ISTOÉ – Cartas Prezados Senhores,
Ref.: “Reencontrando o passado”,
ISTOÉ, Edição n.º 2003, 26/03/2008, Página 52.
Perguntar não ofende: por que não são caçados os títulos dos psicólogos que, contra o CFP (Conselho Federal de Psicologia), praticam a fantasiosa TVP (Terapia de Vidas, ou Vivências, Passadas)?
Atenciosamente,
Luiz Roberto Turatti.________________________________________


COMPORTAMENTO
Reencontrando o passado
Em busca de cura para dores físicas ou superação de traumas, brasileiros recorrem à Terapia de Vidas anteriores
Por CARINA RABELO(...)
Mesmo com relatos de sucesso no processo de cura de dores físicas ou de transtornos mentais, o Conselho Federal de Psicologia não reconhece a técnica. “Não há nada na ciência que comprove que o indivíduo tenha outras vidas e que possa voltar a elas”, afirma o presidente da instituição, Humberto Verona. Além disso, segundo ele, o interesse pelas supostas vidas passadas tem de vir do paciente, e jamais ser induzido pelo profissional. “Em 90% dos processos de pacientes contra a TVP, fica provada a tentativa do profissional de associar a terapia a alguma religião”, revela. (...)
(...) Na opinião do presidente do Conselho Federal de Psicologia, Humberto Verona, a cura acontece devido à sensação de conforto pelo fato de o paciente se identificar com o terapeuta. “Elas apenas encontraram no psicólogo uma compatibilidade de crenças que facilitou o processo terapêutico”, afirma. A psiquiatra Marli Piva acrescenta: “A pessoa já se sente aliviada só de achar uma explicação para o seu problema”, diz ela.
Para Gildo Angelotti, diretor-executivo do Instituto de Neurociência e Comportamento, de São Paulo, as vivências relatadas pelos pacientes surgem de memórias inativas que registram imagens de filmes, sons, histórias de livros e tudo que é percebido pelo indivíduo ao longo da vida. “É como um sonho. Quando a pessoa está dormindo, os sentidos são pouco requisitados e sobra mais espaço para o resgate destes registros históricos. Mas a reunião destes elementos vem da mente do próprio indivíduo, não de outras vidas.” Na opinião dele, a TVP chega a ser arriscada aos pacientes psicóticos ou esquizofrênicos, que podem ter uma reação violenta a partir das (supostas) revelações ou ficarem obcecados em (impossivelmente) encontrar nesta vida as pessoas do passado. (...)
(...) Na opinião da terapeuta Noeli Heredia, (...) “As pessoas devem entender que não são vítimas, mas protagonistas da sua própria história. O paciente deve se olhar de forma crítica e perceber que é o responsável pelo que acontece na sua vida”, afirma.
Fonte: ISTOÉ, Edição n.º 2003, 26/03/2008, Página 52.
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PADRE QUEVEDO-CLAP,
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