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Erótico-->O Fogo de São João -- 14/06/2003 - 00:53 (Marcelo de Oliveira Souza,IWA (marceloosouzasom@hotmail.com) zap 71-992510196) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

 

O Fogo de São João 



Mauro é um micro-empresário bem sucedido de Feira de Santana, trabalha no ramo de chaves, onde colocou um balcão de cópias, consequentemente obtendo sucesso na região, expandido o seu negócio. 
Durante a micareta de sua cidade, que vem logo após a Semana Santa, ele conheceu Lúcia, uma morena de cabelos cacheados, e logo se apaixonou, indo no final de semana em sua residência, conhecendo os familiares, conquistando todo o pessoal. O namoro estava indo satisfatoriamente bem, durante algumas semanas, só que depois de um mês, começou a declinar a animação, por culpa de sua parceira, pois ela estava prestando o cursinho, pré-vestibular e começou a desandar o relacionamento. 
Muito triste com o final da relação, que durou somente alguns meses, nosso amigo começou a viajar com seu Chevette, pois ficar sozinho em casa só trazia recordações penosas. 
Um mês depois chegou o São João, uma festa muito tradicional aqui na cidade, onde ele se arrumou todo e seguiu para Santa Bárbara, um município, pertinho daqui de Feira de Santana, para curtir a melhor festa da região. 
Chegando lá foi logo se dirigindo para a praça principal, que  depois de reformada ficou sensacional, o verdadeiro “point”. 
O forró “pé-de-serra” estáva no auge, quando de longe ele avistou Neide, uma garota que estava sendo disputada por diversos rapazes, mas, parecia não estar nem um pouco a fim de se divertir, pois negava veementemente o convite do pessoal para dançar. 
Mauro chegou de mansinho como quem não quer nada,-mas quer tudo!-  olhando-a, e perguntou se estava tudo bem, ela respondendo com um sorriso, que sim. Passado o momento das apresentações, ela aceitou o convite para a dança, o que deu a entender ao nosso amigo, que ela só estava esperando um convite dele. 
Muitas danças e cervejas depois, a alegria chegou ao pico, com muitos risos e troca de beijos e carícias leves um no outro. 
Mauro sugestionou para ir ao seu carro para ficarem mais à vontade, e para seu espanto, Neide aceitou prontamente, o que foram rapidamente, sem pestanejar. Lá o namoro esquentou, Mauro não perdeu tempo, começou a passar a mão embaixo de sua blusa, que percebia um seio que cabia na palma da sua mão, bem durinho, como a rapaziada gosta, um biquinho bem pontudinho, que logo apareceu à tona, com a mão do nosso herói sortudo, abrindo os botões da camisa dela, que sorria de tesão e não dava uma palavra, em que ele a desnudava completamente, em meio a uma rua deserta e desconhecida, contudo o desejo aflorava na mente do casal, e nada iria segurá-los de tanto tesão. 
Um beijo estalando no ar, ninguém sabia de quem era, só viam os dois corpos unidos num furor de prazer, ele baixando a cabeça em direção ao ventre da “gata”, e ela urrava alucinada, pegando em seu membro latejante fazendo um movimento de vai e vem, até que ela abaixou e chupou com todo o furor possível, deixando-o fora de si, até expelir o jato de esperma quase que dentro de sua boca sensual 
Mas ali não era um lugar muito legal para uma noite de sexo, pois de vez em quando aparecia uma ou outra pessoa, e tinham que se conter de vez em quando. 
Lá pelas quatro horas da manhã, ele deixou-a diante da casa, com muitos beijos, pois no outro dia tinha que trabalhar a nossa amiga,como ela prestava serviço em uma barraca de revista, próximo à rodoviária, um lugar de muito movimento, o combinado foi encontrar na outra semana, porque aquele dia de São João, já tinha passado. 
Na outra semana, quando ele foi à procura de Neide, a garota tinha pegado dengue e estava com muita dor de cabeça, mas deu para saírem um pouquinho pela praça, mas ele notou que Neide não era mais a mesma pessoa... 
O rapaz chegou até perguntar o que estava acontecendo, mas nada foi respondido, algum tempo depois ela disse que não estava se sentindo bem, e pediu para levá-la em casa. O que foi prontamente atendido.Quando questionada novamente sobre sua indiferença quanto a ele, ela se exasperou, retrucando novamente a mesma resposta. 
Chegando em casa, a moça nem o convidou para entrar e saiu secamente. 
No outro dia, ele percebeu a sua indiferença ao passar na barraca de revista, ela resolveu despachar o sonhador  dizendo” o que passou, passou”... 
Totalmente desiludido foi embora, voltando a insistir na outra semana, o que foi ainda pior, sendo quase que rechaçado por ela, então ele pegou seu carrinho e se mandou , indo terminar a fossa em um lugar em casa. Mas sempre que ele passa por esta cidade que fica no meio do caminho para muitas outras, ele a vê, mas nunca acompanhada, o que ele não entende a rejeição dela até hoje, rejeitando-o sem motivo aparente, dando a entender que foi só fogo de São João. 

 

Marcelo de Oliveira Souza

 

 

 

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