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Cronicas-->De bêbado não tem dono -- 14/08/2003 - 22:35 (Waldyr Argento Júnior) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Naquele dia, Vavá saiu do trabalho cheio de sede, doido para enfiar o PJ (tomar todas). Havia chamado seus amigos para o BB. Eles retrucaram dizendo que só iriam se fosse no MJ. Essa mistura de letrinhas mexeu com o nosso herói.
- Espera aí pessoal! PJ e BB são siglas conhecidas por todos os ACs, mas MJ? Essa eu ainda não conheço!
- Muito fácil, me admira um AC (alcoólatra conhecido) como você, nunca ter ouvido falar de MJ. É um bar muito famoso.
- Mais uma vez eu lhes repito PJ (pé no jacaré) e BB (Bar Brasil), tudo bem.
Lembro-me até que houve um caso com o nosso amigo Luizinho. Estávamos no BB ele clamou ao garçom:
- Mestre, você esqueceu do meu velho?
- Ué, ele conhece o seu pai? - Professor "Júlio dentucinho" retrucou de primeira deixando todos atónitos no tal estabelecimento. Na verdade, ele queria era uma dose da cana velho barreiro. Mas e MJ? Fala logo, diga o quê significa isso P...!
- É "Manuel e Joaquim", ó otário!
- Então vamos deixar de bobeira que essa sopa de letrinhas tá salgadinha e tá me dando vontade de entornar uns copinhos!
O dito cujo realmente não estava brincando, bebeu cinco chopes em dez minutos, com certeza um recorde na sociedade dos ACs. Quando chegou o décimo terceiro (ops, não vão pensando que foi o ordenado não!) chopinho, o AC já tava pancadão. Enrolou a bebedeira um pouco, tomando dois REDs que não eram LABEL, eram da conferência do Oeste, ou seja, dos Bulls. Recuperou-se então e partiu para encarar mais uns sete (conta de mentiroso).
Depois tinha que pegar aquela famosa "barquinha dos sonhos" perdeu a das vinte e duas horas por apenas dois minutinhos. Coitado, tomou mais duas latinhas para matar o tempo. Dormiu no ponto durante a viagem, quando de repente recebeu uma ligação de um amigo que acabou por lhe tirar do rumo. Contou-lhe de seus projetos, livros, concursos de poesias, Cronicas e coisa e tal. Empolgou-se, a balsa chegou do outro lado e ele continuou a falar ao seu aparelho de maluco. Quando estava do lado de fora da estação lembrou-se de sua sacolinha mágica, com seu livro de poesia, dois disquetes, a roupa suja da ginástica, maltrapilhos papéis de rascunhos com poeminhas mal terminados e duas camisinhas que comprara para seus putinhos (terminologia usada em Portugal), digo filhos.
Vavá descobriu então a veracidade do velho ditado: "... DE BÊBADO NÃO TEM DONO!", Ainda bem que não foi pelo método mais doloroso, perdeu o saco e não a virgindade.
Ao chegar em casa, contou para a esposa que não o Perdoou:
- Tá vendo, isso é que dá beber!
- Engraçado, que eu saiba o quê dá bebê é outra coisa!

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