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Cartas-->Ninguém deixa um poeta impunemente -- 08/07/2005 - 18:30 (CARLOS CUNHA / o poeta sem limites) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
















Pra você, que apesar da distância física que nos separa, teve o mais puro do meu coração e o mais nobre da minha alma. Que não aceitou o platônico, nele não acreditando e se trancou num silêncio mesquinho, se afastando assim até de minha alma...






Tal qual uma borboleta cega
ela voejou perdida entre lindas flores,
sem conseguir ver a beleza
do colorido formado por elas






Ninguém deixa um poeta impunemente






O poeta chorou muito a perda daquele amor. Lágrimas sentidas rolaram por suas faces, marcadas pela dor, quando soube que era traído. Enganado por aquela a quem endeusara e transformara na musa das poesias mais belas que sua alma criara.
Mulher fútil, insensível e vazia que desprezou o que qualquer outra espera pela vida inteira e muito poucas tem a sorte de ter:

“Ser amada verdadeiramente
e poder viver uma grande paixão”.

O tempo secou as lágrimas e trouxe novos amores para o poeta, que não sabia viver sem o amor e para ele vivia. Eles colocaram, no lugar das marcas de dor, um sorriso cálido no rosto daquele que voltou a ser feliz.
Ele - o mesmo tempo – também encontrou aquela que tinha sido tão amada sozinha e embriagada, cansada de andar de mão em mão na vã tentativa de recuperar aquilo que um dia tratou com tanto desprezo, mas que agora tanto necessitava.







CARLOS CUNHA






CARLOS CUNHA / o poeta sem limites

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