A água da piscina estava fria, mas eu nem liguei. Mergulhei desajeitado, meio de barriga, e fiquei observando mais de perto aquela sereia fatal.
Momentos antes eu tinha visto seu rosto, rosado e cheio de brilho, olhos azul-esverdeados e um cabelo de fogo que incendiou-me a alma. Enfeitiçado, observei depois como nadava, graciosa, envolvente e bela como um sonho.
Meu pulo imediato para a água não foi resultado de um impulso, mas antes um ato pensado, buscando esconder a coisa que se avolumou de repente dentro de meu short.
Depois procurei aproximar-se devagarinho, olhos fixos nas braçadas envolventes. Deveria ter uns 25 anos, aquela faixa de idade em que a garota adquire plenamente sua condição de fêmea, e cada milímetro de sua pele exerce poderosa e irresistível força de atração.
Quando ela parou um pouco para descansar e, cheia de graça sentou-se à beira da piscina, pude me envolver completamente naquela imagem de divina beleza.
O tesão a essa altura já era insuportável e empurrava-me para o lado dela. A conversa começou insípida, como convém a um macho que mal consegue raciocinar. Mas a garota, viva como ela só, percebeu logo a história e, felizmente para mim, decidiu levar adiante a brincadeira.
Papo vai, papo vem, combinamos um encontro posterior, não sem antes darmos umas braçadas pela piscina. Ajudei-a a descer e esse contato fez-me estremecer até a alma. Demorei a soltar seus braços e pude perceber, com extrema felicidade, que suas mãos também apertavam meus pulsos, numa mensagem clara de cumplicidade líquida e certa.
Já estava escurecendo, e praticamente não havia freqüentadores na piscina. Não tive dúvidas: puxei-a lentamente para junto de mim e pude perceber que ela estremeceu ligeiramente ao sentir o contato com meu sexo. Mas recuperou-se rapidamente e a seguir quem perdeu o fôlego fui eu, pois uma de suas mãos, sem maiores delongas, apareceu de repente dentro de meu short, acariciando deliciosamente o atrevido.
Com o sinal aberto, a questão agora era acelerar. Sem testemunhas, no escurinho e embaixo d’água, ambos nos livramos de nossos maiôs – o dela bem minúsculo, por sinal – e nos envolvemos num abraço íntimo, esfregando-nos com sofreguidão, até que ela, abrindo as pernas, ofereceu-me todos os seus segredos. Mergulhei intensamente em seu sexo duplamente molhado e ficamos ali durante um longo tempo, sem noção de hora e espaço, apenas sentindo, vibrando, gemendo, curtindo…
Mais tarde, bem mais tarde, encontramo-nos furtivamente no hotel e carreguei-a para meu quarto, onde pude contemplar com emoção de adolescente aquele corpo divinamente belo, com a pele macia, aquelas curvas, o sorriso envolvente, os seios de uma deusa grega e, escondido nas pernas perfeitas, o sexo ardente que fiquei beijando perdidamente. Até que a fêmea, ofegante e ansiosa, puxou-me para cima de si e me fez amá-la como nunca fiz em minha vida.