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Artigos-->Vesteterapia: Fantasias de Carnaval -- 10/02/2018 - 17:34 (Luciana do Rocio Mallon) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Vesteterapia: Fantasias de Carnaval
Esta semana recebi a seguinte mensagem:
- Tia Lu, li em alguns sites que enaltecem o politicamente correto, que não se deve vestir fantasias de índios, de heróis e de criaturas das lendas no Carnaval. Assim pergunto:
- Qual é a posição da Vesteterapia sobre isto?
Minha resposta é a seguinte:
- Segundo a Vesteterapia, que é o estudo esotérico da espiritualidade através das roupas, não devemos usar fantasia de etnia nenhuma no Carnaval. Pois soa como deboche e pode ofender a pessoa de determinada etnia, atraindo energias negativas. Por exemplo: o índio deve ser respeitado e o misticismo dos Xamãs também. Portanto, vestir figurinos desta etnia, no Carnaval, seria desrespeitar a cultura dela. Porém, se uma pessoa se identifica com uma etnia e não sabe a razão. Assim ela poderá usar roupas típicas desta etnia, numa sessão de terapia de vidas passadas, por exemplo. Pois a roupa aproxima o espírito até a fonte onde deseja chegar.
No caso das fantasias de super-herói, há pessoas que bebem e tem problemas neurológicos que quando vestem figurinos assim podem extrapolar. Por exemplo: houve o caso de um jovem que se vestiu de Super Homem, numa festa. Porém, ele bebeu demais e se atirou de um prédio, dizendo que era o Superman. Desta maneira, o resultado foi seu falecimento. Este não foi um caso isolado. Há várias histórias assim em noticiários , de anos anteriores, nos sites de buscas.
Já a pessoa que se fantasia de personagens de lendas, ou, de folclore, além de usar um figurino descontraído também está colaborando com a cultura.
Esta semana falei brincando, com uma colega, que gostaria de ter uma fantasia de gatacórnia que é uma mistura de gato com unicórnio. Mas minha amiga falou que isto seria um desrespeito com os unicórnios. Deste jeito eu disse à jovem que a lenda do gatocórnio, existe há mais de 3000 anos antes de Cristo e mostrei um texto sobre isto.
Luciana do Rocio Mallon


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