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IMPRÓPRIO PARA MENORES
Travesti com TPM! As duas amigas moravam juntas fazia um tempão. A mais velha delas, que era conhecida como Jajá, trabalhava em uma boate e foi lá que elas se conheceram. Numa madrugada, quando apresentava o seu último número, ela viu um lindo rapaz com os cabelos loiros encaracolados, olhos azuis e com cara de menino inocente, sentado em uma mesa no fim do salão. Quando terminou a canção que cantava desceu do palco, depois de receber muitos aplausos, pediu para um garçom que levasse uma garrafa de vinho para a mesa do rapaz e, enquanto ele foi buscar a bebida, dirigiu-se para ela. Lá chegando sentou-se nela como se conhecesse o rapaz há muito tempo e fosse íntimo dele. Deu-lhe um lindo sorriso e falou provocativa com sua voz melodiosa e sensual: - Oi, menino lindo. Você está tão tristinho. Vamos conversar um pouco? O rapaz olhou para aquela negra linda sentada ao seu lado, trajando um vestido de noite vermelho muito decotado, que tinha o mesmo tom dos seus cabelos exóticos e deixava a mostra boa parte de seus seios enormes e convidativos, e com má vontade respondeu grosseiramente, sem demonstrar nenhum interesse pela beleza dela: - Ta legal, você já está ai sentada mesmo. - Nossa... Que modos neném, ela disse assustada e magoada. Você podia bem ser mais delicado. - Olha aqui dona, ele retrucou, eu estava aqui quieto e a senhora me procurou. Não tenho obrigação nenhuma de ser gentil. Se está querendo dar uma trepada, procurou a pessoa errada. Eu sou gay. - E precisa ser tão grosseiro e mal educado garoto, ela falou ofendida e cheia de raiva. Eu vi você aqui triste e só quis conversar um pouco pra ver se te animava. Percebendo que a sua indelicadeza tinha magoado e ofendido a mulher ele desculpou-se arrependido e cheio de vergonha: - Olha, me desculpa moça, eu estou atormentado e cheio de problemas. Não tive intenção de agredir você, é que as coisas estão muito difíceis para mim. Quando ele acabou de dizer isso o garçom chegou com a bebida, a deixou sobre a mesa e se retirou. A Jajá estendeu a mão para a garrafa, encheu os dois copos que foram trazidos com ela e falou: - Tudo bem você está desculpado. Agora vamos beber alguma coisa pra ver se você relaxa. Depois se quiser me contar o que está te atormentando você me conta. É sempre bom a gente dividir os nossos problemas com alguém. O rapaz pegou o copo tomou o vinho que havia nele de uma só vez. Seus olhos azuis mostravam vergonha e acanhamento. Sabia que sem motivo tinha sido rude com aquela pessoa que se mostrava tão doce com ele. Tomaram toda a garrafa enquanto falavam de coisas banais. Ao final dela já tinham se esquecido da discussão que tiveram momentos atrás e se sentiam muito bem um perto do outro, a ponto do Carlinhos se abrir e falar sobre o seu problema. Ele contou pra ela que tinha resolvido assumir o seu homossexualismo e por isso seu pai, que era uma pessoa preconceituosa e tinha uma mente muito pequena, tinha expulsado ele de casa. Falou que não sabia o que fazer, pois nunca tinha vivido sem o apoio da sua família. Que só tinha dezoito anos e que sempre dependera de seus pais para viver. A Jajá o ouviu com atenção, sentiu muita pena dele e lhe falou: - É meu querido, você tem um enorme problema mesmo. Só que não adianta ficar se atormentando com ele. Vamos até lá em casa. Você passa a noite lá, descansa e amanhã há de se sentir melhor. Vai ver como as coisas não são tão negras como está pensando. Pra tudo há uma solução. O rapaz estava mesmo na “rua da amargura” e não se fez de rogado. Ele não sabia o que ia fazer da sua vida, estava com muito pouco dinheiro e um canto para dormir naquela