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Ensaios-->Sobre "Estrada sem fim" -- 26/02/2019 - 08:40 (Adalberto Antonio de Lima) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Comentários do leitor virtual
  

• Todas as noites, antes de dormir, e aos domingos, leio uma ou mais obras suas... Descobri-o no site Usina de Letras, pois eu sou compositor, músico, professor e em breve as minhas obras vão estar nele... Um grande abraço deste amigo e leitor. Felicidades! Dois Lajeados – RS. 2008-02-23. Nilso Ziglioli.
 
• Gostei... me levou à minha infância, na casa da minha avó, quando eu ficava na cama adivinhando as sombras que entravam pelas frestas da janela. Muito bom.  maria do rosário bessas. Recanto de Letras 06/02/2018 18:55OOh.
 
• Oi tio! Cada dia que passa, sinto-me mais orgulhosa da sua produção literária. Você escreve com a alma e o coração. Siga em frente! A luz que você irradia no seio da nossa família irá iluminar todo o BRASIL. Abraços. Nadja Caroline Lima de Barros Araújo - Teresina-PI - 2008-06-09. Usina de Letras.
 
• A história é interessante até porque você, através do personagem, mostra as dificuldades do autor para criar o seu enredo. Vou acompanhar com interesse a continuação. Victor do Carmo · Portal Literal. Rio de Janeiro (RJ) · 27/11/2010.
 
• Você cria imagens incríveis, com talento. Já não vejo a hora de poder tocar o livro! Já devia ter publicado, já devia...  Pouso Alegre. Vania Lopez · 1/12/2010. Portal Literal.
 
•  Li e apreciei duas obras tuas,  por enquanto. Confesso que gosto de temas de humor, que foi o que me veio ao clicar. Lerei mais para depois dizer minha opinião. O ofício de crítico que tenho na Europa,  pretendia não tê-lo no Brasil. Mas o costume me pilha a olhar com critério o que leio. Tentarei perder o hábito. Continuarei lendo. Para ti daqui de Madri. Portal Literal. Eu*Gênio · 14/11/2010.
 
• Seu texto traz a pureza madura, essencial à instrução em todas as idades. As palavras tocam, na verdade cutucando, emocionando, cobrando não apenas reflexão, mas atitudes. Matilde Diesel Burile. Recanto das Letras. União da Vitória – Paraná – Brasil. 10/06/2017 09:18OOh.
 
• Puxa! Meu companheiro, raramente se lê uma maravilha como essa "ÍNDIA APINAJÉ"! O linguajar caboclo e as belas metáforas enriqueceram sobremaneira esse belíssimo conto. O texto magnetiza. Prendeu-me do prólogo ao epílogo.  Abraço amigo e até breve.  Jajá de Guaraciaba. Recanto das Letras. 11/09/2014. 
 
• ... A superstição (coruja rasga mortalha em voo sobre o telhado), os costumes e crenças nativas (o sacrifício dos recém-nascidos gêmeos ou com defeito físico), o esmero nos diálogos e a perfeita ambientação da história emprestam relevância a este causo bem contado.  Awnh. Recanto das letras 18/12/2018 16:41h.
 
•... Esse é o melhor fragmento que li de "Estrada sem fim". "Assado de panela com a sua panturrilha"... Francamente, a literatura é mesmo inesgotável. Nunca soube de um ossobuco mais sensual em toda a história literária da civilização ocidental. Forte abraço do Juiz Golden. Recanto das Letras, 12/05/2017 18:01
 
• Meu Caro: Os romances são obras inacabadas. Sempre. Pelo fato de a Vida assim rebarbar... Não marque data para aprontar o trabalho. Adicione ou retire texto, somente quando estiver inspirado. Pense sobre o sentido de cada frasal, de cada parágrafo. ‘Não force a barra... ’  Arnaldo Massari · Campinas (SP) · 1/12/2010. Portal Literal.
 
