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Artigos-->Há Espíritos ? -- 15/01/2003 - 03:23 (Fábio R. Boni) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
A maioria dos homens, ainda não está preparado para aceitar a sua individualidade e tão pouco a crer-se como um ser imortal. Os problemas que ele tem de resolver no dia a dia, suas obrigações como ser humano, como homem, os seus desejos, suas paixões e ambições, são os fatores que mais lhe preocupam quase que toda parte do tempo, tendo pouco tempo para pensar e se importar com as questões da sua própria natureza, imortal.

Uns até pensam e crêem, na existência de um princípio imortal de uma alma, mas não vai longe disso, não acredita que ela possa intervir ou se manifestar através dos órgãos materiais, como se o responsável pelas manifestações fosse o cérebro e como se Deus criasse coisas fúteis, sem importância, algo inerte.

Mas, desde o momento em que se admite a existência de uma alma e sua individualidade após a morte, é preciso admitir, que sua natureza é diferente da do corpo, uma vez que separada dele não lhe pertence mais as propriedades. As provas disso são as aparições e as visões, mostrando que se a alma aparece sem o corpo físico, é porque ela é independente dele e não necessita dele para se manifestar. Também, é preciso admitir que a alma goza da consciência de si mesma, uma vez que lhe atribui a alegria ou o sofrimento, de outro modo seria um ser inerte, e o mesmo valeria para nós não tê-la. O cérebro não é capaz de amar, odiar, ter alegria, sentir tristeza, e nem possuir inteligência, pois a matéria não pensa.

Léon Dennis, em seu livro, “Depois da Morte” diz: “ A fisiologia ensina-nos que diversas partes do corpo humano se renovam em um período de poucos anos; tudo em nosso ser físico, desde as substâncias moles do cérebro até as partes mais duras do esqueleto, submetem-se a contínuas mudanças. Nosso corpo dissolve-se e reconstitui-se inúmeras vezes durante a vida, e apesar disso, não obstante todas as transformações do organismo, nós conservamos sempre a mesma personalidade. A matéria de nosso cérebro pode renovar-se, mas nosso pensamento é sempre idêntico a si mesmo e com ele subsiste a nossa memória, a lembrança de um passado ao qual nosso corpo atual não esteve presente.” ( pág.117 ).

Mostrando que não é a matéria responsável pelo pensamento e vontade, cabe-nos então admitir que, a única explicação para tais fatos é mesmo crer que existe algo imortal em nós, uma alma, um espírito.

E sendo ela responsável, porque não admitir o que ela possa fazer também após deixar o corpo físico, e se comunicar com outra ? Porque o espírito liberto não poderia se comunicar com o espírito encarnado ?

Essas perguntas serão respondidas quando as pessoas que as formularem, fizerem um estudo sério, sem preconceitos com base na ciência e se dedicarem realmente as questões de natureza espirituais, sem medo de serem taxadas de ridículas, e não mais dizerem: “Eu não creio, portanto, isso é impossível”, e verão, então, que realmente se comprovam a realidade e imortalidade da alma.

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