é uma reedição do livro “Eterna Aliança”, lançado em 2000, porém, o novo trabalho trás novidades. Uma delas é a mudança na linguagem dos personagens. “A nova edição está mais adequada ao perfil dos personagens. Notei que os menos cultos falavam de forma muito rebuscada, então troquei todos os termos por uma linguagem mais coloquial, o nordestinês”. "Ambientei a narrativa no período histórico em que ele ocorre – o Período Colonial”, comenta.


                      A saga de “Parangolé” tem como marco inicial o ano de fixação dos primeiros pescadores em Amarração, oriundos da região ribeirinha do Parnaíba, do Maranhão e do Ceará; desenvolveu-se durante o período de efervescência do movimento separatista de 1822, estendendo-se até o final do período revolucionário, que teve seu auge com a Batalha do Jenipapo. Durante seu percurso, o enredo narrativo original misturou-se com alguns dos principais fatos da História do Piauí e do Brasil, ampliando seu raio de ação do litoral para o restante da Província.

                          Adrião Neto explica que os principais fatos e acontecimentos narrados em Parangolé são historicamente verdadeiros, embora tenha usado passagens literárias de cunho ficcional para dar mais suavidade e leveza ao texto. Um dos personagens de destaque do livro é o índio Mandu Ladino, retratado na página 54.

                        Uma das características do autor em sua carreira literária é a preocupação em divulgar o Piauí em seus aspectos histórico e cultural. “Meu objetivo é não deixar cair no esquecimento figuras que fizeram parte da nossa história. É através da pesquisa que resgatamos o nosso passado e também as figuras integrantes da história. Na verdade cada trabalho que realizo faz parte de um grande objetivo que é divulgar o Piauí, valorizar nosso Estado e resgatar a nossa história e memória”, completa.

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