Isabel Dias Neves, a Belinha, pertence a uma safra muito boa de poetas tocantinenses que cultivam a lírica poética de uma forma muito peculiar e que, com criatividade, sensibilidade e raro talento, enriquecem as Letras contemporâneas do Tocantins.
Titular da Academia Tocantinense de Letras, Belinha é autora do livro “Fardo Florido” (poesias), que se encontra na sua segunda edição e que foi premiado no Concurso Nacional Cecília Meireles, promovido pela União brasileira de Escritores (UBE/RJ).
Ao analisar a obra da autora, o poeta e escritor Edmar Guimarães, enfatiza que Belinha lança luz no interior de um universo próprio, intransferível de si mesma, exceto em poesia, que externa com suas imagens feitas de terra e aroma. Já a escritora Mary Sônia Valadares afirma que Belinha soube captar o sentimento diluído na alma humana e que a autora tem em seus versos a sabedoria da maturidade.
Intelectual dos mais conceituados e também titular da Academia Tocantinense de Letras, Ney Alves de Oliveira fez questão de registrar sua opinião sobre a obra de Belinha, a quem considera uma “notável expressão da poesia tocantinense, cujos versos vêm recheados de apurada técnica, com fundo musical a lembrar o trilar do rouxinol”.