Ele era vidrado em seios. “Eles são a ponta de lança da sensualidade”, dizia. Lança mesmo, daquelas que espetam, atravessam e ferem irremediavelmente a alma.
No metrô, preferia ficar de pé. Cavalheirismo? Não. Posto estratégico, ideal para invadir discretamente decotes, em busca da visão afrodisíaca.
Seios, seios, seios… Seios pequenos, grandes, ou médios, mas sempre seios. Formas arredondadas, o design mais avançado da sedução.
Certo dia, no motel, somente percebeu que os seios dela eram pequeninos quando sentiu um deles inteirinho em sua boca. Delícia completa. “Você não quer transar comigo?”, perguntou ela, assustada com tanta sofreguidão. “Claro, claro”, respondeu. Mas antes de aprofundar-se nela ainda fez questão de acariciar com seu sexo os dois pequenos seios ansiosos.
E depois continuou a beijá-los, com desejo insaciável.