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Artigos-->Ciclo Junino -- 08/06/2002 - 17:24 (Thelma Regina Siqueira Linhares) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Ciclo Junino
Thelma Regina Siqueira Linhares

O mês de junho, para o nordestino, é um período de muita alegria e festança, pois é vivenciado o ciclo junino, entre fogueiras, fogos, comidas típicas e muito forró.
Esse ciclo, juntamente com o carnavalesco e o natalino, constituem as três principais temáticas das manifestações de festejos populares do Brasil, cada qual com suas peculiaridades e características.
Para alguns estudiosos, o ciclo junino se inicia em 19 de março, dia dedicado a São José e ao plantio do milho, a base da culinária típica junina – com receitas de dar água na boca... Para o sertanejo e adepto da meteorologia popular, derradeira data para prever um bom inverno (chuvoso) ou seca inclemente. Promessas, rezas e procissões acontecem para pedir chuvas fartas e benfazejas, tendo o pai adotivo do menino Jesus por mediador. Mas é em junho, que a religiosidade popular, herdada pelo branco europeu colonizador, extrapola os muros das igrejas católicas e atinge a comunidade em toda a sua plenitude, atestando a popularidade dos santos entre os brasileiros. Inúmeros Antônio, João e Pedro nos nomes próprios, nas localidades, nos pontos comerciais, etc., testemunham o carisma dos santos juninos (de junho) ou joaninos (de João), ainda hoje.


OS SANTOS DO CICLO JUNINO
Santo Antônio é comemorado no dia 13 de junho sendo a sua véspera considerada o dia dos namorados.
Ele nasceu em Lisboa, em 15 de agosto de 1195 e faleceu 35 anos depois, em Pádua, Itália.
Participou de missões em Marrocos. Lecionou Teologia em universidades italianas e francesas, adquirindo reputação de orador sacro. Foi canonizado pelo Papa Gregório IX, menos de ano após sua morte e considerado Patrono de Portugal e de Pádua.
Os portugueses trouxeram para a colônia além-mar a devoção a Santo Antônio. Em Pernambuco, em 1550, a ele foi erguida uma capela, que deu origem ao primeiro Convento Carmelita no Brasil: Convento de Santo Antônio do Carmo. No sincretismo religioso, Santo Antônio é confundido com os orixás guerreiros Oxosse, Ode e Ogum.
A trezena de Santo Antônio é rezada nos primeiros treze dias do mês. Muita reza, promessas e procissões. Mas a devoção ao santo é sentida no ano inteiro. É o achador das coisas perdidas. O casamenteiro. Ao longo de mais de oitocentos anos de devoção, Santo Antônio vem sofrendo toda a sorte de pressão para fazer jus ao título de santo casamenteiro: ser pendurado de cabeça para baixo, ter o Menino Jesus roubado de seus braços, voltar ao nicho ( altar) só após a realização do pedido amoroso. Desempenhou, ainda, papel importante nas milícias brasileiras, particularmente, nos séculos XVIII e XIX, chegando a ocupar patentes diversas e a receber o soldo correspondente em alguns Estados (antigas províncias brasileiras).

São João é o mais popular dos santos juninos. À exceção da Virgem Maria e do menino Jesus, é o único santo comemorado no dia do seu nascimento – 24 de junho. Filho de Zacarias e Isabel, prima de Maria, mãe do Filho de Deus. Seu nascimento e missão foram anunciados pelo anjo Gabriel e, quando nasceu, esse fato foi comunicado, conforme combinação, por uma fogueira. Também chamado de o Batista, pois batizou Jesus no Rio Jordão foi, também, seu precursor, pregando antes Dele, anunciando-O.
Morreu degolado, por ordem de Herodes Antipas, a pedido de sua enteada Salomé.
Uma de suas representações é a de São João do Carneirinho, menino, ainda.
No sincretismo religioso, São João é o orixá Xangô.
Segundo uma das muitas lendas, São João deve permanecer dormindo na noite de 23 para 24, apesar de toda a festança e foguetório aqui na Terra, pois, do contrário, provocaria o fim do mundo por fogo...

São Pedro é festejado em 29 de junho. Foi um dos doze apóstolos escolhido por Jesus para ser o fundador da Igreja Católica “Segue-Me e farei de ti um pescador de homens.” Foi o primeiro Papa da Igreja Católica Romana.
Nasceu na Galiléia e foi pescador. Também conhecido por Simão, Simão Pedro e Simão Barjona. Morreu crucificado, pregado de cabeça para baixo, a seu pedido, por se considerar indigno de morrer como Jesus Cristo.
Nos cultos afro-brasileiros tem um correspondente nos orixás Exu ou Legbá. Popularmente é o chaveiro do céu, aquele que recebe as almas dos recem-falecidos. É o protetor dos pescadores e das viúvas, por ter tido este estado civil.

