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Artigos-->PESSOAS DE PORTFÓLIO OU DE COMPETÊNCIAS PORTÁTEIS -- 21/10/2014 - 14:44 (rodrigo mendes delgado) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

PESSOAS DE PORTFÓLIO OU DE COMPETÊNCIAS PORTÁTEIS – A BUSCA DO CAPITAL INTELECTUAL

 

 

 

Rodrigo Mendes Delgado

Advogado e Consultor Jurídico do Escritório Macedo e Delgado Advocacia, Consultor Empresarial, Personal & Professional Coach certificado pela Sociedade Brasileira de Coaching (SBCoaching), Palestrante, Ex-Professor de Cursos preparatórios para concursos públicos, Parecerista, Palestrante, Especialista em Ciências Criminais pela UNAMA/LFG, Escritor, Autor dos livros: O valor do dano moral – como chegar até ele. 3.ed. Leme: Editora JH Mizuno, 2011; Lei de drogas comentada artigo por artigo – Tráfico e Porte. 2.ed. Leme: Editora Cronus, 2012; Soluções práticas de direito civil comentadas, Leme: Editora Cronus, 2013.

 

Sites:

www.excelenciaemcoaching.wordpress.com

http://www.sbcoaching.com.br/ocoach/rodrigo_delgado/

 

Contatos: (18) 3641-3294, 99103-5120 e 98116-5889

 

E-mail: rmdelgado@ig.com.br, delgado.advocacia@aasp.org.br

 

 

 

Resumo: Há pessoas que nascem gigantes. Outras se fazem gigantes por suas atitudes. Qualquer pessoa pode ser um gigante se permitir que a grandiosidade que está dentro de si aflore. Não tenha medo de ser grandioso. Não tenha medo do sucesso. Não tenha medo da inveja que sua grandiosidade pode despertar nas pessoas ao seu redor, pois, você foi feito para o sucesso. Escolha ser grande neste momento, neste instante, agora, pois, o agora, é tudo que temos. O ontem é passado, o amanhã, um mistério, mas o hoje, é uma dádiva, é por isso se chama presente.

 

 

 

I – Introdução

 

O mundo globalizado trouxe ao homem contemporâneo inúmeras necessidades, antes inexistentes. Necessidades não apenas materiais, mas, fundamentalmente, existenciais.

Mais do que nunca, o homem tenta entender a si mesmo e ao seu semelhante.

Se você acha que se educar, se aprimorar é um processo oneroso, caro, experimente os efeitos da ignorância e verá o que realmente é oneroso. A ignorância sempre custou lágrimas e sangue à humanidade, fazendo prova disso os cruéis fatos registrados pela história humana. Das perseguições religiosas empreendidas na Idade Média ao Nazismo do Século XX, incontáveis vidas se perderam em decorrência do amargo sabor da ignorância. Ignorância da ausência de autoconhecimento.

Quando milhares de pessoas estão reclusas nas trevas da ignorância, uma minoria sai de seus covis para domá-las e subjugá-las. Disso decorreram os governos ditatoriais e despóticos.

Foi por meio do Iluminismo, chamado de “Século das Luzes” ou “Era da Razão” que o homem abandonou o obscurantismo da religião estagnante e passou a explorar e entender o Universo que habita, fazendo indagações não apenas sobre o Mundo externo, mas, fundamentalmente, sobre “seu mundo interior”, sua essência. As perguntas milenares “quem sou?”, “de onde venho?”, “para onde vou?” começaram a ganhar importância na vida do homem.

Inúmeras mudanças ocorreram no Mundo. Mas, referidas mudanças somente foram possíveis porque partiram do homem. Como dizia o filósofo grego Protágoras: “O homem é a medida de todas as coisas”.

 

 

II – Tomada de consciência

 

É a tomada de consciência do indivíduo enquanto ser pensante e, portanto, criador e gestor do conhecimento que o diferencia do objeto estudado. É a grande diferenciação filosófica entre coisa pensante (homem) e coisa pensada (objeto estudado).

A relação sujeito-objeto é a condição sem a qual não há a possibilidade do conhecimento humano. Sem esta relação não é possível o conhecimento, ou seja, o acúmulo de informações acerca dos mais variados assuntos.