noite caia mesmo do céu. Eles foram até a casa dela. Chegando nela ela o deixou na sala dizendo que ia tomar um banho e pedindo para que ele ficasse a vontade. Disse ainda que quando voltasse ia lhe fazer uma bela surpresa. Ele ficou ali sozinho sentado em frente a um aparelho de televisão, mas não assistia ao programa que ele transmitia. Tinha a cabeça confusa por causa dos rumos que sua vida tomava e, para evitar pensar nela, analisava tudo em sua volta. O ambiente simples e aconchegante daquela casa, os objetos exóticos existentes sobre os móveis. Tudo era motivo para ele divagar e não pensar em seus problemas. Quando ela voltou realmente o deixou surpreso. Estava nua e tinha o corpo ainda molhado, pois tomara banho e não o enxugara. Era de fato muito linda e tinha um corpo escultural, pernas bastante longas e coxas muito grossas. Seus seios eram fartos e belíssimos. Só o que destoava era o pau negro e enorme que ela tinha entre as pernas. Ele estava duro e apontado para o rapaz que paralisado olhava para a Jajá, de boca aberta, sem conseguir falar. - O que foi menino, não gostou da surpresa? - Ma... mas. Você não... Não é... O rapaz tentou perguntar, mas não conseguiu. Só balbuciou gaguejando a pergunta sem conseguir terminá-la de tão surpreso e abismado que estava. - Assustei você com a minha surpresa lindinho? É claro que eu não sou mulher. Sou viado como você, só que mais assumido e sofisticado, a Jajá falou rindo com gosto. - Mas você é linda. Eu nunca ia imaginar... - Sou bicha, mas adoro comer garotos bonitos. Se você gostou do meu pau ele é todo seu meu querido. Como que hipnotizado ele caminhou até onde a Jája estava, ajoelhou-se em frente a ela e colocou na boca o seu pau enorme. Há horas que não se sentia tão bem e sem preocupação alguma. Ela enfiou os dedos entre os cabelos encaracolados do rapaz e segurou a sua cabeça, só largando ela quando gozou um monte de porra jorrou enchendo a boca dele. Depois encheu ele de carinhos e o enrabou várias vezes, até que exaustos dormiram abraçados no tapete da sala. Quatro anos se passaram desde que eles se conheceram e a casa da Jajá passou a ser o novo lar do Carlinhos. Ele ia todas as noites na boate que ela trabalhava. Ficara muito amigo e era estimado por todos as bichas que a freqüentavam. Estava naquela noite sentado na mesma mesa em que conhecera a Jajá, junto a várias delas. Riam, desmunhecavam e falavam muita besteira quando uma delas perguntou pro Carlinhos: - Me conta querido, você que é chegadinho da Jajá, o que está acontecendo com ela estes dias. Anda irritada, não liga pra gente e nem tem vindo até aqui na mesa. Ela está com raiva de nós? - Que bobagem meu amor, por que estaria com raiva de nós? Ela fica sempre assim quando fica com t.p.m. Vocês nem imaginam o que eu tenho de agüentar lá em casa nesses dias, o Carlinhos respondeu. Todas gargalharam estrondosamente com a resposta e uma outra disse cheia de sarcasmo e ironia, o que causou uma hilaridade escandalosa entre elas: - Que história é essa de t.p.m. Carlinhos? Onde já se viu viado ficar mestruado. Só se ela sangrar pelo cu. - Pois é isso mesmo, o Carlinhos respondeu. Eu vou contar um segredo, mas você tem de me prometer que a Jajá nunca vai saber que eu contei. Prometem? - Prometemos, todas responderam em uníssono, e cheias de curiosidade. - É que ela tem uma homorróida brava que quando fica irritada coça bastante e a deixa maluca. Tem até que colocar absorvente na bunda pra roupa não ficar toda manchada de sangue. A Jajá sofre tanto com isso meninas, eu até entendo e dou razão pra ela ficar tão irritada assim nesses dias. CARLOS CUNHA CARLOS CUNHA / o poeta sem limites (as páginas mais interessantes, coloridas e visitadas na USINA) ERÓTICO HUMOR INFANTIL CONTOS POESIAS OUTRAS CATEGORIAS DE TEXTOS Voltar
