Ana, li em algum lugar cuja fonte não me recordo, que depois da decepção, desilusão, vem o marasmo, o desànimo, a tristeza profunda e apenas posteriormente é que chegam a bonança, a tranquilidade, a paz e a felicidade. Pelo que te conheço, são essas fases que aconteceram na tua vida.
Ana, fada, assim te considero, pois és tentação do teu amor, mulher de extraordinário encanto e beleza. Totalmente contrária ao significado da aglutinação de ana e fada - anafada - que significa bem nutrida, gorda.
Ana, lista todos os teus gostos, pois teu amor fará de tudo para satisfazer teus desejos. Não precisas de analista. Teu amo sempre estará a postos para deixá-la feliz.
Sou teu fã. O que precisares, é só dizer. Procurarei fazer o possível e o impossível para que continues uma mulher no plural. No singular, já basta eu e esse mundo caótico em que vivemos.
O ambiente em que respiramos se torna mais agradável se soubermos tratá-lo com respeito, dignidade e amor. É assim que vejo o teu comportamento através das tuas atitudes. Não desista jamais de teus objetivos.
Ana, crónica era o que planejava escrever, mas saiu um depoimento sincero. É assim que penso, só que não consigo falar por causa de minha timidez. O aglutinamento das palavras, formam anacrónica, aquilo que está em desacordo com a moda, fora de uso. Sempre que te encontro estás utilizando algo atual e perfeito para a ocasião.
Ana, ly, é intencional o uso do ípsilon no lugar do i. Até na ortografia teu nome é diferente: Analy.