Que sabe a lua e o pôr-do-sol,
as ondas do mar e as estrelas
sobre embelezar a vida alheia?
Q sabem eles sobre o louco amor,
q o meu ser, em lúdica demência,
cada vez mais o sente?
Q sabe a noite fria a fechada floresta,
O vácuo e os vampiros
sobre as trevas cercada pelos falsos sorrisos?
q sabem eles sobre a louca solidão,
q o meu ser, em lúdica demência,
cada vez mais o sente?
De nada o nada sabe, e nem o inventa.
Antes viver amando nessa abissal loucura,
do q em calamidade viver.