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Artigos-->KLAUS-DIETER WOLFF na enciclopédia de LUIZ CELSO RIZZO -- 20/03/2025 - 19:59 (LUIZ CARLOS LESSA VINHOLES) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos

 KLAUS-DIETER WOLFF

na enciclopédia de

LUIZ CELSO RIZZO

L. C.Vinholes

20.03.2025

Tudo começou com uma simples troca de mensagens em janeiro de 2013, quando recebi a autoapresentação de

                                â€‹â€‹â€‹â€‹â€‹â€‹â€‹Luiz Celso Rizzo, regente, arranjador e compositor”,

informando estar

                                “organizando um livro sobre o Klaus-Dieter Wolff, que foi meu primeiro professor de regência coral”.

 

No segundo parágrafo, acrescentava o que muito me alegrou:

                                   “Quando eu regia o Coral Faap[i] eu realizei duas obras suas: Peça para fazer Xi e Peça para fazer psiu”.

Como não podia deixar de ser, ato contínuo, entusiasmado, respondi: Folgo em saber que trabalhas para criar um livro, um documento, a respeito de meu colega, meu dentista e companheiro em quase cinco anos na Escola Livre de Música da Pró-Arte. Mais do que isto, fostes aluno do Klaus e destes vida às minhas peças/poesias Peça/pessa para fazer “xi”/“psiu”[ii].

Passados algum tempo, nos primeiros dias de janeiro de 2025, vejo na minha mesa de trabalho, aguardando minha leitura, o belo, enciclopédico e robusto volume de 448 páginas:

 

MAESTRO KLAUS-DIETER WOLFF:

o Coral, Sua Técnica e Organização

                  Luiz Celso Rizzo (org.)                                                        Volume 1

 

A capa da publicação em apreço[iii], trabalho da parceria de Luiz Celso Rizzo e do ilustrador freelancer Massao Hitoshi, tem muito mais do que dizem as três linhas acima, ela é o resultado de um caprichoso exercício de colagem e criação onde o semblante do rosto e a posição das mãos de Klaus dão sinal ao que vai acontecer. A revoada das pombas, como no poema de Raimundo Correa[iv], é “símbolo da pureza, inocência, da paz, esperança e elevação espiritual”.

Depois de inúmeras vezes folhar e examinar o conteúdo do livro, inclusive a farta documentação fotográfica, pensei seguir a ordem estabelecida pelo Sumário do Volume 1, mas logo me dei conta de que os artigos assinados, também podem ser lidos independentemente, em qualquer ordem, sem prejuízo algum dos seus conteúdos, especialmente os que tem Klaus[v] como denominador comum.

            Para não pecar por omissão e permitir que meu leitor tenha uma ideia abrangente do conteúdo do livro em apreço e, consequentemente, se entusiasme a ler todos os seus textos, transcrevo, na íntegra, o dito Sumário:

            Vejamos:

13[vi]      Apresentação, por Gil Nuno Vaz[vii]