São Paulo, também, é festejado no dia 29 de junho. Cidadão romano, Saulo foi um perseguidor ferrenho e cruel dos primeiros cristãos, até o dia em que, na estrada de Damasco, ouviu a voz de Jesus, convertendo-se, então. Foi decapitado por uma espada.


TRADIÇÕES JUNINAS

Algumas tradições juninas, tão difundidas no passado, podem ser classificadas como ecologicamente incorretas e alvo de campanhas conscientizadoras e, até, proibitivas. Por exemplo, queima de fogos, uso de fogueiras, soltura de balões, tiros de bacamartes, guerra de lanças, etc. Além de muito prejudiciais ao meio-ambiente podem ser, igualmente, ofensivas a quem brinca com fogo...

Fogueira
Nos bairros mais populares, por volta das 18:00 horas, se inicia o ritual de acender as fogueiras, na véspera dos três grandes dias: 13, 24 e 29 de junho. Reza a tradição que a fogueira deve ser feita por sete anos consecutivos, pois do contrário, o responsável pode ter problemas de saúde e até morrer...
A fogueira foi incorporada ao folclore junino como aviso de que São João Batista havia nascido, embora na Antiguidade, em festas pagãs diversas, o uso de fogueiras e fogo fosse prática comum e difundida.

Fogos
Os fogos constituem outro ítem característico do ciclo junino. Bombas, “peido de véia”, diabinhos, vulcões, estrelinhas, rojões enfeitam e poluem o ar com muita fumaça e barulho durante as festas juninas. Alertas são divulgados na imprensa para minimizar a exposição com fogos, que, infelizmente, aumenta as estatísticas de queimados em hospitais durante o período festivo.

Balões
Talvez sejam os balões uma das características mais cantadas e decantadas em versos de poetas e compositores da MPB – música popular brasileira. No entanto, eles estão sendo batidos de frente, em múltiplas campanhas governamentais, pois podem causar acidentes em aviões, provocar incêndios em matas e reservas florestais, entre outros danos.

Bacamarteiros
Tradição decorrente da Guerra do Paraguai (1865) quando as descargas de artilharia das granadeiras eram usadas para anunciar as vitórias ou assustar os inimigos. Posteriormente, as armas foram adotadas pelos cangaceiros e jagunços dos sertões nordestinos e, mais tarde, incorporado ao folclore dos ciclos junino e natalino, nas exibições coletivas.
Os atiradores de bacamarte, fardados, são divididos em batalhões, sob a direção de um comandante, exibindo com valentia, o poder de fogo de seus bacamartes – armas de fogo de cano curto e largo.

Bandeirinhas e Correntes de papel ou plástico
São tradições juninas usadas para compor o ambiente dos arraiais – os arraiá - que podem ser adaptados numa rua, num quintal, numa quadra ou, até, em uma sala-de-aula. Com certeza, mais inofensivos que os poderosos fogos.

Adivinhações e Simpatias
As adivinhações e simpatias constituem um capítulo especial do ciclo junino.
Os utensílios usados devem ser virgens, isto é, nunca usados. A fé da pretendente e a observância das orações e rituais são importantes. A oração da Salve Rainha, até nos mostrai é uma das mais usadas.
As adivinhações e simpatias devem ser feitas a partir das 18:00 horas da véspera dos dias dos três santos juninos. Jovens casadouras, buscando vislumbrar o futuro amoroso, fazem uso de crendices e superstições diversas, testadas ao longo de séculos. Por exemplo:
Em uma bacia virgem, com água, derramam-se pingos de vela rezando a Salve Rainha, até nos mostrai. Os pingos da vela irão formar as iniciais do nome do futuro namorado.
Segura-se um fio de cabelo com uma aliança sobre a boca de um copo virgem rezando-se a Salve Rainha até nos mostrai. Tantas vezes a aliança bater na borda do copo, tantos anos para o casamento.
A moça escreve o nome de seis rapazes que conhece, em papeizinhos dobrados e guardados embaixo do travesseiro, quando for dormir. Aquele rapaz com quem sonhar será o namorado esperado.

Oração
Salve Rainha, mãe de misericórdia, vida, doçura e esperança nossa, salve! A vós bradamos, os degredados filhos de Eva. A vós suspiramos, gemendo e chorando, neste vale de lágrimas.
Eia, pois, advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos, a nós volvei e depois deste desterro mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre Virgem Maria.
Rogai por nós, Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo.
Amém.