Conhecimento, consoante definição vocabular é: “conjunto de conhecimentos socialmente adquiridos ou produzidos, historicamente acumulados, dotados de universalidade e objetividade que permitem sua transmissão, e estruturados com métodos, teorias e linguagens próprias, que visam compreender e, possivelmente, orientar a natureza e as atividades humanas.

Cumpre, para facilitarmos o entendimento, que definamos o significado destes conceitos fundamentais à própria existência da ciência, ou seja, a relação sujeito-objeto.

O sujeito desta relação cognoscível é o homem, ou seja, a pessoa. O homem, portanto, é aquele que tem a capacidade de pensar, de conhecer, de se lançar em busca de algo, sendo, por conseguinte, a coisa pensante, ou, do latim, a “res cogitans”.

Pensaré um verbo, que denota uma ação. Neste caso, pensar é “submeter (algo) ao processo de raciocínio lógico; ter atividade psíquica consciente e organizada; exercer a capacidade de julgamento, dedução ou concepção; refletir sobre, ponderar, pesar”. Pensar é direcionar-se a algo que pode ser conhecido, apreendido, entendido. Deste processo temos acúmulo de informações, de dados observáveis, de conhecimento.

Somente criaturas com estruturas neurais mais avançadas são capazes de pensar, de se abstraírem da realidade na qual estão inseridas e procederem ao entendimento de si mesmas (auto-entendimento) e do ambiente que as rodeia (alo-entendimento[1]). Mas, não basta a coisa pensante para que se tenha a construção do conhecimento. Há a necessidade de algo que seja pensado, analisado, pesquisado, discutido. Este algoé o objeto.

O objeto é representado por tudo aquilo que pode ser conhecido, que pode ser apreendido, analisado, perscrutado, classificado e definido, por meio de métodos, teorias e linguagem próprias. É toda coisa que, estando fora do homem, possa ser alvo de pesquisa e observação, ou seja, possa ser percebido pelos sentidos.

O objeto constitui aquilo que é dado, a coisa pensada, do latim, “res extensa”. A ponte que liga o sujeito ao objeto é o pensar, ou seja, o raciocínio. Assim, o homem se lança ao cognoscível, isto é, em direção àquilo que pode ser conhecido, através de seus sentidos. E o objeto está aí justamente para isso, para ser conhecido e analisado, formando, assim, a base e o conteúdo do conhecimento para viabilizar a ciência.

Para o conhecimento é necessário um objeto, que sirva de suporte ao sujeito, para que se possa estabelecer a ponte do pensar, ou seja, a ligação entre ser pensante e coisa pensada, ou, do latim, “res cogitans et res extensa” (coisa pensante e coisa pensada).

O dado é o elemento (objeto) natural, que se apresenta na natureza sem qualquer intervenção humana. É a matéria-prima em seu estado bruto. Já o construído é um produto da intervenção humana sobre o dado, moldando-o, transformando-o e alterando-o para que, o objeto inicial (dado), quase não seja reconhecido ao final do processo de transformação (construção). O construído é, inegavelmente, um processo cultural.

Surge, assim, a distinção entre o dado e o construído. O dado é aquilo que se apresenta de forma pura e simples na natureza, de forma objetivamente considerada, pois, o objeto existe independentemente do sujeito. É o sujeito que depende do objeto e não o objeto que depende do sujeito, do ponto de vista da teoria do conhecimento (epistemologia).

O homem só tem consciência de sua existência, a partir do momento em que adquire a capacidade de pensar, pois, ao pensar, pode se abstrair da realidade fenomenológica e analisar a si mesmo. Adquire uma consciência de si para si.

Como dito, o dado é aquilo que se apresenta independentemente do sujeito e de qualquer intervenção sua. Mas, aquele que analisa é um ser dotado de opinião acerca daquilo que é analisado.

O sujeito imputa ao objeto analisado uma carga de subjetividade e, ao colocar este acessório no objeto principal, este (o objeto), primitivamente apenas dado, se torna construído.

Assim, o construído é o dado acrescido da subjetividade do sujeito que o analisa. Surgindo daí, a distinção entre o dado e o construído. O construído forma a cultura humana.

E é em busca da construção do conhecimento e, portanto, de si mesmo, que o homem moderno deverá empreender sua maior e mais ousada jornada.