17        Introdução, por Luiz Celso Rizzo

26        A força do canto coral, por Celso Delneri

30        Quem foi o maestro Klaus-Dieter Wolff: um regente histórico, por Luiz Celso Rizzo

49        Um legado para a música vocal no Brasil, por Walter José Maluf

51        Como surgiu a ideia de publicar este livro

58        Depoimento do maestro Ernst Mahle e da professora Cidinha Mahle

60        Lembrança de um contemporâneo de Klaus-Dieter Wolff, por L. C. Vinholes[viii]

63        Entrevista com o maestro Júlio Medaglia, por Luiz Celso Rizzo

69        O grande parceiro do maestro Wolff, por Luiz Celso Rizzo

79        Minha experiência de cantar com Klaus-Dieter Wolff, por Marisa Trench Fonterrada

81        A maestria da regência de Klaus-Dieter Wolff, por Gil Nuno Vaz

86        Arte vanguardista e política conservadora, por Luiz Milasesi

90        Lembranças do meu professor Klaus-Dieter Wolff, por Marco Antonio da Silva Ramos

96        Gestos precisos e expressivos, por Celso Delneri

99        O Klaus como modelo, por Lutero Rodrigues

103      Bases sólidas para minha formação musical, por Paulo C. Chagas

105      Klaus-Dieter Wolff, o grande mestre, per Marco Pereira

106      Estímulo e generosidade com novos compositores, por Rodolfo Coelho de Souza

111      Formação intensa, muito aprendizado e convívio humano fértil, por Carlos Kater

113      Ars Viva, uma escola de liberdade, por Roberto Sion

115      Rompendo protocolos, por Heloísa de Araujo Duarte Valente

111      Entusiasmo e amor pela música, por Egle Conforto

121      O maestro não regerá mais

130      Uma homenagem póstuma ao maestro Wolff: missa com nove corais

134      Klaus-Dieter Wolff, um músico genuíno, depoimento de Willy Corrêa de Oliveira

136      Klaus deixa algo mais além de sua música, por Gilberto Mendes

139      Manual de regência coral, por Klaus-Dieter Wolff

166      Klaus-Dieter Wolff e o cenário musical de sua época, por Luiz Celso Rizzo

205      José Luiz Paes Nunes e sua relevância para a música coral no Brasil, por Luiz Celso Rizzo

213      Coralusp, uma realidade coral brasileira e um estudo do caso: entrevista de José Luiz Visconti, por Luiz Celso Rizzo

227      A história do ensino de música no Brasil, por Célia de Lourdes Amaral de Almeida

259      Algumas experiências em educação musical, por Luiz Celso Rizzo

261      A minha vida musical, por Ricardo Tacuchian

264      A voz do PAM[ix], por Hermelino Neder

276      O ensino de música nos EUA, por Cléa Galhano

278      O ensino de música na Alemanha, por Valeska Alves-Brinkmann

280      Educação musical na Espanha, por María Luna Chao

282      O ensino de música nas escolas Waldorf, por Joyce Gomes

289      O ensino de música no Colégio Dante Alighieri, por Gisele Cruz

290      A experiência do Colégio Vocacional, em São Paulo, por Márcia Fernandes dos Santos

294      “A Música da gente”: dez anos de criação, por Carlos Kater

299      AFCF[x]: musicalização em favor da cidadania, por Isa Uehara

304      A voz cantada: fisiologia, por Edna D´Oliveira[xi]

347      Outras informações e dicas de técnicas sobre regência coral, por Luiz Celso Rizzo

415      Dicas para o estudo de música

421      Quem somos nós: ficha técnica

424      Resgatando outras preciosas imagens

429      Relação dos contribuintes que participaram da campanha de financiamento coletivo deste livro

432      Referências bibliográficas

            Logo após o termino do Sumário do Volume 1 acima, é anunciado o que está por vir:

 

Volume 2 – Obras Corais

“Este volume, a ser produzido em breve, contará com mais de 100 partituras corais nas suas mais diversas formatações - coro infantil, juvenil, feminino a duas e três vozes, bem como coro misto a quatro vozes -, abrangendo um largo período, que vai da Renascença ao colonial brasileiro, passando pela música brasileira tradicional e contemporânea além de arranjos corais de música popular.

“Algumas dessas obras estão há muito tempo fora de catálogo e outras são inéditas, isto é, nunca foram publicadas e sequer apresentadas ao público. Outro ponto muito importante é que algumas dessas criações estão sendo finalmente publicadas como foram concebidas originalmente por seus compositores e arranjadores, sem as alterações introduzidas por outras pessoas.

“Várias dessas obras foram brilhantemente regidas pelo maestro Klaus-Dieter Wolff”.

Por razões obvias, dei prioridade aos textos assinados pelo mentor e coordenador dos esforços que resultaram nessa significativa quantidade de informações, reunidas nesse trabalho de colaboração coletiva dos que conheceram, estudaram, trabalharam e foram amigos e contemporâneos de Klaus.