Comadre e compadre de fogueira
Há algumas décadas era considerado prá valer as comadres e compadres de fogueira. De mãos dadas, pulavam a fogueira, enquanto diziam:
São Pedro disse
Santo Antônio confirmou
Vamos ser comadres (compadres)
Que São João mandou.

Acorda Povo
Corresponde a uma procissão religiosa, acompanhada de dança. Saindo na madrugada do dia 23, desperta e convoca o povo para os festejos do padroeiro – São João.

Bandeira de São João
Corresponde a uma procissão religiosa, acompanhada de dança, instrumentos de percussão ou uma bandinha. Levando à frente uma bandeira de pano, com a imagem de São João do Carneirinho, uma estrela e um andor. Sai nas primeiras horas da noite do dia 23, percorrendo várias ruas. Muita oração e cantoria durante o cortejo.


DANÇAS E FOLGUEDOS JUNINOS

Quadrilha
A quadrilha matuta ou tradicional tem suas origens no século XIX nos salões franceses. Muitos comandos e passos, inclusive, denunciam tal herança: anavantur, anarrié, balancê, entre outros termos.
As matutas usam vestidos rodados, de chitão florido, muitas fitas e rendas. Chapéu de palhas, trancinhas, muitas pintas no rosto, tênis ou sandálias de couro. Os matutos vestem calças jeans remendadas com vários pedaços de pano, que pode, ou não, ser o mesmo da camisa de mangas compridas, xadrez. Lenço vermelho amarrado no pescoço. Bigode e costeletas pintados. Chapéu de palha. Tênis ou sandália de couro. Cachimbo na boca ou no bolso da camisa.
Os pares, em número par, são dispostos em duas filas, ficando vis a vis com o par da frente. Mas há momentos de se dançar em círculo, de par, no grande grupo. Túnel, galope, passeio dos namorados, a chuva, grande roda, desfile são alguns dos passos da quadrilha matuta.

A quadrilha estilizada é disposta diferente. Traz coreografia própria e uma miscelânia de músicas populares e de hits da atualidade. Quase sempre concorrem a prêmios patrocinados pela mídia televisiva – os famosos concursos de quadrilha junina. Os matutos e as matutas vestem-se a partir de uma temática única e definida previamente. Tudo com muito brilho, cetim e fazendas caras. Algumas figuras são indispensáveis no figurino: o casal de cangaceiros, a cigana, e a sinhazinha.

Casamento Matuto
O casamento matuto é um momento de apoteose da quadrilha. Presente tanto na quadrilha matuta quanto na quadrilha estilizada. A história tem basicamente o mesmo roteiro. Os noivos têm nomes compridos, extravagantes, dúbios... e o casamento tem que acontecer porque a noiva não é mais virgem, está gestante e seus pais pressionam o noivo fujão para reparar o mal feito... As autoridades – delegado, polícia e padre – caçam o noivo. O bêbado se faz presente antecipando comemorações... No final, o sim é dito para alegria dos convidados – os pares da quadrilha – e os expectadores da brincadeira. As quadrilhas mais poderosas chegam a trazer carroças festivamente decoradas por bandeirolas de papel.

Xaxado
Para alguns estudiosos, o xaxado, dançado por homens, se originou no sertão pernambucano, podendo até ter sido inventado por Lampião e seus cangaceiros... Certo é que os cangaceiros foram os grandes divulgadores desta dança, nas terras nordestinas.
Dançado em círculo ou em fila indiana, o som das alpercatas de couro, arrastadas no chão, deu-lhe ritmo e nome. Zabumbas, pífanos, triângulos e sanfonas foram, gradativamente, dando suporte musical ao xaxado, enquanto, as mulheres passaram a ser parceiras.

Bandas de Pífano
Conjunto instrumental de percussão e sopro tradicional dos sertões nordestinos, principalmente, Pernambuco, Paraíba e Ceará. O nome vem de pífano – antigo flautim militar, que marcava o ritmo da marcha das tropas.
Mestre Vitalino, artesão de Caruaru e que fez escola, em meados do século passado, popularizou a banda de pífano, entre os muitos motivos trabalhados no barro.


Xote, Baião e Forró
Para os músicos e especialistas, xote, baião e forró são ritmos distintos, com características e peculiaridades próprias. Para o povo, especialmente, nas noites de junho, o importante é a alegria que vem desses ritmos, gostosamente dançados, agarradinho... Se houver sanfona, triângulo e zabumba, então, o forró pé-de-serra é melhor ainda!
Extrapolando o período junino, o forró conquista e mantém posição de destaque como música e dança no cenário da MPB.