As duas amigas moravam juntas fazia um tempão. A mais velha delas, que era conhecida como Jajá, trabalhava em uma boate e foi lá que elas se conheceram. Numa madrugada, quando apresentava o seu último número, ela viu um lindo rapaz com os cabelos loiros encaracolados, olhos azuis e com cara de menino inocente, sentado em uma mesa no fim do salão. Quando terminou a canção que cantava desceu do palco, depois de receber muitos aplausos, pediu para um garçom que levasse uma garrafa de vinho para a mesa do rapaz e, enquanto ele foi buscar a bebida, dirigiu-se para ela. Lá chegando sentou-se nela como se conhecesse o rapaz há muito tempo e fosse íntimo dele. Deu-lhe um lindo sorriso e falou provocativa com sua voz melodiosa e sensual: - Oi, menino lindo. Você está tão tristinho. Vamos conversar um pouco? O rapaz olhou para aquela negra linda sentada ao seu lado, trajando um vestido de noite vermelho muito decotado, que tinha o mesmo tom dos seus cabelos exóticos e deixava a mostra boa parte de seus seios enormes e convidativos, e com má vontade respondeu grosseiramente, sem demonstrar nenhum interesse pela beleza dela: - Ta legal, você já está ai sentada mesmo. - Nossa... Que modos neném, ela disse assustada e magoada. Você podia bem ser mais delicado. - Olha aqui dona, ele retrucou, eu estava aqui quieto e a senhora me procurou. Não tenho obrigação nenhuma de ser gentil. Se está querendo dar uma trepada, procurou a pessoa errada. Eu sou gay. - E precisa ser tão grosseiro e mal educado garoto, ela falou ofendida e cheia de raiva. Eu vi você aqui triste e só quis conversar um pouco pra ver se te animava. Percebendo que a sua indelicadeza tinha magoado e ofendido a mulher ele desculpou-se arrependido e cheio de vergonha: - Olha, me desculpa moça, eu estou atormentado e cheio de problemas. Não tive intenção de agredir você, é que as coisas estão muito difíceis para mim. Quando ele acabou de dizer isso o garçom chegou com a bebida, a deixou sobre a mesa e se retirou. A Jajá estendeu a mão para a garrafa, encheu os dois copos que foram trazidos com ela e falou: - Tudo bem você está desculpado. Agora vamos beber alguma coisa pra ver se você relaxa. Depois se quiser me contar o que está te atormentando você me conta. É sempre bom a gente dividir os nossos problemas com alguém. O rapaz pegou o copo tomou o vinho que havia nele de uma só vez. Seus olhos azuis mostravam vergonha e acanhamento. Sabia que sem motivo tinha sido rude com aquela pessoa que se mostrava tão doce com ele. Tomaram toda a garrafa enquanto falavam de coisas banais. Ao final dela já tinham se esquecido da discussão que tiveram momentos atrás e se sentiam muito bem um perto do outro, a ponto do Carlinhos se abrir e falar sobre o seu problema. Ele contou pra ela que tinha resolvido assumir o seu homossexualismo e por isso seu pai, que era uma pessoa preconceituosa e tinha uma mente muito pequena, tinha expulsado ele de casa. Falou que não sabia o que fazer, pois nunca tinha vivido sem o apoio da sua família. Que só tinha dezoito anos e que sempre dependera de seus pais para viver. A Jajá o ouviu com atenção, sentiu muita pena dele e lhe falou: - É meu querido, você tem um enorme problema mesmo. Só que não adianta ficar se atormentando com ele. Vamos até lá em casa. Você passa a noite lá, descansa e amanhã há de se sentir melhor. Vai ver como as coisas não são tão negras como está pensando. Pra tudo há uma solução. O rapaz estava mesmo na “rua da amargura” e não se fez de rogado. Ele não sabia o que ia fazer da sua vida, estava com muito pouco dinheiro e um canto para