Aqui quero deixar registrado que o período que mais me interessou por conter nomes de pessoas e eventos de alguma forma relacionados com as atividades de Klaus, pessoas e eventos que, tardiamente, só agora estou tomando conhecimento, à medida que avanço na curiosa e gratificante leitura. Também me interessa relembrar e saber o que registaram amigos com os quais compartilhamos muito do que aconteceu entre fevereiro de 1952 e 4 de julho de 1957, datas da minha saída de Pelotas e chegada em São Paulo e da minha partida para o Japão, tais como: Ernest Mahle[xii], Cidinha Aparecida Mahle, Willy Corrêa de Oliveira, Gilberto Mendes, Roberto Martins, Gil Nuno Vaz, Ricardo Tacuchian, Rodolfo Coelho de Souza, Carlos Kater.

 

Quem é Luiz Celso Rizzo

Vejo que até hoje Rizzo e eu trocamos meia dúzia de mensagens, ao não ser no WhatsApp não tivemos oportunidade de um encontro, mas creio que já posso considera-lo como novo amigo no mundo da música. Assim, vejo mais uma vez valorizada, como certa e confiável, a consagrada frase “amigo de meus amigos, meu amigo é”.

Rizzo[xiii], é maestro, compositor, arranjador e produtor fonográfico, graduado em música pela Faculdade de Música Carlos Gomes, mestre em música pelo Instituto de Artes da Unesp; tem intensa atividade acadêmica em colégios e escolas de música, destacando-se seu trabalho com regente da Orquestra do Colégio Micael (1991), da Banda Sinfônica da Escola Municipal de Música da Prefeitura Municipal de São Paulo (1982-1987) e da Banda Sinfônica Municipal da cidade de Osasco (1986-1987); professor do Projeto Canta São Paulo, do Teatro Municipal de São Paulo (2015) e regente de diversos corais; regente dos corais do 32º e 33º Curso Internacional da Pró-Arte de Teresópolis (1982-1983), sendo que deste último foi também o diretor artístico. Foi ainda o regente acompanhador do lançamento do CD Vânia Bastos, Tom Jobim & Cordas (1995), com arranjo de Franci Hime. Produtor fonográfico do CD Madrigal Ars Viva, de Santos (2023), está trabalhando no relançamento do LP Gilberto Mendes (1979). O seu livro A Influência da Poesia Concreta na Música Vocal de Gilberto Mendes e Willy Corrêa de Oliveira deverá ser lançado em 2025.

 

Fui dado como “não identificado”

Não canso de repetir que não canso de ler esse livro que me ocupa há poucos meses, pois quanto mais leio mais quero ler para memorizar nomes, datas e eventos de uma época em que estive ausente e que, no Brasil, foi fértil e útil. Não quero refazer o que passou, mas simplesmente enriquecer minha memória.

Em parágrafo anterior disse que a farta documentação fotográfica tem sido objeto de minha curiosidade ao ponto de descobrir que em uma delas, ilustrando a página 32, estou figurando no “naipe dos tenores do Conjunto Coral de Câmara, no primeiro dia do ensaio em 15 de novembro de 1951”, pelo número 1 seguido da informação “Não identificado”. Quem naquela época me conheceu, me identificaria pela barba, bigode, cabelos fartos e os óculos pesados como sendo o político Jânio Quadros. Alguns curiosos talvez não concordassem com tal identificação equivocada, por se darem conta de que, na foto, faltaria a caspa, sempre abundante nos ombros de político.

 

 

Vinholes nos anos da Escola Livre de Música

Outro acerto que deve ser feito diz respeito à data do ensaio documentado nessa foto: se embarquei para São Paulo após participar do IV Curso Internacional de Férias da Pró-Arte, em Teresópolis, e de receber, no dia 22 de fevereiro de 1953, o telegrama-convite[xiv] de H. J. Koellreutter para ser secretário-ajudante da Escola Livre de Música, seu secretário particular e seu aluno, como poderia eu participar de ensaio em São Paulo no dia 15 de novembro de 1951? Nessa data eu era copista da orquestra sinfônica da Sociedade Orquestral de Pelotas.

