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Artigos-->PERNA REIMPLANTADA - MILAGRE INDISCUTÍVEL -- 05/04/2003 - 19:54 (LUIZ ROBERTO TURATTI) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
PERNA REIMPLANTADA - MILAGRE INDISCUTÍVEL







O jovem Miguel João Pellicier, em Castellón de la Plana (Espanha), conduzia uma carreta puxada por mulas. Caiu. Uma roda da pesada carreta passou por cima de sua perna direita: amassou e partiu a tíbia, no meio. Foi imediatamente levado Hospital de Castellón. Após os primeiros socorros no pequeno hospital transferiram-no para o “Hospital Geral” de Valencia, onde permaneceu cinco dias. Removeram então o paciente ao renomado “Hospital Real” de Zaragoza. Mas a natureza da ferida, o deficiente atendimento dos primeiros dias e as penosas viagens já tinha provocado a terrível gangrena.



Quase um mês depois, em fins de outubro, o encarregado do Serviço de Cirurgia, Dr. João de Estanga, titular da Cátedra de Cirurgia da Universidade de Zaragoza, de renome nacional como hábil cirurgião, e o Dr. Diego Millaruelo procederam à amputação da perna direita de Miguel João, que “foi cortada quatro dedos abaixo da rótula”. O aspirante a cirurgião, João Lorenzo García, que ajudou durante a operação, cuidou do enterro da perna amputada, no cemitério do hospital.



Durante meses o próprio Dr. João de Estanga fazia os curativos, e repreendeu severamente o jovem coxo por sua insistência no “curativo” perigosíssimo que fazia: freqüentava a Basílica de Nossa Senhora do Pilar, - Padroeira de Zaragoza e da Espanha - na hora em que abaixavam as lâmpadas para o reabastecimento. O jovem tirava a perna de pau e untava suas chagas com o óleo das lâmpadas. Além da possível infecção, a umidade retardava a cicatrização da ferida.



Por fim, o pobre mutilado volta a Calanda. Todos em Calanda e nas vilas limítrofes acostumaram-se a vê-lo sem perna, montado num jumento e pedindo esmola.



Assim foi passando o tempo. A 29 de março, quase três anos depois da operação, por volta das dez horas da noite, Miguel João foi deitar, pois se encontrava especialmente cansado. Pouco mais tarde, a mãe Maria Blasco, ao passar junto do leito do filho, deu um grito de estupor: Por debaixo das cobertas apareciam dois pés! Pelo grito da mulher, acudiu o pai de Miguel João. Após os primeiros instantes de surpresa, levantou as cobertas: seu filho recuperara a perna! Miguel João só sabia que se tinha encomendado, como todas as noites, à Virgem do Pilar e que tinha sonhado que estava na Basílica untando a ferida uma vez mais com o óleo das lâmpadas.



Reconhecimentos posteriores mostravam que a perna conservava uma série de cicatrizes: as que tinha do acidente antes da cirurgia e as da amputação. Tratava-se da mesma perna que havia sido amputada e enterrada quase três anos antes. João Lorenzo García dirigiu a busca no lugar onde ele enterrara a perna. Tinha desaparecido.



Instaurou-se processo canônico detalhadíssimo. Muitas comprovações. O tabelião Miguel Andreu, na mesma semana em que se produziu o milagre, lavrou o depoimento de multidão de pessoas que conheceram Miguel João em seus tempos de coxo. Lord Hopton, Embaixador da Inglaterra na Espanha, certifica que esteve presente na recepção que o Rei Felipe IV fez a Miguel João no Palácio Real de Madri. O Rei ajoelhou-se, descobriu a perna recuperada e beijou o sinal da ferida.



Foi em 1640! Somente em julho de 1959 os cirurgiões do Hospital Mont-Eden, de Hayward (Califórnia) conseguiram reimplantar uma perna. Um êxito maravilhoso da medicina do nosso século. Uma perna sadia, não gangrenada, que ficara unida ao corpo por alguns fragmentos de carne, a operação foi realizada poucas horas após o acidente, e precisou meses de cuidados antes do paciente obter alta.



O milagre de Miguel João Pellicier (e outros muitos casos) mostra que só Deus (e só para confirmar o Catolicismo) pode reimplantar uma perna gangrenada. E enterrada. Após quase três anos. Instantânea e definitivamente.







Por Luiz Roberto Turatti, aluno do Centro Latino-Americano de Parapsicologia, CLAP (www.clap.org.br), dirigido pelo Prof. Dr. Padre Oscar González-Quevedo, S.J.







Esse artigo já foi publicado em:

- “Tribuna do Povo”, Araras/SP (Brasil), sábado, 6/5/1995.

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