 

 

III – Um mundo em constante mudança. A única certeza é a total ausência de certezas

 

O título deste estudo, ou seja, “pessoas de portfólio” foi cunhado por Chales Handy[2] e demonstra a nova realidade mercadológica dos profissionais que ainda estão ativos no mercado de trabalho.

Houve um tempo em que o sonho dourado daquele que se iniciava no mercado de trabalho era a carteira assinada. O primeiro empregado tornava-se, não raras vezes, o único trabalho na vida de uma pessoa.

Isso porque, tal situação, outrora, era símbolo e garantia de estabilidade e segurança. Além disso, manter um registro em carteira, por vários anos, de uma mesma empresa, dentro do imaginário daquela época, significava um trabalhador assíduo e fiel, ou, como se diz no jargão popular: “era o funcionário que vestia a camisa da empresa”.

Apresentar uma carteira de trabalho, sem muitos registros, era um currículo perfeito e impecável para manter a empregabilidade de uma pessoa. Apresentava-se a carteira e a garantia de empregar-se em nova empresa era quase certa.

Uma pessoa podia ficar décadas em uma mesma empresa e nela se aposentar[3]. Mas, uma nova e “assustadora” realidade surgiu diante dos olhos do homem do novo século: a segurança é uma ilusão.

A única certeza que o mundo pós-moderno garante é a total ausência de certezas. A sensação de segurança mostrou-se muito mais uma ilusão do que uma realidade. O mundo atual nos revelou que a única permanência é a de que tudo muda. A todo instante.

Por essa razão o homem não pode se estagnar. Foi-se o tempo em que as pessoas detinham uma única competência profissional e oferecendo-a ao mercado de trabalho estavam com suas carreiras garantidas e a salvo de qualquer imprevisto, qual seja, o temido desemprego.

O homem teve que mudar. E ao mudar teve que se tornar multifacetado, isto é, polivalente. Detentor de várias competências. Competências estas que pudesse levar para qualquer lugar do mundo e oferecer aos que delas necessitassem e, assim, garantir sua permanência no mercado de trabalho.

Não como um mero produto, estanque, imóvel, inerte, mas como um prestador de variados serviços, um portfólio ambulante de competências, um capital intelectual móvel.

Onde estiver, quem dele necessitar e tanto quanto for preciso, ali estará o ‘novo homem’, o ‘homem das mil faces’ com suas competências portáteis, seguro, completo, disponível.

O investimento em si mesmo tem sido o maior desafio do homem. E isso apenas é possível por meio do autoconhecimento. Autoconhecer-se é perceber a si mesmo, ao outro e o mundo que o rodeia.

Somente esta visão tridimensional da percepção permite o conhecimento pleno e, por conseguinte, a conquista do capital intelectual. Este capital requer, por conseguinte, um investimento. Mas, não qualquer investimento.

Necessita de um investimento real e verdadeiro em si mesmo. Requer do empreendedor de si, tempo para investir em si mesmo. Um verdadeiro auto-empreendimento [empreendimento interno, em si mesmo], muito mais cheio de emoções e desafios do que o alo-empreendimento [empreendimento para coisas externas, fora do indivíduo].

Isso para se autoconhecer, se autodesdobrir, se inventar e reinventar a todo instante. Tudo isso, para adquirir uma importante característica, presente em alguns animais na natureza, como o camaleão, que é a capacidade do mimetismo[4]. O mimetismo, singelamente, pode ser conceituado como a capacidade de se adaptar ao ambiente em que se vive. Esse o grande desafio do Século XXI. Aliás, um desafio de todos os tempos. Mas, nos últimos séculos, uma capacidade cada vez mais necessária.

Para isso, no entanto, é preciso vencer um dos quatro gigantes da alma: o medo, o grande gigante negro. O medo nos impede de sermos tudo aquilo que de mais extraordinário podemos ser.

O aperfeiçoamento pessoal é o primeiro passo para o aperfeiçoamento do mundo. O Dalai-Lama[5] assim disse: “Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações no seu próprio interior”. E conclui: “Desse ponto em diante, as mudanças se expandirão em proporções cada vez maiores. Tudo o que fazemos produz efeito, causa algum impacto”.