• A imaginação criativa permite esses voos, navegação de longo curso, um belo e profundo diálogo sobre a Alma, respaldado em colaborações de confrades do Portal. A sua faceta mística é para mim mais uma demonstração do talento criador que caracteriza teu trabalho. andré albuquerque· Recife (PE) 13/1/2011. Portal Literal.
 
• “Sem temor nem medo, escarneceu do Anjo Negro e voou para a Luz”. Assim você conclui o seu texto, e nos deixa refletindo no poder da palavra, na beleza do sentimento que ela nos dá..., e nos convence. Paulo Valença.  Recife (PE)  13/1/2011. Portal Literal.
 
• Amigo meu! Você me colocou de freira? Confesso que falta pouco!... Este conto lindo  me fez encher os olhos de lágrimas. Nem sei o porquê. Só sei que a alma extravasa ao ler coisas assim. Não sei se você quer que avalie o valor literário, ou o teor ortográfico e gramatical... Paola Rhoden. 21.11.2010. Portal Literal.
 
• Tem ritmo e poesia esse trecho de romance!! Tu consegues mantê-lo desse jeito durante a obra toda? Se sim, tens um grande livro em mãos!! Make — Recanto das Letras — 22/02/2019 19:27.
 
• Beto! A verdade é que o ser humano é muito confuso, cheio de carências, materialista e egoísta... Mas tem dentro de si uma partícula divina que o leva a refletir, de vez em quando... E sofre... E chora... E é um coitado! Estava aqui depois de longo tempo, me atualizando nos teus textos, bebendo de tua “Água poética” e de tuas ricas opiniões, nem sempre acordes com as minhas, mas sempre sóbrias e saídas do coração e da razão! Cada hora, uma surpresa... quando te procuro na Usina de Letras, parece que o “ O TÍTULO ME CHAMA” * * * Deixa um espacinho, para mim, no prefácio, que eu preciso falar de ti (...) Abraços! Milarder. Rio de Janeiro.
 
 
 
 
 
