No início do Espiritismo, em 1863, já nada menos que Andrew Jackson Davis, que é para os espíritas anglo-saxões o que Allan Kardec é para os espíritas latinos, afirmava que somente 40% dos fenômenos tidos por espíritas são “realmente de origem espírita”. (DAVIS, Andrew Jackson: The Present Age and Juner Life, Boston, 1863, p. 197)
Mais adiante, forçado pela análise da realidade, “o líder teórico do movimento espírita”, como Davis é chamado (CAVENDISH, Richard: Encyclopedia of the Unexplained, London, Routledge & Kegan Paul, 1974, p. 73), teve de reconhecer: “A proporção das manifestações espíritas é muito medíocre; mesmo presentemente”, após o esforço dispendido por ele e seus colaboradores para disciplinar ou conter a histeria (como Allan Kardec) no Espiritismo e separar as “manifestações verdadeiramente espíritas” (?) dos fenômenos que “são simplesmente o resultado de leis naturais que regem a existência humana”. (DAVIS, A.J.: The Present Age..., op. cit., p. 160)
E a demolidora frase é endossada pelo grande mestre espírita Alexander Aksakof. (AKSAKOF, op. cit., p. 587)
Fonte: “Palavra de Iahweh”, Oscar González-Quevedo, S.J., 1.ª edição, São Paulo, Loyola, 1993, p. 187, volume 5 de “Os Mortos Interferem no Mundo?”.
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“Fora da VERDADE não há CARIDADE nem, muito menos, SALVAÇÃO!”