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Artigos-->AFRODESCENDENTES -- 26/11/2011 - 07:18 (EDVALDO FERNANDES DE ANDRADE) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
O excelente artigo do jornalista e pesquisador Nilton Nascimento, sobre o Encontro Ibero-americano do ano internacional dos Afrodescendentes, corrido recentemente em Salvador, foi muito esclarecedor e deveria ser lido por todos os brasileiros, especialmente pelos nossos representantes no Congresso Nacional. Não é de agora que a questão dos afrodescendente vem sendo tratado sem maior profundidade. Precisamos de ações concretas e de menos palavreado. Não é a cor da pele o fator que impede a melhoria da situação sócio-econômica daqueles nossos irmãos, e sim a total ausência de educação pública gratuita e de boa qualidade para todos os brasileiros, carentes ou não. Educação pública de qualidade é, certamente, a base para o desenvolvimento de qualquer sociedade que se pretende justa e considere a meritória o mecanismo fundamental para a promoção do bem estar coletivo. Sem educação, nenhum país pode ser considerado desenvolvido. A riqueza de um país reside no bem estar do seu povo. É de se lamentar o veto à participação da líder religioso Mãe Lúcia de Oxum, pela comissão que recebeu a presidente Dilma, vez que provocou um grande mal-estar entre entidades do movimento negro e o governo federal. O dinheiro público, se bem aplicado, pode resolver o grande problema da educação no Brasil, e só depende de decisão política. O mais difícil mesmo, devido à ignorância da nossa herança cultural, é acabar com o preconceito de cor e a intolerância religiosa; duas pragas que há séculos vem causando sofrimentos à humanidade. Como disse Nelson Mandela, “ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, ou por sua origem, ou sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se elas aprendem a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto. A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta”.



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