Acabo de ver minha carta “O mistério da santa” publicada nesta revista Universo Espírita/Cartas, N.º 46, Ano 4, Outubro de 2007, Página 6.
Considerando que perguntar não ofende, então pergunto: diante da omissão das palavras morto, ou e incorreta e incontrolada, na publicação da mesma, devo interpretar como tendencioso descuido da redação ou só mais uma proposital tentativa de falsear, procurando dar outro sentido, convenientemente, aliás, fato já constatado por mim mesmo, inúmeras vezes, no meio espírita?
ÍNTEGRA DA CARTA ORIGINAL:
Descartando costumeiras fraudes, que dizer de agulhas, pregos ou alfinetes que aparecem misteriosamente no corpo das pessoas; lágrimas de todo tipo (água, sangue, mel) em imagens de santos? Deve-se à feitiçaria? Ou à intervenção de algum morto, ou demônio? Castigo divino? Que ABSURDO! Segundo a Parapsicologia (o conjunto dos ramos da Ciência que estuda o incomum, o misterioso), este fenômeno se denomina “aporte”. O inconsciente (cheio de superstições, crendices) dirige uma exteriorização de energia somática (telergia). Esta força física é capaz de desmaterializar (converter em energia) agulhas, pregos, lágrimas etc. e depois rematerializar. Trazê-los através de portas, extraí-los de paredes, de madeiras etc. e introduzí-los no corpo, sem causar qualquer ferimento; ou plasmar lágrimas em imagens, são exemplos da utilização incorreta e incontrolada da energia humana. (“O mistério da santa”, Universo Espírita/Por Dentro, N.º 45, Ano 4, Setembro 2007, Página 15).
Atenciosamente,
Luiz Roberto Turatti.
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“Fora da VERDADE não existe CARIDADE nem, muito menos, SALVAÇÃO!”