 
Em uma Estrada sem fim com o amigo Adalberto Lima
 
 
Como criação das faces vividas de cada personagem,  “Estrada sem fim” descreve   um passado que tangencia a fronteira tênue entre a realidade e a ficção, morte e vida acerca das possibilidades e impossibilidades.  Amor e Felicidade que a dor e a subjetividade definem nas imagens contadas em diálogos por seus personagens;  um espetáculo do tempo e do mundo: a beleza, as turbulências, as criaturas, o sagrado e o profano, a angústia e a tristeza são menções iniciais que nos dão um perfil ao longo das narrativas, que se  vão trançando num sentido homogêneo da leitura. A integridade da obra está na veracidade das palavras, na transparência das atitudes, no compromisso com a verdade e  nas reflexões fundamentadas, em que a força transformadora desta, está na lateralidade da vida como conjugação mirabolante de mundos possíveis. Eis, aqui a linguística evoluída, tendo como alicerce e viés da leitura a história dos termos empregados pelo autor: “Os gêneros literários não morrem,”  de fato, ao longo do tempo e da história os gêneros passaram por controvérsias, que foi difícil um consenso no que tange a uma classificação mais flexível, capaz de abranger a Agnemicidade do que leio nessa construção de almas. Até o cruzamento literário faz parte de sua criação. A construção das identidades e as representações de mundo são retratadas com olhar sistêmico—funcional. Com uma magnífica literatura de raiz Adalberto Lima usa e abusa das metáforas, das frases diretas e comparações.  A obra estrutura-se  tendo em vista a teorização, aplicação e encontro de alternativas aos problemas suscitados pela análise dos fenômenos de linguagem em torno das intenções (individuais e coletivas) comunicativas na conversação do dia-a-dia; chistes, sonhos, controvérsias, das metáforas, da arte, da cultura regional, bem como discutem modelos de interpretação e compreensão em diferentes campos de ideias;  questões teóricas e práticas que  contemplamos e observamos nas dimensões sintática, semântica e retórica da linguagem. Sua ideologia como função estética é implícita. A construção morfossintática, que relaciona ideologia de um tempo passado com a arte aplicada, cumpre uma função estética em seu texto literário de coesão e coerência, estruturando-se como uma realidade formal e prendendo a atenção do leitor, até o término da narrativa; o componente semiótico na discussão social e familiar busca em sua estrutura a presença de um discurso ideológico subjacente: o protesto da mãe quanto ao registro do filho com o nome Gagarin:  ‘Não quero  mais um ateu dentro de casa!’, revelando-nos o próprio discurso  ao sopesar os modos, os focos narrativos do ideal de fé. Se é verdade que aí podemos descortinar o reflexo do real, através da duplicação de desejos, costumes, também nos é facultado apontar o fio condutor da narrativa,  como estrutura: o que é — quando pode ser; localizado num bloco que se isola de ensejos financeiros e nos permite, como leitores, apreciar, avaliar e aplaudir a construção semântica deste romance. Suas palavras têm uma forte ligação, observando a composição poética "Anjo Negro" com a classificação dos estilos e dos gêneros da retórica (ou eloquência), que percebo e avalio na distribuição das palavras no texto.  O autor tem um estilo próprio, em sua forma humorística e, ao mesmo tempo, séria de descrever suas histórias. Com uma linguagem & 39;trivial& 39; prende a atenção do leitor do inicio ao fim. E, é esse o principal papel de um escritor: despertar no leitor a curiosidade do final da história. Os pensamentos diversos, em sua maior parte, espelham momentos de sabedoria, entusiasmo, fé, esperança e grande olhar para um futuro, refletindo circunstâncias marcadas de paixão, amor, decepção, encontros e desencontros. Os textos simbolizam um pouco da vida de cada um de nós; a maneira peculiar de recriar a vida e o universo humano, conforme a própria realidade vivida pelos seus personagens são inquietudes e sonhos que compõem os tantos mistérios da vida real.  A teoria do guarda-chuva aplicada, expressa a insegurança e o medo que o poeta sente, seja de ordem biológica ou criada socialmente, em não atingir a total aceitação do leitor à sua obra. Encontro ainda na recepção do texto "ecos" na filosofia da lógica, na filosofia da linguagem e na interrogação que fica sobre o uso do ‘guarda-chuva’, que se aproxima de uma ideia de ficção e de artifício, confortável com a imaginação conceitual do poeta. Mas, que em nosso delírio de leitor, o guarda-chuva é peça fundamental. Não há meteorologia que nos permita sair e nem tirar férias da chuva, muito menos de nossos guarda-chuvas; um guarda-chuva de regras a prevenir a presença marcante da Estrela e do Poeta: onde não existe regra a precipitação nos atinge. Percebo na obra a presença da linguagem em diversos níveis semânticos, sintáticos, morfológicos, lexicais e até mesmo, por que não, pragmático. Este último, minha espinha dorsal na linguística.   Enfim, um escritor que vira com facilidade as páginas de sua criação e, que se adapta às várias formas de estilos para escrever suas ideias, inconstantes, volúvel, práticas e muitas vezes, humorísticas com uma qualidade variada e numerosa em sua atividade humana, e conjunto de ideias e ideais comuns, executando com praticidade, simplicidade, e  beleza seu ACERVO CLTURAL!!! 
 
 
 
Solange Gomes Fonseca.
Formação Acadêmica em Letras Português/Literatura,
 e Psicologia do Comportamento Humano (na linha de Skinner).

***
Créditos: Diversos autores conforme citado no corpo dos textos.
Imagem: Internet

 
 
 
                
diversos autores
Enviado por Adalberto Lima em 26/02/2019
Reeditado em 26/02/2019
Código do texto: T6584357 
Classificação de conteúdo: seguro

 

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