dormir naquela noite caia mesmo do céu. Eles foram até a casa dela. Chegando nela ela o deixou na sala dizendo que ia tomar um banho e pedindo para que ele ficasse a vontade. Disse ainda que quando voltasse ia lhe fazer uma bela surpresa. Ele ficou ali sozinho sentado em frente a um aparelho de televisão, mas não assistia ao programa que ele transmitia. Tinha a cabeça confusa por causa dos rumos que sua vida tomava e, para evitar pensar nela, analisava tudo em sua volta. O ambiente simples e aconchegante daquela casa, os objetos exóticos existentes sobre os móveis. Tudo era motivo para ele divagar e não pensar em seus problemas. Quando ela voltou realmente o deixou surpreso. Estava nua e tinha o corpo ainda molhado, pois tomara banho e não o enxugara. Era de fato muito linda e tinha um corpo escultural, pernas bastante longas e coxas muito grossas. Seus seios eram fartos e belíssimos. Só o que destoava era o pau negro e enorme que ela tinha entre as pernas. Ele estava duro e apontado para o rapaz que paralisado olhava para a Jajá, de boca aberta, sem conseguir falar. - O que foi menino, não gostou da surpresa? - Ma... mas. Você não... Não é... O rapaz tentou perguntar, mas não conseguiu. Só balbuciou gaguejando a pergunta sem conseguir terminá-la de tão surpreso e abismado que estava. - Assustei você com a minha surpresa lindinho? É claro que eu não sou mulher. Sou viado como você, só que mais assumido e sofisticado, a Jajá falou rindo com gosto. - Mas você é linda. Eu nunca ia imaginar... - Sou bicha, mas adoro comer garotos bonitos. Se você gostou do meu pau ele é todo seu meu querido. Como que hipnotizado ele caminhou até onde a Jája estava, ajoelhou-se em frente a ela e colocou na boca o seu pau enorme. Há horas que não se sentia tão bem e sem preocupação alguma. Ela enfiou os dedos entre os cabelos encaracolados do rapaz e segurou a sua cabeça, só largando ela quando gozou um monte de porra jorrou enchendo a boca dele. Depois encheu ele de carinhos e o enrabou várias vezes, até que exaustos dormiram abraçados no tapete da sala. Quatro anos se passaram desde que eles se conheceram e a casa da Jajá passou a ser o novo lar do Carlinhos. Ele ia todas as noites na boate que ela trabalhava. Ficara muito amigo e era estimado por todos as bichas que a freqüentavam. Estava naquela noite sentado na mesma mesa em que conhecera a Jajá, junto a várias delas. Riam, desmunhecavam e falavam muita besteira quando uma delas perguntou pro Carlinhos: - Me conta querido, você que é chegadinho da Jajá, o que está acontecendo com ela estes dias. Anda irritada, não liga pra gente e nem tem vindo até aqui na mesa. Ela está com raiva de nós? - Que bobagem meu amor, por que estaria com raiva de nós? Ela fica sempre assim quando fica com t.p.m. Vocês nem imaginam o que eu tenho de agüentar lá em casa nesses dias, o Carlinhos respondeu. Todas gargalharam estrondosamente com a resposta e uma outra disse cheia de sarcasmo e ironia, o que causou uma hilaridade escandalosa entre elas: - Que história é essa de t.p.m. Carlinhos? Onde já se viu viado ficar mestruado. Só se ela sangrar pelo cu. - Pois é isso mesmo, o Carlinhos respondeu. Eu vou contar um segredo, mas você tem de me prometer que a Jajá nunca vai saber que eu contei. Prometem? - Prometemos, todas responderam em uníssono, e cheias de curiosidade. - É que ela tem uma homorróida brava que quando fica irritada coça bastante e a deixa maluca. Tem até que colocar absorvente na bunda pra roupa não ficar toda manchada de sangue. A Jajá sofre tanto com isso meninas, eu até entendo e dou razão pra ela ficar tão irritada assim nesses dias. CARLOS CUNHA CARLOS CUNHA / o poeta sem limites (as páginas mais interessantes, coloridas e visitadas na USINA) ERÓTICO HUMOR INFANTIL CONTOS POESIAS OUTRAS CATEGORIAS DE TEXTOS Voltar