 

Exposição de Tomie Ohtake

O texto descrevendo a foto da página 62 merece ter a informação correta quanto ao local em que se realizou a primeira exposição individual de Tomie Ohtake em São Paulo. Foi no Salão de Eventos da Escola Livre de Música da Pró-Arte, na Rua Sergipe nº 271, em Higienópolis, e não “na sede da Pró-Arte, em São Paulo” como consta. Pequena parte da mostra foi exibida na sala da frente onde ficava o piano de caudas. Na foto da página 207, a informação está correta. A Pró-Arte, se é que tinha sede, era no Rio de Janeiro ou na Casa e Jardim, pequena loja na Rua Barão de Itapetininga, em São Paulo. Foi na Casa e Jardim de Teresópolis, RJ, que se realizaram os primeiros Cursos Internacionais de Férias da Pró-Arte.

 

O jornalista José Luiz

No oportuno artigo José Luiz Paes Nunes e sua relevância para a música coral no Brasil, assinado por Luiz Celso Rizzo, consta que ele apareceu na Escola Livre de Música “em meados de 1954” e que “sua carreira jornalística se iniciou em 1959”. A foto do canto superior direito da página 207 não corrobora com a última afirmação, pois a data do meu embarque para o Japão, foi em 4 de julho de 1957 e na foto, apareço em companhia de Carlos Alberto e José Luiz, este último, certamente, ainda não sendo jornalista.

A flauta é terrível

Muitos dos atrativos sobrados da Rua Sergipe, eram geminados dois a dois e o da Escola Livre de Música tinha como parceiro um sobrado com quartos para alugar e venda de marmitas na hora do almoço, administrado por uma eficiente e simpática baiana.

Houve uma época na qual, depois do expediente da Escola, José Luiz usando o piano de caudas da Escola e eu com minha flauta, aproveitávamos o horário noturno para estudar músicas de câmara para nossos instrumentos. Tínhamos como princípio trabalhar duas horas, geralmente das 19 às 21h, mas, certa vez, entusiasmado com os resultados alcançados com o estudo da Sonata de Mozart para flauta e piano em La Maior, K. 13 Op.3 Nº3, esquecemos da hora e acabamos quando já passava das dez horas.

Na manhã do dia seguinte, dona Inês tocou a campainha da entrada da Escola e o que eu tive que escutar foi uma ponderada reclamação: “o piano ainda está bem, mas o som da flauta entra por todos os cantos e ninguém aguenta”. Não me restava outra alternativa a não ser pedir esculpas e prometer que tomaria todas as providências para que aquilo não mais acontecer. A vizinha voltou aos seus afazeres e duo teve que abandonar os seus hábitos.

Registros de minha ausência

Dois amigos e parceiros, um na música outro na poesia, de alguma forma e muito cedo se deram conta e registraram minha ausência, de forma indireta, também plenamente aventada nas entrelinhas do livro que trata de Klaus-Dieter Wolff. Adentrei ao Japão da segunda metade do século XX que era muito mais distante do que agora, as viagens de navio levavam mais de um mês, as de avião faziam escalas na Europa ou no sudeste asiático, as cartas levavam semanas, os telegramas dias e a(o)s que não falavam japonês, sentiam-se enclausurados no silêncio dos diálogos.

Gilberto Mendes foi explicito em entrevista à Lilia de Oliveira Rosa, em Santos, SP, em 20 de novembro de 2008, quando declarou que “.... gostaria de falar da importância do meu colega e amigo, grande amigo, Vinholes, no panorama da música brasileira. É um compositor que por ter levado um tipo de vida mais solitária, de certo modo, voltada aos seus interesses muito particulares, foi levado até o Japão e se isolado do Brasil, mas a gente não deve se esquecer que ele foi o primeiro a fazer no Brasil música aleatória. A peça dele Instrução 61, sem dúvida, é a primeira obra aleatória da história da música brasileira, além de que é um projeto muito original”.

