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Poesias-->SEROTONINA -- 20/10/2003 - 15:25 (João Ferreira) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos








SEROTONINA

Jan Muá

19 de outubro de 2003







Quando passava na tua porta

Meus olhos se inebriaram

De inefável sensação



A imagem enviada aos meus sentidos

Era a de uma taça desenhada

Deslumbrante e colorida

Um produto de pura emoção



Eras uma coisa só

E tinhas uma forma

Uma linha

Um mundo colorido

Cheio de beleza e sensualidade

A abalroar

Todos os meus sentidos



Na miragem

O sol da tarde te embelezava

A brisa te animava



Agora... já noutro instante

Os olhos da memória te reavivam

Ainda te reproduzem

Mas em outro tipo de sensação



Não há mais a força viva do sol

Nem o sopro da brisa

Não são nítidas as linhas de tua taça

Nem o desenho sensual de tuas formas

Talvez porque minha serotonina

Meu vital neurotransmissor

O nível da energia baixou



Para sempre lembrarei teu rosto nobre

De flamboyant rosado

E teimosamente cultuarei o ser romântico

De tua taça

No crepúsculo

Que cobre as janelas de nossos olhos.



Jan Muá

19 de outubro de 2003

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