As duas amigas moravam juntas fazia um tempão. A mais velha delas, que era conhecida como Jajá, trabalhava em uma boate e foi lá que elas se conheceram. Numa madrugada, quando apresentava o seu último número, ela viu um lindo rapaz com os cabelos loiros encaracolados, olhos azuis e com cara de menino inocente, sentado em uma mesa no fim do salão. Quando terminou a canção que cantava desceu do palco, depois de receber muitos aplausos, pediu para um garçom que levasse uma garrafa de vinho para a mesa do rapaz e, enquanto ele foi buscar a bebida, dirigiu-se para ela. Lá chegando sentou-se nela como se conhecesse o rapaz há muito tempo e fosse íntimo dele. Deu-lhe um lindo sorriso e falou provocativa com sua voz melodiosa e sensual: - Oi, menino lindo. Você está tão tristinho. Vamos conversar um pouco? O rapaz olhou para aquela negra linda sentada ao seu lado, trajando um vestido de noite vermelho muito decotado, que tinha o mesmo tom dos seus cabelos exóticos e deixava a mostra boa parte de seus seios enormes e convidativos, e com má vontade respondeu grosseiramente, sem demonstrar nenhum interesse pela beleza dela: - Ta legal, você já está ai sentada mesmo. - Nossa... Que modos neném, ela disse assustada e magoada. Você podia bem ser mais delicado. - Olha aqui dona, ele retrucou, eu estava aqui quieto e a senhora me procurou. Não tenho obrigação nenhuma de ser gentil. Se está querendo dar uma trepada, procurou a pessoa errada. Eu sou gay. - E precisa ser tão grosseiro e mal educado garoto, ela falou ofendida e cheia de raiva. Eu vi você aqui triste e só quis conversar um pouco pra ver se te animava. Percebendo que a sua indelicadeza tinha magoado e ofendido a mulher ele desculpou-se arrependido e cheio de vergonha: - Olha, me desculpa moça, eu estou atormentado e cheio de problemas. Não tive intenção de agredir você, é que as coisas estão muito difíceis para mim. Quando ele acabou de dizer isso o garçom chegou com a bebida, a deixou sobre a mesa e se retirou. A Jajá estendeu a mão para a garrafa, encheu os dois copos que foram trazidos com ela e falou: - Tudo bem você está desculpado. Agora vamos beber alguma coisa pra ver se você relaxa. Depois se quiser me contar o que está te atormentando você me conta. É sempre bom a gente dividir os nossos problemas com alguém. O rapaz pegou o copo tomou o vinho que havia nele de uma só vez. Seus olhos azuis mostravam vergonha e acanhamento. Sabia que sem motivo tinha sido rude com aquela pessoa que se mostrava tão doce com ele. Tomaram toda a garrafa enquanto falavam de coisas banais. Ao final dela já tinham se esquecido da discussão que tiveram momentos atrás e se sentiam muito bem um perto do outro, a ponto do Carlinhos se abrir e falar sobre o seu problema. Ele contou pra ela que tinha resolvido assumir o seu homossexualismo e por isso seu pai, que era uma pessoa preconceituosa e tinha uma mente muito pequena, tinha expulsado ele de casa. Falou que não sabia o que fazer, pois nunca tinha vivido sem o apoio da sua família. Que só tinha dezoito anos e que sempre dependera de seus pais para viver. A Jajá o ouviu com atenção, sentiu muita pena dele e lhe falou: - É meu querido, você tem um enorme problema mesmo. Só que não adianta ficar se atormentando com ele. Vamos até lá em casa. Você passa a noite lá, descansa e amanhã há de se sentir melhor. Vai ver como as coisas não são tão negras como está pensando. Pra tudo há uma solução. O rapaz estava mesmo na “rua da amargura” e não se fez de rogado. Ele não sabia o que ia fazer da sua vida, estava com muito pouco dinheiro e um