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Poesias-->ESTAR DE PRIMAVERA -- 09/09/2004 - 21:21 (João Ferreira) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
ESTAR DE PRIMAVERA



Jan Muá

7 de setembro de 2004



Ela sente-se na fronteira da segurança

Tem todo o mundo afetivo à volta

Crianças e marido

Natureza sol e amigos

O céu está limpo

Há ares de festa nacional

A esquadrilha da fumaça desenha nos ares

Rituais acrobáticos

Uma brisa agradável balança a copa das árvores

E vem tocar seu rosto

Em sinal de carinho e de paz

As crianças brincam felizes e tecem na areia

Desenhos de inesperada fantasia

Há ambiente verde no parque

Há imagens caseiras no rosto da jaboticabeira

Das amoreiras e dos mangueiros

Há um “modus” ambiental caseiro e conhecido

Há bancos no jardim junto aos passeios

Há rolinhas meigas passeando aos pares

Há solidez nesta fronteira

Com água corrente e orelhão

Há seguranças motorizadas fazendo a ronda

Os pássaros cantam

E voam velozes em ritual de acasalamento

O sabiá despertou na madrugada

Os carros passam comportados e mansos

O sol quente é coado pelas copas fechadas das árvores

Há tranqüilidade e expectativa

Há ócio e disposição

Há liberdade e fantasia solta!

Ela zela as crianças

E expõe no olhar o toque da nova estação

Sua sensibilidade despertou

Há uma nova manhã

E uma aura primaveril de mensagem

Presente no ar que respira

No clima

Nas árvores brotando

Há um corpo alvoroçado

Um estar vivo e um sentir novo

Uma integração cósmica

Um recolhimento diferente

Uma irmanação com a natureza que se liberta da hibernação

Um ambiente de crianças palrando contentes e felizes

Descontraídas!

Ela levanta os olhos para o horizonte

Observa o show da esquadrilha de fumaça

E sente o orgulho e o grito da Independência em Brasília

Além de cósmica

Sente-se agora especificamente brasileira

Solidamente integrada

Com seu pedacinho de mundo a acariciando

Fato que a torna muito feliz.



Jan Muá

Brasília, 07 de setembro de 2004

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