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Artigos-->AMOR CORTÊS -- 14/10/2001 - 16:32 (João Ferreira) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos


AMOR CORTÊS



João Ferreira

outubro de 2001







1.O "Amor cortês", presente na literatura lírica medieval, e especialmente nas cantigas de amor, é cultivado nas cortes da Provença, tanto nos salões reais de príncipes e de monarcas da Idade Média como nos castelos dos senhores feudais. Esse amor consistia basicamente na vassalagem rigorosa do trovador à dama de sua eleição.

Nesse tipo de amor havia a observância rigorosa de normas e cânones pré-estabelecidos. Entre eles, a vassalagem paciente e humilde, que era feita de acordo com o grau de intimidade entre o trovador e a dama. Entre os trovadores que prestavam a vassalagem, alguns eram simples suspirantes (chamados "fenhadores") ou suplicantes ("precadores"), mas outros eram namorados ("entendedores") ou até amantes ("drudos").

O verdadeiro sinal do amor era a espera paciente. Só esta trazia a recompensa ou a graça da mulher. 2. A dama era o supremo bem a que aspirava o trovador das cantigas de amor;

3. Entre as virtudes que baseavam a duração maior do amor estavam: a paciência, a fidelidade, a esperança, a honra e a discrição. 4. Entre todas as virtudes, era apreciada a discrição, pois só ela preservava a condição da mulher e a defendia do ciúme do marido e das más línguas. 6. Em sua essência maior, o amor cortês era a religião dos trovadores, um verdadeiro culto à mulher, que previa a observância de um complexíssimo ritual.[...] A vida feudal que se desenvolveu nos castelos feudais da França meridional, criou um código e um ritual amoroso a que os amantes obedeciam como na relação que existe entre senhor e vassalo. Ser amoroso, na poesia dos trovadores, pressupunha um compromisso juramentado, da mesma maneira que agiam os cavaleiros.



João Ferreira

outubro de 2001
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