Outro veneno da alma é a preguiça. O Dalai-Lama[6] refere três tipos de preguiça, que são:

 

A preguiça interrompe o progresso (...). Podemos ser ludibriados por três formas de preguiça: a que se manifesta como indolência, que é o desejo de adiar; a que se manifesta como sentimento de inferioridade, que é duvidar da própria capacidade; e a que se manifesta como a adoção de atitudes negativas, que é dedicar um esforço excessivo àquilo que não é virtude.

 

Precisamos colocar as engrenagens do mundo em movimento. E só se coloca as engrenagens do mundo em movimento, quando colocamos nossas próprias engrenagens para funcionar, através das práticas do autoconhecimento e do auto-aperfeiçoamento.

É na ociosidade que surgem as grandes armadilhas. O arado que trabalha a terra, preparando-a para a fecundidade que produz o alimento que sacia a fome de milhões de pessoas, ao experimentar os efeitos da ociosidade estagnante enferruja, perdendo, assim, todo seu poder e majestosidade.

Sobre a ociosidade, o filósofo Michel de Montaigne[7] assim disse:

 

Retirei-me há tempos para as minhas terras, resolvido, na medida do possível, a não me preocupar com nada, a não ser o repouso, e viver na solidão os dias que me restam. Parecia-me que não podia dar maior satisfação a meu espírito senão a ociosidade, para que se concentrasse em si mesmo, à vontade, o que esperava pudesse ocorrer porquanto, com o tempo, adquiria mais peso e maturidade. Mas percebo que: na ociosidade o espírito se dispersa em mil pensamentos diversos, e ao contrário do que imaginava, caracolando como um cavalo em liberdade, cria ele cem vezes maiores preocupações do que quando tinha um alvo preciso fora de si mesmo. E engendra tantas quimeras e idéias estranhas, sem ordem nem propósito, que para perceber-lhe melhor a inépcia e o absurdo, as vou consignado por escrito, na esperança de, com o correr do tempo, lhe infundir vergonha. (sem grifos no original)

 

A ociosidade produz “tantas quimeras e idéias estranhas, sem ordem nem propósito” que a pessoa se torna um corpo sem alma, que vaga na alienação, produzindo nada e consumindo tudo, sem qualquer padrão de qualidade, como, por exemplo, o lixo televisivo que, a todo o momento, povoa os programas de televisão.

É por isso que em nosso país “reality shows” fazem tanto sucesso. Pessoas vazias mostrando seu imenso vazio para pessoas ainda mais vazias que as assistem, de camarote.

As pessoas estão se tornando verdadeiros zumbis, lamentáveis e tristes mortos-vivos. Essa, talvez, a explicação para que tantas doenças psiquiátricas e neurológicas estejam assolando a população. Corpo vazio e sem conteúdo fica sujo, apodrece e desenvolve doenças. Pensemos nisso.

O que estamos esperando? Do que temos medo? Será que tememos a intensidade do brilho que podemos atingir?

Vejamos o que disse Nelson Mandela sobre a verdadeira e real capacidade humana:

 

Nosso grande medo não é o de que sejamos incapazes.

Nosso maior medo é que sejamos poderosos além da medida. É nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos amedronta.

Nos perguntamos: "Quem sou eu para ser brilhante, atraente, talentoso e incrível?" Na verdade, quem é você para não ser tudo isso?... Bancar o pequeno não ajuda o mundo. Não há nada de brilhante em encolher-se para que as outras pessoas não se sintam inseguras em torno de você.

E à medida que deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo. (grifei)

 

Será que temos medo daquilo que realmente podemos fazer? Da luz que podemos emitir? Das pessoas que podemos e, certamente, iremos incomodar?

Não devemos ter medo de ser grandes, pois fomos feitos para a grandiosidade. Afinal, “à medida que deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo”.

Aqueles que recriminam nosso sucesso e torcem contra nosso crescimento e aprimoramento não são nossos verdadeiros amigos, porque os verdadeiros amigos respeitam e ovacionam nossa escalada ascensional.

Cuidado com os que dão tapinhas nas costas. Esses, os verdadeiros lobos em pele de ovelha[8]. Melhor ter um inimigo declarado, do que um falso amigo. Do inimigo esperamos o golpe, que talvez nunca venha, mas, do falso amigo, vem aquilo que nunca imaginaríamos que viria, um golpe bruto, violento, venenoso, que nos derruba e nos entorpece a alma.

