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Erótico-->A MENINA DO ÔNIBUS II - Capítulo III -- 30/05/2003 - 19:48 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
A MENINA DO ÔNIBUS II - Capítulo III


Depois de nos alimentarmos bastante, fui levar Ana Carla para casa. Apesar de sairmos juntos a algum tempo, seus pais ainda não sabiam de nada sobre o nosso relacionamento. E para evitar qualquer tipo especulação e interrogatórios, preferimos cumprir as determinações dadas a ela pela mãe: estar em casa antes das oito da noite.
Não era nada fácil levar aquela vida. Quando eu mais desejava estar com ela, ela não podia ficar comigo. Não havia como não se sentir só. Quantas e quantas vezes eu cheguei a pensar se valeria à pena continuar com esse relacionamento. Mas no fundo, eu acabava admitindo o sim como resposta, porque eu sabia que nunca encontraria outra ninfeta como Ana Carla. Se por um lado eu me sentia assim, por outro o sentimento era o oposto, pois sabia o quanto era excitante fazer amor com uma menina como Ana Carla.
Procurávamos nos encontrar três ou quatro vezes por semana. Às vezes, eu ia até a escola onde estudava, pegava-a e íamos namorar à beira mar. O calçadão da praia era o local preferido por nós dois. E ali passávamos momentos incríveis. Momentos esses onde esquecíamos todos os problemas do dia-a-dia. Então fazíamos daqueles momentos um conto de fadas.
Todavia, nossos momentos de intimidade eram escassos. Não havia um lugar adequado para ficarmos as sós. À noite, quando era possível ficar à vontade, ela não podia sair. Quando ela estava comigo não era possível usar a minha casa. Então realmente ficava muito complicado. E muitas vezes tínhamos que improvisar.
O mais difícil em tudo isso era controlar os impulsos sexuais. Meu corpo desejava o dela desde o instante em que a via e continuava a desejar ainda mais quando ela partia.
Não raras vezes, éramos traídos pelos nossos impulsos.; e algumas carícias mais íntimas acabavam acontecendo em público. Inclusive diante de outras pessoas. O que causava sérios embaraços quando éramos flagrados.
Ainda me recordo de algumas cenas embaraçosas ocorridas semanas depois de ter roubado a inocência de Ana Carla.
Certa tarde, estávamos sentados no banco à beira mar como da primeira vez que saímos juntos. Comportávamos como um casal de namorados moderno: ela sentada no meu colo. Aquele receio de namorarmos em público por causa da diferença de idades já não nos incomodava mais. Fazia parte do passado.
Ana Carla usava nesse dia uma saia justa. Para ser sincero, ele estava extremamente sexy de tênis branco, saia azul e camiseta com detalhes floridos. Ela sempre gosta de se encontrar comigo assim. Dizia que era para eu poder acariciar-lhe as coxas.
Eu também gostava de sair com ela com as pernas desnudas, para roçar nas dela. Isso tudo não passava de um jogo de sedução, onde um tentava instigar o outro ao máximo, como se quiséssemos testar os nossos limites.
Devia ser por volta de cinco horas da tarde. Ana Carla havia saído da escola poucos minutos atrás. Ainda havia algumas pessoas circulando pela calçada.
Mas o desejo que sentíamos era tão grande e intenso que durante certo momento esquecemos que não estávamos sozinhos ali. Na verdade, sabíamos disso, mas simplesmente não demos muita importância.
-- Eu não agüento mais. Estou toda molhada. Isso está me deixando louca – disse ela, ao pé do meu ouvido. Quero te sentir dentro de mim – pediu.
-- Mas aqui não dá! – retruquei.
-- Vamos dar um jeito, meu amor, porque eu estou morrendo de vontade.
Olhei para os lados e vi um casal vindo em nossa direção.
-- E você acha que não estou também morrendo de vontade? Olhe bem para ele.
-- Então vamos! Ou você não você não quer enfiar ele todinho na sua bocetinha apertadadinha? Ela está ardendo de vontade.
O casal passou por nós e nos olhou pelo canto dos olhos.
-- Claro que quero, meu amor! Mas aqui? E se alguém ver?
-- Azar dele! Quem mandou ficar olhando.
E então não acreditei no que vi Ana Carla fazer. Ela levantou-se, deu ma rápida olhada para ver se não havia ninguém por perto e com a maior naturalidade tirou a calcinha. Foi um gesto rápido e ousado. Foi um ato típico da adolescência cuja principal marca é agir por impulso. Em seguida, abriu a mochila e guardou a calcinha junto ao material escolar.
Eu contemplava aqueles movimentos divido entre o desejo se possuí-la e o medo de sermos flagrados por alguém. Ela poderia não pensar nas conseqüências de seus atos, mas o mesmo não acontecia comigo.