Luiz Gonzaga
O pernambucano do século, eleito por votação em 2001, é a personificação dos ritmos musicais que mais caracterizam o ciclo junino. Inúmeras canções, incorporadas ao cancioneiro popular e aos hits do passado, são cantadas e tocadas em todos os arraiais festeiros de junho.


COMES E BEBES JUNINOS
A culinária junina é outra característica fundamental deste ciclo, que tem o milho por base e herança herdada dos povos indígenas das Américas. Inúmeras receitas consagraram-se e atestam a miscegenação das raças formadoras do povo e cultura brasileira. Milho assado ou cozido, pamonha, canjica, bolo-de-milho, pé-de-moleque, bolo de macaxeira, bolo de batata-doce, bolo Souza Leão e outras gostosuras. É de deixar água na boca e alguns quilinhos a mais, felizmente, queimados pela energia desprendida no forró, quadrilhas, xaxado e ciranda...

Canjica Pernambucana
Ingredientes:
25 espigas de milho verde
1 xícara de leite de coco grosso
4 litros de leite de coco ralo
3 xícaras de açúcar refinado
1 colher de sopa de manteiga
1 colher de sopa rasa de sal
1 xícara de chá de erva-doce
50 gramas de queijo de manteiga ralado (opcional)
Modo de fazer:
Ralar as espigas e lavar a massa com parte do leite ralo em peneira finíssima. Passar no liquidificador. Juntar o resto do leite ralo e levar ao fogo, mexendo com colher de pau. Depois de meia-hora de fervura, acrescentar os outros ingredientes e, por último, o leite grosso. Cozinhar em fogo médio, mexendo sempre. Despejar em pratos, polvilhando com canela em pó.

Pé-de-moleque
Ingredientes:
1 quilo e meio de massa de mandioca
2 cocos
600 g de açúcar refinado
5 g de cravo torrados
5 g de erva-doce torrada
1 litro d’água quente
300 g de castanhas de caju torradas e moídas
100 g de castanhas de caju torradas (inteiras)
2 gemas
1 colher de sopa de manteiga derretida.
Modo de fazer:
Preparar a massa, lavando-a bastante para tirar o azedo. Em seguida, espremer e pesar 1 quilo de massa. Retirar o leite dos cocos com toda a água e juntar à massa e aos demais ingredientes. Por numa forma untada e levar ao forno quente.

Bolo de Macaxeira
Ingredientes:
1 quilo de macaxeira crua ralada ou passada no liquidificador
1 coco ralado
½ litro de leite
1 colher de sopa de manteiga
açúcar a gosto
Modo de fazer:
Misturar tudo e levar ao forno médio em forma untada.


Conclusão
O ciclo junino, enquanto manifestação folclórica e popular, proporciona momentos felizes num presente e, com certeza, gratas lembranças dum passado bom de se recordar. A criançada, pela euforia de brincar com fogo, de se vestir de matuto ou matuta, de dançar quadrilha, de concorrer ao título de Rei e Rainha do Milho... A jovem, pela expectativa de tirar a sorte amorosa, nas inúmeras simpatias e adivinhações, de dançar quadrilha e forró... Os adultos pelas delícias gastronômicas da culinária junina, do forró nos arraiais... Os mais idosos, pelas músicas consagradas de Luiz Gonzaga, pelo colorido da festa...
Não importa muito se o arraial está em Caruaru (PE) - o maior São João do Brasil – em Campina Grande (PB) – o maior São João do Mundo – ou, ainda, numa ruela de periferia da cidade grande.... Importa, sim, que não faltarão alegria, fogos, comidas típicas e muito forró para festejar os santos joaninos.



Referências Bibliográficas
* LIMA, Cláudia Maria de Assis Rocha . História Junina. Recife
* SOUTO MAIOR , Mário e VALENTE Waldemar. Antologia Pernambucana de Folclore. 1988 – Ed. Massangana. FUNDAJ.
* SILVA, Leny de Amorim. O ciclo Junino e seus Santos. Na Antologia Pernambucana de Folclore. Pág 151.
* BONALD NETO, Olympio. Bacamarteiros. Na Antologia Pernambucana de Folclore. Pág 215.
* SILVA, Leonardo Dantas. O Cancioneiro do Ciclo Junino. Folclore 251. Recife. Junho, l998. FUNDAJ
* PHAELANTE. Renato. Baião 50 anos de estrada. Folclore 233 . Recife. Julho, 1996. FUNDAJ.
* ROCHA. José Maria Tenório. Danou-se! As Quadrilhas Atuais Tomaram um Verdadeiro Banho de Americanização. Folclore 241. Agosto, 1997. FUNDAJ.


Texto escrito para a revista on-line Jangada Brasil - www.jangadabrasil.com.br

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