Portanto, esse o momento da tomada de consciência.

Não tenha medo de ser aquilo que quiser ser. Autoconhecimento, essa a meta para a verdadeira evolução. Faça-se o gigante que você pode e quer ser.

 

 

IV - Conclusão

 

Há pessoas que nascem gigantes. Outras se fazem gigantes por suas atitudes. Qualquer pessoa pode ser um gigante se permitir que a grandiosidade que está dentro de si aflore. Não tenha medo de ser grandioso. Não tenha medo do sucesso. Não tenha medo da inveja que sua grandiosidade pode despertar nos outros, pois, você foi feito para o sucesso. Escolha ser grande neste momento, neste instante, agora, pois, o agora, é tudo que temos. O ontem é passado, o amanhã, um mistério, mas o hoje, é uma dádiva, é por isso se chama presente. Quem sabe você não foi escolhido por Deus para fazer a mudança que este novo século necessita? Acredite. Você pode.

Quer mudança? Então “seja a mudança que você deseja ver no mundo[9]”.

Felizes aqueles que podem chegar ao fim da vida e, como o apóstolo Paulo, dizer: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé[10]”.

Não tenhamos medo de combater o bom combate. O combate do aperfeiçoamento pessoal para conquistarmos o preciso patrimônio do capital intelectual.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DEDICATÓRIA: Dedico este singelo artigo à Heloiza Beth Macedo Delgado, a mulher da minha vida. Que todos os dias não se cansa de acreditar em mim e me elevar, com seus amorosos elogios, às alturas. Obrigado minha amada esposa. Obrigado por existir e, em existindo, existir em minha vida. Você, hoje, é uma das colunas que me dá sustentação e me faz seguir em frente. A você, pelo ser humano extraordinário que é, pelo dom divino que possui, de ajudar a todas as pessoas que passam e que passaram por sua vida e que, certamente, ainda haverão de passar. Parabéns pelo lindo capital intelectual e humano que conquistou, e vem conquistando, e por dividi-lo com todos, de forma gratuita e desinteressada. Parabéns por sua simplicidade sem limites. Que todos os teus caminhos se abram. Hoje e sempre. Te amo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


[1]O prefixo “auto” indica ação para dentro. O prefixo “alo” indica ação para fora, em oposição a auto (...). Fonte: http://www.agsaw.com.br/2012cp12.html . Aqui a palavra alo-entendimento significa conhecer o ambiente “externo”. Já o auto-entendimento é o empreendimento que visa o entendimento “interno”, ou seja, de si mesmo, do próprio ser.

[2]HANDY, Charles. Tempo de mudanças: a descontinuidade administrativa num mercado competitivo. São Paulo: Editora Saraiva, 1996.

[3]O pai deste articulista empregou-se em uma empresa frigorífica aos 14 (catorze) anos de idade e permanece, trinta e cinco anos depois, no mesmo emprego. Começou desossando bovinos, passou por outras funções, formou-se em química industrial e foi responsável, durante muitos anos, pelos produtos embutidos, à base de carne bovina e suína, de referido estabelecimento empresarial. Irá se aposentar em referida empresa frigorífica.

[4](Definição extraída do Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa) Substantivo masculino: 1. Rubrica: ecologia. Adaptação na qual um organismo possui características que o confundem com um indivíduo de outra espécie; 2. Derivação: sentido figurado. Processo pelo qual um ser se ajusta a uma nova situação; adaptação.

[5]Dalai-Lama, 1935. Palavras de sabedoria / Sua Santidade, o Dalai-Lama; compilado e editado por Renuka Singh; tradução de Maria Luiza Newlands Silveira e Márcia Cláudia Alves. Rio de Janeiro: Editora Sextante, 2001, p. 18.

[6]Obra citada, p. 34.

[7]MONTAIGNE, Michel de. Ensaios. Tradução: Sérgio Millet. São Paulo: Abril S.A. Cultural e Industrial, 1972, p. 25.

[8]Mateus 7:15.

[9]Palavras de Mahatma Gandhi.

[10]2Tm 4:7.

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