Mas os meus temores foram esquecidos quando ela virou de frente para mim e, de forma provocativa, levantou a saia, e mostrou-me a beleza de juventude.
-- Viu como é fácil! – exclamou a seguir.
-- Você é louca, menina!
-- Sou nada! Você é que é medroso. Agora quero sentir ele todinho dentro de mim. – disse ao aproximar-se de mim. Em seguida, puxou um pouco a saia para cima, passou a perna para o outro lado do banco e sentou de frente para mim.
Meu coração disparou ao imaginar a cena que viria a seguir. Em meu cérebro formou a imagem das pernas dela escorregando para cima das minhas e ela sentando no meu colo. Isso era demais para um homem que estava sendo consumido pelas chamas da volúpia.
-- Meu Deus! Você é mesmo louca! Vamos ser presos qualquer dia por atentado ao pudor. -- comentei, quando ela sentou no meu colo. Ela fizera justamente aquilo que eu imaginara.
Ela nem esperou que eu pensasse numa maneira de tirar o falo. Eu só senti a delicada mão direita dela escorregando por dentro de meu short e puxando meu teso pênis para fora. Ela fez aquilo como se estivéssemos dentro de casa ou em algum lugar deserto.
De repente, eu voltei a sentir o temor de sermos vistos. Qualquer um que passasse por ali e prestasse o mínimo de atenção em nós, perceberia de imediato que estávamos fazendo. Talvez, eu até estivesse bancando o idiota ao me preocupar com esses detalhes, mas é o meu jeito. Fazer o que!
Todavia, fui eu sentir o calor das profundezas do corpo dela que eu não lembrei de mais nada. Foi como se um muro erguesse assim do nada e nos isolasse naquele banco.; foi como se a possibilidade de algum pedestre passar tornasse irrealizável.; foi simplesmente algo inexplicável.
Ao penetrá-la profundamente, eu só queria saborear o frescor daquele corpo.; eu só queria empurrá-la para trás e depois para frente novamente, fazendo com que o meu pênis deslizasse dentro dela num ir e vir interminável. E foi isso que fiz.
Ela também desejava o mesmo que eu. Por isso ela envolveu os braços em meu pescoço e usou meus ombros com apoio para impulsionar seu corpo para cima. Enquanto isso, eu usava as minhas mãos nas rígidas nádegas dela por baixo da saia para auxiliá-la nos movimentos.
Aqueles movimentos provocavam um deleite tão intenso em nós dois que quanto mais movimentos fazíamos, mais violentos eles se tornavam. Isso só aumentava o nosso prazer. Experimentando aquele prazer todo, eu cogitei em levantar-lhe a camiseta e levar os lábios aos rijos mamilos dela.; sentia-os o quanto estavam duros por sob o pano, mas acabei desistindo. Era muito arriscado e complicado. Contentei em mordiscá-los por sobre a camiseta mesmo.
Aquilo tudo aconteceu muito rápido.; mas também não poderia ser de outra forma. De repente, ela explodiu num gozo fantástico. De seus lábios partiu gemidos profundos e indizíveis, como se algo que lhe provocasse dores terríveis tivesse sido tirado de si. Foi um orgasmo sofrido, mas o alívio deixado por ele foi maravilhoso.
E a energia produzida por aquele arroubo me contagiou. Logo em seguida eu senti aquela mesma energia percorrer por todo o meu corpo e desembocar num tremor, num experimento nunca experimentado. Foi um daqueles gozos que gostaríamos de ter todos os dias de nossas vidas, daqueles que a gente nunca esquecerá, daqueles que nos torna o ser mais feliz de todo o universo.
Por alguns instantes ficamos ali, parados, ofegantes e um calor intenso a nos banhar de suor.
Foi então que lembramos da maneira indecente de estarmos sentados. E isso fez com que finalmente nos preocupássemos em se ajeitar.
Ana Carla olhou para o lado em que estava virada, eu olhei para o meu. Por sorte ninguém vinha em nossa direção. Num movimento rápido, ela se levantou e eu tratei de cobrir as minhas vergonhas sem mesmo me preocupar com o estado em que se encontravam.
Ela por sua vez abriu a mochila novamente e retirou a calcinha para se limpar.
Ainda meio desconfiados, decidimos nos levantar e sair dali.; pois precisávamos urgentemente de um banheiro para nos limpar. Eu até que nem tanto, mas ela não poderia chegar em casa sem calcinha, com odor de esperma e ainda por cima com o líquido incolor escorrendo pernas abaixo.
-- Preciso me limpar direito e lavar essa calcinha – disse ela no caminho até o shopping.
-- É mesmo, meu amor!
Pouco mais tarde fomos embora.


Leia também: A MENINA DO ÔNIBUS I

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