 

Affonso Romano de Sant’Anna confessou que não me conhecia pessoalmente e eu, de longe, acompanhava as atividades do saudoso poeta, ensaista e professor, especialmente, quando em agosto de 1963, me foi dada a oportunidade de participar da Semana Nacional de Poesia de Vanguarda, em Belo Horizonte, inclusive com traduções de poetas japoneses[xv]. Em 1991, no início do período da sua presidência da Fundação Biblioteca Nacional, em ato de relançamento da revista Poesia Sempre, no Salão do Itamaraty, o embaixador Wladimir Murtinho me apresentou a Affonso, concretizando nosso primeiro encontro. Na ocasião, acompanhando o protocolar aperto de mãos, como que surpreso e admirado, Affonso perguntou: “então você existe mesmo?”. Rimos muito e demos continuidade à nossa amizade.

Selando uma vida inteira

            Aqui me parece ser mais do que apropriado terminar este artigo reproduzindo frases publicadas no jornal Folha de São Paulo, de 9 de abril de 1974, com as quais Klaus faz sua derradeira observação e sua válida recomendação, frases reproduzidas às páginas 122 do livro objeto desse artigo:

 

“A música é hoje em dia uma das coisas mais imprescindíveis ao desenvolvimento global do homem. Por ser abstrata, é também a arte mais universal e a mais capacitada a promover o desenvolvimento da sensibilidade e da disciplina pessoal”.

 

“O coral é a forma mais acessível e possível de musicalização de um povo, porque não exige empate de capital nem prática de instrumento. E, quanto mais gente cantar, mais gente ouvirá e gostará de música”.

 

 

[i] FAAP = Fundação Armando Alvares Penteado

[ii] Instrução/bula para, usando bocas, produzir música/cena aleatória. Primeiro uso em 08.10.1979 - Primeiro uso mundial. Casa Centro das Artes, São Paulo. Semana de Canto Coral. Madrigal Ars Viva de Santos. Roberto Martins (regência).

[iii] Este livro teve tiragem de 700 volumes, com lançamento pela Martins Fontes em 14 de dezembro de 2024 e metade dos exemplares já foi vendida. Encomende o seu pelo celular 11.99740.4387.

[iv] Raimundo Correia (1859-1911) poeta parnasiano e magistrado.

[v] Apenas por Klaus era como sempre foi tratado, antes de se tornar o reconhecido e competente maestro.

[vi] Esses números são os das páginas onde cada textos têm início.

[vii] Gil Nuno Vaz meu amigo encantado com meu poema concreto es tu do es tu do (1959) ao qual dedicou e ainda dedica valioso tempo como compositor

[viii] Artigo originalmente publicado em 01.01.2012, no site

[ix] Percepção e Alfabetização Musical (PAN), método por Hermelino Neder, Ricardo Breim e Elsa Zein.

[x] AFCF = Associação Filantrópica “Criança Feliz”.

[xi] Embora não me seja mais possível aproveitar dos minuciosos e densos ensinamentos constantes do artigo A voz cantada: fisiologia, de Edna D´Oliveira, não posso deixar de registrar minha admiração pelo seu conhecimento e, ao mesmo tempo, recomentar às novas gerações de cantora(e)s que aproveitem o que ela ensina. Se e tivesse lido e aprendido alguma coisa com os ensinamentos de Edna, certamente teria sido melhor tenor no coral de Klaus.

[xii] Ernest Male, parceiro na criação do Estúdio de Música Eletrônica da ELM, primeiro da América Latina e terceiro no mundo; com sua esposa Cidinha, fundador da Escola Livre de Música de Piracicaba, que assisti ser inaugurada.

[xiii] Com a devida vênia, valho-me do que consta do livro em apreço.

[xiv] Hoje, este telegrama, assim como centenas de outros documentos estão à disposição no acervo da Discoteca L. C. Vinholes da Universidade Federal de Pelotas.

[xv] Os originais e as traduções para o português dos poemas da vanguarda japonesa da segunda metade do século XX terão lançamento em 2025, pela Editora Syrinx, de São Paulo, em uma antologia bilíngue com curadoria de  Marianne Simon-Oikawa, professora de Estudos Japoneses da Universidade Cidade de Paris e membro do Centro de Pesquisas sobre as Civilizações da Asia Oriental.

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