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Erotico-->Banho de paixão -- 25/04/2002 - 17:01 (Firmino Lessa) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos

A primeira vez que vi a moça foi no mês passado. Cabelo molhado, toalha envolta no corpo, à altura dos seios que naquele momento me pareceram magníficos. Não sou inclinado ao voyaeurismo, foi coincidência. Moramos no mesmo conjunto de apartamentos, e a distância que nos separa são meros 6 metros, intransponíveis, já que estamos na altura do 18º andar.
Ela não olhou para mim, ou se o fez foi com aquele jeito dissimulado que as mulheres sabem usar muito bem. São capazes de descobrir os mínimos detalhes da roupa de um homem, sem que o coitado sequer perceba que foi visto.
No dia seguinte, movido pela visão da véspera, fiquei à espera. Religiosamente no horário, lá estava ela saindo do banho, desta vez com os cabelos secos e soltos. A toalha… bem, a toalha estava lá, mas desta vez pude ver uma parte maior dos lindos seios. Vi até a sombra dos mamilos, o que acendeu sem demora meu desejo.
Raciocinando como macho – elas dizem que macho raciocina sempre com a cabeça errada –, concluí que havia uma mensagem implícita naquele decote ampliado. A menina devia saber que eu estava observando e certamente se preparara para ser bem observada.
Para conferir, lá estava eu novamente na tarde seguinte, certo de que naquela vez não me restariam mais dúvidas do interesse da garota. Consegui ver a porta do banheiro, entreaberta de propósito (pensei eu), e no lusco-fusco da vapor que dominava o ambiente vislumbrei finalmente o vulto dela, completamente nua, acariciando o próprio corpo, como que passando algum perfume que, de longe, me pareceu finíssima fragrância de origem francesa.
Não tive mais dúvidas, peguei o celular, – claro que eu já tinha pesquisado antes o número dela – e disquei rapidamente. Preocupada pelo toque, ela colocou apressadamente a toalha e desapareceu de minha visão. Mas pude ouvir sua voz, que provocou o disparo imediato das batidas de meu coração. Nem preciso dizer que à essa altura meu sexo, endurecido, latejava loucamente. Mas o que eu digo pra ela?
Pensei rápido (com qual das cabeças?) e disse: “É do181?” Diante da confirmação, engasguei, tossi, resmunguei qualquer coisa e, por fim resolvi abrir o jogo. Disse que era seu vizinho, que sem querer a tinha visto sair do banho, que tinha ficado impressionado com sua beleza e perdidamente enfeitiçado com tanto charme… E que gostaria de conhecê-la melhor, vê-la de perto, aquele papo de sempre, que nem sempre funciona.
Minha supresa, porém, foi enorme. “Seu pilantrinha, já gastei uns 200 sabonetes tomando banho e só agora você me liga? Vamos, venha já para cá! Mas sem essa camiseta idiota que você está usando, viu?”
Bem, o resto da história nem preciso contar. A danada sabia tudo de mim e tinha preparado aquela maravilhosa armadilha. Que culminou num fantástico encontro, em que mal tive tempo de arrancar a roupa – a minha, é claro, por que ela simplesmente deixou cair a toalha.
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