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Erotico-->A prostituta -- 14/08/2003 - 22:20 (Waldyr Argento Júnior) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Essa aconteceu por volta dos anos 50.
Havia no bairro do Rio Comprido, Rio de Janeiro, uma casa de prostituição.
Como naquele tempo a repressão a esse tipo de negócio era forte, a mesma era camuflada.
Devair, um rapaz de aproximadamente 17 anos, solteiro de fato, um frequentador não muito assíduo do recinto, ficou muito triste quando soube que a polícia havia fechado o prostíbulo.
Um certo dia encontrou com uma bonita moça que trabalhara naquela “distinta” casa e sem muita
insistência pegou seu endereço residencial.
Esteve por lá umas quatro vezes e como gostou da experiência, resolveu informar aos seus amigos de rua da existência do novo “paraíso”.
Um belo dia estava Devair novamente com a moçoila e após algumas horas de diversão, estava
fazendo o acerto de contas quando subitamente a campainha tocou.
Era Zezinho um amigão de infância.
Devair combinou rapidamente com a mulher que ele iria se esconder no banheiro, pois queria pregar uma peça no companheiro.
Esperou então alguns minutos e quando Zezinho estava quase nas vias de fato com a fogosa moça, começou a gritar de dentro do banheiro.
“Eu te mato filho da mãe, transando com a minha mulher!” -Gritou o “pseudo maridão”.
“Não moço, não me mata por favor !” -Bradou Zezinho desesperado.
“Não tem perdão, eu já estava desconfiado dessa vagabunda ! Vou matar os dois agora !”
- Berrou novamente o “pseudo corno”.
“Não, por favor, não me mata, me dê uma chance ! Eu sou freguês !” - Berrava Zezinho já aos prantos.
“Freguês ? O que significa isso ? Tá chamando a minha patroa de messalina ? Pensando bem acho que agora vou matar só você, seu filho da mãe !” - Insistiu o “pseudo traído”.
“Não, por favor moço, eu faço qualquer coisa, mas não me mata”. - Desesperado Zezinho clamava.
Devair não aguentou e saiu do banheiro às gargalhadas.
Zezinho no início queria matar o “amigo”, mas depois, ficou tão aliviado que acabou por aceitar a “brincadeira”.
Devair pediu desculpas e insistiu para que Zezinho ficasse mais um pouco para terminar o que havia começado.
Zezinho agradeceu ao “colega”, mas disse que depois daquele susto, isso seria impossível.
Moral da história : “Cão (maridão) que ladra, não morde”, ou melhor ainda : “O melhor amigo do homem ainda continua sendo o cão”.



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