canto para dormir naquela noite caia mesmo do céu. Eles foram até a casa dela. Chegando nela ela o deixou na sala dizendo que ia tomar um banho e pedindo para que ele ficasse a vontade. Disse ainda que quando voltasse ia lhe fazer uma bela surpresa. Ele ficou ali sozinho sentado em frente a um aparelho de televisão, mas não assistia ao programa que ele transmitia. Tinha a cabeça confusa por causa dos rumos que sua vida tomava e, para evitar pensar nela, analisava tudo em sua volta. O ambiente simples e aconchegante daquela casa, os objetos exóticos existentes sobre os móveis. Tudo era motivo para ele divagar e não pensar em seus problemas. Quando ela voltou realmente o deixou surpreso. Estava nua e tinha o corpo ainda molhado, pois tomara banho e não o enxugara. Era de fato muito linda e tinha um corpo escultural, pernas bastante longas e coxas muito grossas. Seus seios eram fartos e belíssimos. Só o que destoava era o pau negro e enorme que ela tinha entre as pernas. Ele estava duro e apontado para o rapaz que paralisado olhava para a Jajá, de boca aberta, sem conseguir falar. - O que foi menino, não gostou da surpresa? - Ma... mas. Você não... Não é... O rapaz tentou perguntar, mas não conseguiu. Só balbuciou gaguejando a pergunta sem conseguir terminá-la de tão surpreso e abismado que estava. - Assustei você com a minha surpresa lindinho? É claro que eu não sou mulher. Sou viado como você, só que mais assumido e sofisticado, a Jajá falou rindo com gosto. - Mas você é linda. Eu nunca ia imaginar... - Sou bicha, mas adoro comer garotos bonitos. Se você gostou do meu pau ele é todo seu meu querido. Como que hipnotizado ele caminhou até onde a Jája estava, ajoelhou-se em frente a ela e colocou na boca o seu pau enorme. Há horas que não se sentia tão bem e sem preocupação alguma. Ela enfiou os dedos entre os cabelos encaracolados do rapaz e segurou a sua cabeça, só largando ela quando gozou um monte de porra jorrou enchendo a boca dele. Depois encheu ele de carinhos e o enrabou várias vezes, até que exaustos dormiram abraçados no tapete da sala. Quatro anos se passaram desde que eles se conheceram e a casa da Jajá passou a ser o novo lar do Carlinhos. Ele ia todas as noites na boate que ela trabalhava. Ficara muito amigo e era estimado por todos as bichas que a freqüentavam. Estava naquela noite sentado na mesma mesa em que conhecera a Jajá, junto a várias delas. Riam, desmunhecavam e falavam muita besteira quando uma delas perguntou pro Carlinhos: - Me conta querido, você que é chegadinho da Jajá, o que está acontecendo com ela estes dias. Anda irritada, não liga pra gente e nem tem vindo até aqui na mesa. Ela está com raiva de nós? - Que bobagem meu amor, por que estaria com raiva de nós? Ela fica sempre assim quando fica com t.p.m. Vocês nem imaginam o que eu tenho de agüentar lá em casa nesses dias, o Carlinhos respondeu. Todas gargalharam estrondosamente com a resposta e uma outra disse cheia de sarcasmo e ironia, o que causou uma hilaridade escandalosa entre elas: - Que história é essa de t.p.m. Carlinhos? Onde já se viu viado ficar mestruado. Só se ela sangrar pelo cu. - Pois é isso mesmo, o Carlinhos respondeu. Eu vou contar um segredo, mas você tem de me prometer que a Jajá nunca vai saber que eu contei. Prometem? - Prometemos, todas responderam em uníssono, e cheias de curiosidade. - É que ela tem uma homorróida brava que quando fica irritada coça bastante e a deixa maluca. Tem até que colocar absorvente na bunda pra roupa não ficar toda manchada de sangue. A Jajá sofre tanto com isso meninas, eu até entendo e dou razão pra ela ficar tão irritada assim nesses dias.
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