"O homem não pode ser herdado nem vendido nem presenteado. O homem não pode ser propriedade de ninguém, porque ele é e deve permaneceer propriedade de si mesmo. Ele carrega no fundo de si mesmo, uma chama divina, a consciência moral que o eleva sobre a animalidade, tornando-o cidadão de um mundo cujo primeiro parceiro é Deus. Essa consciência lhe possibilita querer isso ou não querer aquilo de maneira incondicional, livre e a partir de seu próprio movimento, sem nenhuma pressão exterior".
Johann Gottlieb Fichte(1762-1814), filósofo alemão do romantismo.