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Cartas-->Do shopping -- 27/02/2003 - 18:55 (BRUNO CALIL FONSECA) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Do shopping
Jack pediu à balconista que lhe mostrasse — de perto —, aquele relógio que estava exposto na vitrina. Tipo assim: pegar pra ver. Era um patacão suíço de fama secular. O preço girava em torno de pouco mais de mil dólares. O preço não a desagradava. Mas o modelo sim. Preferiria um modelo mais moderno. Estilo surfista. No entanto sabia que aquele modelo de relógio era o preferido do pai. O pai, um comerciante extremamente bem sucedido, por sua vez, combinava um Rolex com uma pulseira e um colar de ouro 18 quilates. Com ele freqüentara as melhores rodas sociais. Tivera dias — não minto — em que o relógio fora flagrado na coluna social. Jack não tinha outra escolha. Percebia-se que ela não gostava. Mas, fazer o quê? Tinha certeza que o namorado ia gostar. Afinal, das outras vezes em que o presenteara com roupas do gosto do pai, ele simplesmente a-do-rooou. Entre quatro modelos, quase que similares, escolheu o que julgava mais próximo do gosto do pai. Naturalmente o mais caro! No dia do aniversário, Jack fez surpresa. Fez suspense. Deixou para presenteá-lo no restaurante Clementina. E porque comemorava o aniversário, disse-lhe, também, que fazia questão de pagar-lhe a conta. O namorado apenas se dissimulou. Enquanto a conta não vinha — conversando por conversar — Jack perguntou-lhe: “O que você acha da BMW do meu pai?" (...) Depois te conto mais.
LIZIAS


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