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Artigos-->Eu Escrevi! -- 19/09/2007 - 15:37 (AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA/Alcir J.T. de Souza) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Eu Escrevi!



Tenho publicado na www.usinadeletras.com.br em autores "A" AAAAAAA/AlcirJT.de Souza vário textos sofre esta eticamente inexistente e financeiramente abastada excrecêencia desde os tempos de sua incersão no STF por meio de seu primo o famoso anus de cocaina de Mello iniciando.com a libertação na calada da noite do pulha do Cacciola, depois máfia dos fiscais, dos sangue sugas, sua lamentavel atuação no TSE e por ai vão as canalhices deste (mais um porém um muito especial) pulha togado.

Leiam !



Acabo de publicar no Jornal O Globo o comentário a cima sobre à matéria a baixo. Depois dizem que eu não tenho razão !



Pedido de extradição

Defesa de Cacciola usará frase de Marco Aurélio

Publicada em 19/09/2007 às 09h21m

Tatiana Farah, Fernando Duarte, Eliane Oliveira e Jailton de Carvalho - o Globo

SÃO PAULO, MONTE CARLO e BRASÍLIA - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello não foi consultado, mas sua declaração à imprensa servirá de defesa para o ex-banqueiro Salvatore Cacciola em Mônaco.Anteontem, Marco Aurélio disse que não se arrepende de ter concedido, em 2000, o habeas corpus que tirou Cacciola da prisão no Rio e permitiu que ele fugisse para a Itália.



- Sustento que o acusado, enquanto a culpa não está formada mediante um título (sentença) do qual não caiba mais recurso, tem o direito natural de realmente fugir - afirmou.



"

Sustento que o acusado, enquanto a culpa não está formada mediante um título (sentença) do qual não caiba mais recurso, tem o direito natural de realmente fugir

"

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Cacciola foi condenado a 13 anos de prisão no Brasil por gestão fraudulenta do Banco Marka, um escandâlo que teria gerado prejuízo de R$ 1,6 bilhão aos cofres públicos. Entenda o caso Marka.



- Já enviei as declarações do ministro em um relatório a Mônaco. Será parte da documentação da defesa de Cacciola - informou o advogado Carlos Ely Eluf, que representa o ex-banqueiro no Brasil.



Eluf disse que não entrou em contato com o ministro para informá-lo sobre a remessa de jornais com suas declarações.



- São públicas - alegou.



Marco Aurélio não foi localizado pelo GLOBO para comentar a estratégia da defesa. fugir.



Na terça-feira, a Justiça de Mônaco, por meio da procuradora-geral do principado, Annie Brunet-Fuster, informou que pretende manter Cacciola preso até que seja concluída a análise do pedido de extradição, prestes a ser formalizado pelo Brasil. Cacciola ouviu a decisão do juiz numa audiência da qual participaram a advogada que o representa, a italiana Alesandra Monche, e um profissional monegasco, como manda a legislação do principado. O ex-banqueiro chegou algemado e de camburão ao Palácio de Justiça.



O anúncio em Mônaco reforça a impressão de que as autoridades locais parecem dispostas a usar o caso de Cacciola como exemplo de compromisso de combater a presença de criminosos no mais famoso paraíso fiscal do mundo.



Decisão final caberá ao príncipe Albert



Na entrevista coletiva à imprensa brasileira, a procuradora-geral de Mônaco rechaçou o argumento de Eluf de que o regime de isenção fiscal em Mônaco impossibilitaria a extradição de seu cliente:



- Há grande diferença entre questões fiscais e financeiras.



Segundo ela, Cacciola e seus advogados ainda têm direito a fazer quantos pedidos de libertação queiram. A continuação do processo, disse, depende agora das autoridades brasileiras, e poderá levar cerca de duas semanas. A decisão final caberá ao príncipe Albert, que, segundo fontes do Ministério das Relações Exteriores de Mônaco, estaria disposto a reforçar o empenho pela boa imagem internacional do principado.



- Mônaco, por vezes, tem recebido uma reputação injusta, e considero este caso um exemplo de como levamos a sério o combate ao crime - afirmou a procuradora-geral.



Eu Escrevi:

Este Marcos Aurélio de Mello é uma vergonha mesmo para um pais corrupto como é o Brasil.



Alcir de Souza
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